<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058</id><updated>2011-06-07T23:42:42.867-07:00</updated><title type='text'>Café com Economia &amp; Cia.</title><subtitle type='html'>Economia, Política, Meio-Ambiente, Tecnologia e Literatura sobre esses assuntos. Infelizmente um blog aposentado por enquanto...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>83</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-886957740105328337</id><published>2007-08-19T18:21:00.000-07:00</published><updated>2007-09-20T18:29:26.642-07:00</updated><title type='text'>Biocombustível x Emissões</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RtImeocCvkI/AAAAAAAAAD0/zXnGfPICQuI/s1600-h/ethyl.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103183635457162818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RtImeocCvkI/AAAAAAAAAD0/zXnGfPICQuI/s200/ethyl.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Segundo a maioria dos artigos que temos contato, relatam que os biocombustíveis são uma saída imediata para baixar os índices de emissão de monóxido de carbono e CO2 que causam o efeito estufa. Até então, o Brasil e outros países foram considerados estrelas dessas tecnologias. Porém, foi publicado um artigo no jornal britânico The Guardian (17/08) sobre o assunto onde alguns pesquisadores apontam como um erro pensar que os biocombustíveis ajudariam no combate às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O aumento na produção de biocombustíveis como alternativa de combate às mudanças climáticas libertarão de duas a nove vezes mais gás carbônico do que os combustíveis fósseis nos próximos 30 anos, de acordo com a primeira analise de emissões de biocombustíveis.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os biocombustíveis - extraídos de plantas - são apresentados com amigos do meio-ambiente e uma alternativa aos combustíveis fósseis porque as plantações absorvem dióxido de carbono da atmosfera enquanto se desenvolvem.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O estudo alerta que as florestas não deveriam ser desmatadas para as plantações de biocombustíveis. O desmatamento das florestas libera imediatamente gás carbônico na atmosfera, e pela perda de vida silvestre.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Grã-Bretanha está empenhada em substituir 10% do combustível de transporte com biocombustíveis. No Brasil, nós temos um programa pro-álcool implantado em 1.970, e que hoje ganhou mais força com os carros flexíveis em combustível (álcool ou gasolina). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O problema é que as políticas de biocombustíveis crescem sem o entendimento de suas implicações. Segundo, Renton Righelato é um erro pensar em biocombustíveis para as mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para se chegar a taxa de 10% da substituição de combustível fóssil seria necessário utilizar 40% das terras cultiváveis na Europa. E isto não poderia ser alcançado na Europa e Estados Unidos, de acordo com os cientistas. E isto então seria transferido para os países em desenvolvimento. A União Nacional dos Fazendeiros (The National Farmers Union) dizem que 20% das terras cultiváveis na Grã-Bretanha poderia ser usada para se plantar biocombustíveis até 2.010. Contudo, os pesquisadores dizem que o reflorestamento seria um caminho melhor para redução de emissões.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Biocombustíveis parecem uma boa alternativa para o Ocidente, mas que globalmente levam para uma maior emissão de gás carbônico. Brazil, Paraguai, Indonesia entre outros tem programas de desflorestamento para dar suporte ao mercado global de biocombustível, de acordo com Dr. Spracklen. Os pesquisadores dizem que foco deveria ser em melhorar a eficiência do uso do combustível fóssil e a busca de alternativas renováveis de energia livres de emissão de gás carbônico.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2007/aug/17/climatechange.energy"&gt;Biofuels switch a mistake, say researchers&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-886957740105328337?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/886957740105328337/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=886957740105328337&amp;isPopup=true' title='14 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/886957740105328337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/886957740105328337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/08/biocombustvel-x-emisses.html' title='Biocombustível x Emissões'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RtImeocCvkI/AAAAAAAAAD0/zXnGfPICQuI/s72-c/ethyl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-1173610053545360639</id><published>2007-08-13T09:00:00.000-07:00</published><updated>2007-08-13T09:05:19.839-07:00</updated><title type='text'>BCs ajudam a conter a crise do subprime - artigo da Veja</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava pensando em escrever um artigo sobre a ajuda do BC para deter a crise baseado na pergunta que surgiu do tópico anterior feita pelo Kiko. Acontece que saiu um artigo super interessante na Veja esta semana discutindo exatamente este assunto e acho que ele explica bem o que aconteceu. Deixo-os então com o artigo de Giuliano Guandalini publicado na Veja do dia 12 de agosto de 2007: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;****************************************************************************&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;O grande teste&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na crise de 1929, os bancos centrais precipitaram o crashao negar ajuda aos mercados. Eles aprenderam a lição.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Grande Depressão da década de 30 foi o acontecimento mais marcante da história econômica mundial contemporânea. Exceto em períodos de guerra, nunca o planeta viveu uma destruição de riqueza tão avassaladora, num período tão curto e que afetasse tantas pessoas – o produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos encolheu 45% entre 1929 e 1933. O estudo desse fenômeno mobilizou os mais destacados economistas, mas quem chegou à melhor análise sobre o que levou à catástrofe financeira foi Milton Friedman (1912-2006), ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1976. Em co-autoria com Anna Schwartz, Friedman publicou em 1963 o livro Uma História Monetária dos Estados Unidos, no qual demonstrou como o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) não só precipitou o crash de 1929 e a depressão que se seguiu como agravou a situação ao garrotear o crédito elevando os juros e diminuindo a quantidade de dinheiro em circulação. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Graças ao trabalho de Friedman e de outros economistas, os principais bancos centrais do mundo aprenderam a lidar com crises potenciais. Foi o que se viu na semana passada, durante a queda acentuada de praticamente todas as bolsas de valores do mundo, provocada pela crise no mercado de crédito imobiliário americano. A turbulência começou na quinta-feira. Horas depois, o Fed e o banco central europeu já despejavam dinheiro nos mercados financeiros. Até a sexta-feira, o socorro totalizava 300 bilhões de dólares – o equivalente a um terço do PIB brasileiro. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Isso foi necessário porque, diante da falta de crédito, os bancos encontraram dificuldades para obter empréstimos com outras instituições financeiras – alguns deles precisavam cobrir perdas que tiveram com financiamentos imobiliários nos EUA. Sem a atuação dos BCs, haveria o risco de um fechamento total das linhas de crédito – e sem crédito não há economia que funcione. "Os bancos se sentiram inseguros e começaram a querer mais liquidez. Quando muitos agem dessa forma simultaneamente, o crédito seca e fica caro. Esse processo pode ser instável. Os BCs agiram, então, pelo medo do imponderável", afirma o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil. "O poder dos BCs é grande, mas não é infinito. Daí a importância de agir na hora certa, antes que o pânico se espalhe", disse Fraga. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O estouro da bolha imobiliária já era mais que esperado. Os seguidos anos de juros baixíssimos estimularam uma concessão de crédito desenfreada na economia americana. Os bancos começaram a emprestar dinheiro até a pessoas com histórico de crédito deficiente (os chamados de subprime). Mas, nos últimos meses, os juros começaram a subir, o financiamento ficou mais caro e a inadimplência disparou. Para estancarem prejuízos, os investidores venderam ações que possuíam em carteira, não só nos Estados Unidos e na Europa, mas também em mercados emergentes, como o Brasil – no mês, a queda é de 3% (veja o quadro). Não há dúvida, de acordo com os economistas, de que os mercados passarão por um período de volatilidade elevada – ou seja, as bolsas viverão dias de montanha-russa, com quedas abruptas seguidas de altas.Segundo o economista José Júlio Senna, essas perdas não deverão ter maiores conseqüências. Isso porque os países emergentes deixaram de ser bombas-relógio, o crescimento mundial continua forte e o setor privado tem muito dinheiro em caixa. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não menos vital é a inegável eficiência dos bancos centrais. Símbolo desse avanço é uma declaração do atual presidente do Fed, Ben Bernanke, feita em 2002, durante uma conferência comemorativa do nonagésimo aniversário de Milton Friedman. Bernanke, que era então diretor do Fed, afirmou: "Gostaria de dizer algo a Milton e Anna: a respeito da Grande Depressão, vocês estão certos, nós (os BCs) erramos. Lamentamos muito. Mas, graças a vocês, não erraremos novamente". Ao que parece, Bernanke está preparado para o grande teste. É o que o mundo espera.Foi o que se viu na semana passada, durante a queda acentuada de praticamente todas as bolsas de valores do mundo, provocada pela crise no mercado de crédito imobiliário americano. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A turbulência começou na quinta-feira. Horas depois, o Fed e o banco central europeu já despejavam dinheiro nos mercados financeiros. Até a sexta-feira, o socorro totalizava 300 bilhões de dólares – o equivalente a um terço do PIB brasileiro. Isso foi necessário porque, diante da falta de crédito, os bancos encontraram dificuldades para obter empréstimos com outras instituições financeiras – alguns deles precisavam cobrir perdas que tiveram com financiamentos imobiliários nos EUA. Sem a atuação dos BCs, haveria o risco de um fechamento total das linhas de crédito – e sem crédito não há economia que funcione. "Os bancos se sentiram inseguros e começaram a querer mais liquidez. Quando muitos agem dessa forma simultaneamente, o crédito seca e fica caro. Esse processo pode ser instável. Os BCs agiram, então, pelo medo do imponderável", afirma o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil. "O poder dos BCs é grande, mas não é infinito. Daí a importância de agir na hora certa, antes que o pânico se espalhe", disse Fraga.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-1173610053545360639?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/1173610053545360639/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=1173610053545360639&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1173610053545360639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1173610053545360639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/08/bcs-ajudam-conter-crise-do-subprime.html' title='BCs ajudam a conter a crise do subprime - artigo da Veja'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-9190439742518344731</id><published>2007-08-06T07:08:00.000-07:00</published><updated>2007-08-06T16:01:51.225-07:00</updated><title type='text'>Subprime e Risco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rrcr2NxZy6I/AAAAAAAAAL8/ja5xoNI0f50/s1600-h/loan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095589713802808226" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" height="198" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rrcr2NxZy6I/AAAAAAAAAL8/ja5xoNI0f50/s320/loan.jpg" width="241" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O que é o subprime&lt;/strong&gt; Já há alguns meses as notícias sobre o crédito dos subprime tem assombrado o mercado financeiro ao redor do mundo, causando instabilidade forte nas últimas semanas em particular. O subprime é um empréstimo para pessoas com histórico ruim de crédito que consequentemente pagam taxas de juros mais altas, dando mais dinheiro aos credores - enquanto os pagamentos hipotecários continuam chegando. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Segundo o site &lt;a href="http://www.wharton.universia.net/"&gt;http://www.wharton.universia.net/&lt;/a&gt; “a hipoteca clássica americana cobrava uma taxa de juros “fixa” que permanecia a mesma durante os 30 anos do empréstimo. Depois de assinados os papéis, o proprietário do imóvel pagava mensalmente uma prestação cujo valor nunca se alterava, o que facilitava os pagamentos e a manutenção do sistema, já que a renda do tomador subia de acordo com a inflação. De modo geral, o valor dos imóveis residenciais subia também, portanto o tomador podia contar com a possibilidade de vendê-lo a qualquer momento por um valor superior ao que possuía. &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acontece que a situação mudou drasticamente nos últimos anos. Estima-se que aproximadamente dois terços de todos os empréstimos para aquisição de casas concedidos em 2003 foram do tipo “agressivos, empréstimos que pressupõem riscos para os credores, tomadores e investidores em títulos lastreados em hipotecas. Tais riscos inexistem nos empréstimos convencionais. Além dos empréstimos do tipo subprime, há também empréstimos baseados exclusivamente no pagamento de juros, em que o tomador não faz nenhum pagamento do principal. Nos empréstimos de amortização negativa, o tomador paga um valor menor do que o valor total dos juros, sendo o complemento acrescentado à dívida pendente. Existem ainda empréstimos que requerem, ou não, o pagamento à vista de um pequeno montante, ou que não exigem nenhum comprovante de renda. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os empréstimos a taxas subprime dispararam, passando de 150 bilhões de dólares, em 2000, para 650 bilhões em 2005, de acordo com depoimento prestado em audiência do senado sobre concessão predatória de empréstimos."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual o problema afinal?&lt;/strong&gt; O problema é que esse tipo de empréstimo arriscado e sem lastro começou a fazer suas primeiras vítimas. A American Home Motgage informou que estava pedindo corcodata devido as suas dificuldades com as hipotecas do segmento subprime e o Bear Stearns anunciou que mais um de seus Hedge Funds apresentou problemas e suspendeu seus resgates. Estas situações de incapacidade em liquidar ativos hipotecários de risco elevado resultam da fase final do boom imobiliário (de juros baixos) em que muitos empréstimos foram concedidos sem a correspondente garantia patrimonial (ou de rendimento) dos beneficiários dos empréstimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crise mundial? Calma...&lt;/strong&gt; A maioria dos analistas acredita que este movimento de queda nas bolsas ao redor do mundo – particularmente no Brasil – não passa de um ajuste nos preços e posições dos investidores. No &lt;a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/"&gt;blog da Miriam Leitão&lt;/a&gt;, ela cita a opinião de Luis Otavio Leal, do Banco ABC Brasil, que diz que a volatilidade veio para ficar, mas que a crise atual é financeira, e não da economia americana. Um dos indicativos, diz ele, é o fato de que não aumentou a discussão quanto aos déficits gêmeos dos EUA, nem quanto à solvência do Estado Americano, tanto que as taxas dos títulos do Tesouro dos EUA têm caído. Na visão de alguns economistas, isso é apenas sinal de que está aumentando mundialmente a aversão ao risco e que o investidor está fugindo em busca de mais segurança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Leia mais em:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/infomoney/2007/08/01/ult4040u5971.jhtm"&gt;Depois da trégua, subprime deve continuar assombrando mercados globais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=21&amp;id_news=84591"&gt;Crise da subprime faz 1ª vítima de peso nos EUA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&amp;amp;id=1304&amp;language=portuguese&amp;amp;specialId="&gt;Tremores no mercado hipotecário de crédito subprime: presságios de um futuro terremoto no setor?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/03/13/294916252.asp"&gt;Setor imobiliário dos EUA traz ``subprime'' ao jargão econômico&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-9190439742518344731?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/9190439742518344731/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=9190439742518344731&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/9190439742518344731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/9190439742518344731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/08/o-que-o-subprime-j-h-alguns-meses-as.html' title='Subprime e Risco'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rrcr2NxZy6I/AAAAAAAAAL8/ja5xoNI0f50/s72-c/loan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-1558752401947364655</id><published>2007-07-24T11:24:00.000-07:00</published><updated>2007-07-24T18:18:40.837-07:00</updated><title type='text'>Brasil é surreal</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090937544117377122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RqakuTLQ2GI/AAAAAAAAADs/UPRemtiXYKc/s200/Brasil_Bandeira.jpg" border="0" /&gt;O Brasil tem vivido momentos de esquizofrenia nos meios de comunicação para os assuntos relacionados ao apagão aéreo e sobre a tragédia em Congonhas.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem várias versões sobre os possíveis culpados pelo acidente - a pista, o piloto, a TAM ou o governo. E assim a opinião pública fica com a impressão que no Brasil nada se comprova e nada se descarta. Basta lembrar da última tragédia envolvendo uma avião da Gol e outro da Embraer. Qual a conclusão? Apenas especulações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o Jornal argentino La Nación, o retrato da nossa situação é "surrealista" desde que a crise aérea se tornou mais aguda. "Algumas situações rivalizam com as cenas do filme Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu", afirma o diário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A matéria nota que os passageiros estão entre "furiosos e aterrorizados" na hora de voar. "O Brasil é o país com maior número de católicos do mundo, e agora é possível perceber: nunca se rezaram tantos Pai Nosso em decolagens e pousos".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O La Nación diz que "os aeroportos se tornaram acampamentos de 'sem terra': as pessoas se deitam nos corredores à espera de vôos que atrasam horas".&lt;br /&gt;"Como às vezes a paciência tem fim, ontem o aeroporto (de Congonhas) teve de reforçar a guarda policial, porque as pessoas estão perdendo as estribeiras, e atender ao balcão do check-in se transformou em profissão de risco.""Alguns passageiros gritam, outros choram, outros agarram os empregados pelo colarinho."&lt;br /&gt;"Os passageiros chegam e se convencem pessoalmente de que será melhor tomar um ônibus que enfrentar o pesadelo de esperas, falta de informação e medo."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E nos deparamos novamente com a falta de investimentos em infra-estrutura em nosso país. Onde está o PAC? Faltam não apenas novos aeroportos e um controle aéreo mais eficiente. Faltam estradas descentes e ferrovias que poderiam cumprir muito bem o papel de transporte a distância com qualidade. Imaginem que para alguns destinos, você poderia levar o mesmo tempo viajando de avião ou trem, devido ao enorme número de escalas que vôos possuem e tempo de espera entre uma escala e outra. Se você tivesse a alternativa ferroviária, com leito e restaurante, você chegaria "inteiro", isto é descansado, ao final da viagem. Contudo, ouvimos nos jornais que a tarifa das passagens aéreas poderão aumentar caso o número de escalas diminua (e consequentemente um risco menor). Isto quer dizer que nós temos que assumir os riscos de voar com o maior número de escalas possíveis porque assim a tarifa é menor para nós e o negócio é excelente para as empresas aéreas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos infelizmente vivendo um momento surreal, não apenas sobre os problemas aéreos, mas também no âmbito político e social, onde os escândalos acontecem e ninguém assume a responsabilidade e não sabemos mais o que é verdade e em que acreditar devido a tantas "versões" que são expostas e nos confundem no dia a dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-1558752401947364655?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/1558752401947364655/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=1558752401947364655&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1558752401947364655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1558752401947364655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/07/brasil-surreal.html' title='Brasil é surreal'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RqakuTLQ2GI/AAAAAAAAADs/UPRemtiXYKc/s72-c/Brasil_Bandeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-174928347573539351</id><published>2007-07-19T08:13:00.000-07:00</published><updated>2007-07-19T08:17:57.369-07:00</updated><title type='text'>"O Capital Semente e as Gestoras que brotam como Cogumelos" - Artigo do Valor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje saiu no Valor um artigo interessante sobre o comportamento de quem abre uma gestora de investimentos (ou "Asset") no furor do bom momento da Bolsa. Vale a pena ler e refletir, pois o sucesso de uma empresa depende sim da Economia, mas o diferencial está na administração... &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;                      *****************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que este é um ditado originário do Sul do país. As palavras não são exatamente estas (soa mais "amatutado", e muito mais divertido), mas, mesmo "apaulistanado", o sentido se encaixa bastante bem em algumas relações que se estabelecem na indústria de fundos. "À noite, por uma questão oportunística e utilitária, os porcos se amontoam para se isolarem do frio. E o sob da manhã, incomodados pelo contato inútil, que agrava o castigo do sol, mordem-se e afastam-se. À noite que se segue, indiferentes às feridas, amontoam-se novamente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas gestoras brotam como cogumelos todos os dias no Brasil. Geralmente, se compõem por um ou dois meninos da Poli (ou FGV), cadeiras, mesas, computadores, uma agência de notícias e, se os sujeitos são menos apegados ao vil metal, um terminal Bloomberg. Contratam uma administradora e um agente custodiante para o fundo e começam a gerir recursos: dinheiro dos chamados "friends and families" (and "fools"!)... uns R$ 3 milhões, um pouco mais, um pouco menos. Escolhem um nome e estão prontos! Essa última etapa, embora pareça simples, não o é: nomes de bairros cariocas e deuses gregos já andam todos ocupados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, logo nos primeiros meses, os gestores percebem que estão "malvestidos para a festa", e que precisariam de uns R$ 50 milhões para que pudessem ser captados pelo radares dos grandes distribuidores. E que ainda lhes é cobrado que tenham processos de investimento e desinvestimento estruturados, tecnologia e suporte tecnológico, conhecimento de gestão institucionalizado, manual de ética e "compliance", mecanismos estritos de riscos, etc. Enfim, dão por si que uma gestora é uma empresa como outra qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois botões vermelhos a serem apertados nestes casos: distribuidores de fundos e "seeders". Os primeiros são conhecidos e sua agenda comercial é simples: cobram uma porcentagem da taxa de administração e da performance para os clientes (geralmente clientela private) que conseguem atrair para as gestoras. Os "seeders" são menos conhecidos, mas também fáceis de entender: aportam recursos suficientes para gestão de forma que a empresa (a) atinja o equilíbrio financeiro e (b) passe a ser captada pelos radares dos institucionais. Para tanto, buscam participação na sociedade da gestora, diretamente, ou por meio de estruturas de opções de compra e venda do capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como em toda relação de dependência unilateral, os gestores aceitam satisfeitos contratar distribuidores, mesmo que o façam sob termos comerciais bastante desfavoráveis aos "managers". E comemoram, vitoriosos, o selo de um "seeder" em suas assets: significa que passaram para um novo estágio, a caminho da maturidade da empresa. "Seeders" para gestoras são bastante comuns nos EUA e são regidos por métricas já consagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, é uma indústria debutante, mas deve crescer explosivamente nos próximos meses: grandes players (fundos de private equity, family offices e mesmo assets) - enquanto lemos este artigo - viram noites organizando estruturas de "seeding". E por quê? Simplesmente porque uma gestora pode demandar um investimento similar ao necessário para se iniciar um restaurante de 150 m2 na Barão de Capanema, mas com a diferença que pode alcançar - em 3 ou 4 anos - uma capitalização de R$ 500 milhões em bolsa. O "melhor negócio do mundo". Digamos que 7 entre 10 assets que abram hoje venham a fechar, pelos mesmos motivos que um restaurante fecharia em 24 meses. Mesmo assim, private equity de asset no Brasil é um "negócio da China".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, suponhamos que o camelo passe pelo furo da agulha e a gestora vingue. É um negócio de altíssima margem e, acima de R$ 1 bilhão de recursos sob gestão, se for uma casa dedicada a gerir fundos sofisticados, pode deixar algo com R$ 40 milhões, todos os anos. Imaginem: R$ 1 ou 2 milhões em investimentos para este fluxo de dividendos! Mas é aí, então, que amanhece o dia e os "porcos se mordem". O gestor passa a odiar o "seeder", que também odeia o distribuidor, que por sua vez odeia o gestor (e o "seeder"). "A" acha que "B" não merece ganhar tanto por tão pouco e "B" acha que "A" é ingrato, sendo que, sem sua ajuda, teria falido. "A" e "B" só concordam em uma coisa: que "C" é um explorador: não é justo levar 40% de todas as receitas da empresa apenas para distribuir seus fundos. "A" quer expulsar "B", que tem uma cláusula de venda forçada para "A". E "B" quer rever o contrato com "C", que jura nunca mais distribuir o fundo de "A".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biologicamente, há inúmeras semelhanças entre porcos e homens. Comportamentalmente, parece que o padrão também se repete...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Elias é gestor do Fundo Galleas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-174928347573539351?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/174928347573539351/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=174928347573539351&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/174928347573539351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/174928347573539351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/07/o-capital-semente-e-as-gestoras-que.html' title='&quot;O Capital Semente e as Gestoras que brotam como Cogumelos&quot; - Artigo do Valor'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-7850309257142501542</id><published>2007-07-10T15:34:00.000-07:00</published><updated>2007-07-11T16:30:06.390-07:00</updated><title type='text'>O dinheiro dos emigrantes</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RpVn1p8M3qI/AAAAAAAAAKU/3SabenqjEYQ/s1600-h/OPERARIOS50.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086085525673926306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="214" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RpVn1p8M3qI/AAAAAAAAAKU/3SabenqjEYQ/s320/OPERARIOS50.jpg" width="301" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RpQZqOrnZpI/AAAAAAAAADk/UggJAAC9cWU/s1600-h/dinheiro.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Não é de hoje que sabemos que massas de trabalhadores buscam oportunidades de trabalho fora de seus países origem. E também sabemos que isto ocorre com maior frequência dos países em desenvolvimento para os países desenvolvidos. Mas isto também tem ocorrido através de nosso mundo que está cada vez mais plano-globalizado, onde as relações econômicas de compra e venda se intensificam. Exportamos serviços, processos, produção com plantas de novas fábricas, tecnologia e recursos humanos - mão de obra. Massas de trabalhadores se deslocam para os países que possuem melhores oportunidades de trabalho, ou simplesmente para onde o trabalho e a boa remuneração se encontram, através da emigração legal ou ilegalmente. Muitos desses trabalhadores enviam constantemente dólares para seus familiares no seu país de origem. Pense na quantidade indianos, chineses e brasileiros que estão trabalhando fora de seu país de origem. São milhões de trabalhadores que enviam anualmente para suas famílias bilhões de dolares. Essas famílias, com esse dinheiro, realizam compras que vão desde gêneros de primeira necessidade até automóveis e residências, ajudando a aquecer a economia local.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De olho neste mercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Várias empresas tem se antecipado e atingido sucesso através da idéia de se unir as pessoas que estão trabalhando fora com seus familiares no seu país natal. Existe a tecnologia, que nesse caso é a internet, um sistema para suportar catálagos virtuais e transações dos mais variados produtos possíveis, bem como uma rede de lojas onde familiar poderá até mesmo sacar o dinheiro, sem a necessidade de se ter conta bancária. E tudo legal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, um ambicioso projeto reúne Ponto Frio, Volks e Tenda está criando um negócio chamado Casas Brasileiras baseado no seguinte modelo de negócios:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- o emigrante entrará na loja, escolherá o produto por meio de catálogos virtuais e pagará no Brasil. Como? Haverá um posto de remessa de dinheiro dentro da loja. Dessa forma, ele compra o produto sem pagar taxa de remessa e a família retira na loja do Ponto Frio ou nas lojas da Tenda aqui no Brasil. Segundo o presidente da Ponto Frio, Manoel Amorim, "É, sem dúvida, uma grande oportunidade e pretendemos faturar US$ 100 milhões com esse negócio." E esperam faturar 1 bilhão de dolares em 5 anos através da rede de lojas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A corrente novamente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E além de todas as facilidades para que o cliente-emigrante possa realizar suas compras e remessas, também estão estudando montar uma rede de vendedores como já conhecemos por aqui com empresas de cosméticos, com bonificações a cada venda. Lembram-se da Amway?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inicialmente a Casa Brasileiras será inaugurada nos Estados Unidos e depois Portugal e Japão. Alguém duvida que esse negócio que esse negócio é bom?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/511/artigo55182-1.htm"&gt;Brasil vende Brasil&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-7850309257142501542?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/7850309257142501542/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=7850309257142501542&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/7850309257142501542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/7850309257142501542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/07/o-dinheiro-dos-emigrantes.html' title='O dinheiro dos emigrantes'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RpVn1p8M3qI/AAAAAAAAAKU/3SabenqjEYQ/s72-c/OPERARIOS50.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-1721804608741552290</id><published>2007-06-28T16:17:00.000-07:00</published><updated>2007-06-28T16:57:27.180-07:00</updated><title type='text'>Argentina e o apagão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RoRKdOrnZoI/AAAAAAAAADc/om1a3kWeZHA/s1600-h/apagao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081268145598457474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RoRKdOrnZoI/AAAAAAAAADc/om1a3kWeZHA/s200/apagao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Não é novidade que a Argentina vem crescendo seu PIB a uma média de 8% ao ano, o que chega a nos causar até uma certa inveja, com nosso parco "crescimento" de menos de 3% no ano passado. Tudo bem que eles deram um calote na dívida e renegociaram seus contratos. Mas, também eles foram mais objetivos nas reformas econômicas há alguns anos e agora colhem os frutos do crescimento e desenvolvimento. A Argentina tem atraído investimentos inclusive de empresas brasileiras que transferiram suas operações para lá. Todo esse crescimento requer infra-estrutura para sustentá-la no patamar de 8% ao ano, e ao que parece a Argentina tem sofrido escassez de energia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sinais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os sinais de que algo de errado está acontecendo apareceram no dia 15 de junho, quando os taxistas realizaram protestos contra a falta de gás natural (GNV). E para piorar uma frente polar baixou muito a temperatura e houve um aumento recorde no consumo de energia. O presidente Néstor Kirchner ordenou cortes no fornecimento de energia elétrica em fábricas e escritórios e suspendeu o fornecimento de gás nos postos. Os prédios ficaram escuros e as ruas cheia de carros parados. E tudo indica que os preços devem subir em torno de 15% este ano. Segundo a ministra da Economia, Felisa Miceli, o desafio argentino é atrair mais investimentos. Ora, como fazer fogo sem combustível? &lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Indústria Automobilística e o Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há duas semanas, as montadoras de automóveis instaladas no país estavam reunidas no 4º Salão Internacional do Automóvel de Buenos Aires e anunciaram investimentos de US$ 3,5 bilhões nas fábricas argentinas, como deseja a ministra Felisa. Logo, para aumentar a produção e bater recordes é necessário fornecer energia. E como não há energia para todos, a fábrica da GM em Rosário teve sua linha de produção interrompida e realocada para madruga, onde o consumo de energia é menor. E onde entra o Brasil ? E o Brasil, de novo, correu em seu auxílio. Um contrato emergencial para fornecimento de energia foi firmado, estabelecendo em 700 MW a cota máxima de exportação daqui para lá, bem acima dos 350 MW usuais. Pelo documento, o fornecimento poderá ser interrompido se nós enfretarmos problemas de abastecimento interno, ao mesmo tempo. E o governo ainda nega qualquer apagão uma vez que necessita manter sua popularidade para as próximas eleições - daqui a 4 meses.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/adriano/post.asp?cod_Post=60106&amp;amp;a=72"&gt;O apagão energético chegou a Argentina&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=309950"&gt;Argentina já trabalha para evitar apagão&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/509/artigo53525-1.htm"&gt;O eclipse Argentino&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-1721804608741552290?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/1721804608741552290/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=1721804608741552290&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1721804608741552290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1721804608741552290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/06/argentina-e-o-apago.html' title='Argentina e o apagão'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RoRKdOrnZoI/AAAAAAAAADc/om1a3kWeZHA/s72-c/apagao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-6815936930951477386</id><published>2007-06-19T15:29:00.000-07:00</published><updated>2007-06-19T16:20:36.415-07:00</updated><title type='text'>Mulheres na Economia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RnhklFi8nMI/AAAAAAAAADU/HtREGnhirmU/s1600-h/woman.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077919168166927554" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RnhklFi8nMI/AAAAAAAAADU/HtREGnhirmU/s200/woman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Temos falado muito sobre mudanças climáticas em nosso blog, mas também não é para menos, uma vez que somos bombardeados por esse assunto todos os dias em todas as mídias. Mas a mudança que falarei agora neste artigo, é sobre a mudança de genero! Isto mesmo, os homens tem perdido sua hegemonia para as mulheres. Desde a revolução sexual nos anos 60, a independência feminina vem crescendo a ponto de transformar as mulheres em motor do crescimento de um país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lugar de mulher é ...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), elas representam 44% da população economicamente ativa do Brasil. Em uma década, 10,7 milhões de brasileiras ingressaram no mercado de trabalho. Um estudo realizado em 2006 pelo Fórum Econômico Mundial chegou a conclusão que, quanto maior é a participação das mulheres na vida econômica de um país, mais desenvolvido ele é. Ou seja, lugar de mulher é na economia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Elas no mercado financeiro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num cenário profissional predominantemente masculino, elas vêm marcando presença há alguns anos. Em 2004, o fim do pregão a viva-voz acabou com o domínio masculino na Bovespa. As negociações eletrônicas não distinguem o sexo dos operadores e elas invadiram as mesas das corretoras. Tornaram-se peças-chave nas estruturas e já são um terço dos profissionais de investimento. Trouxeram consigo características incomuns até então: tranqüilidade e sensibilidade para atender os clientes. A tradicional gritaria das mesas diminuiu. Não era para menos. Segundo as mulheres os homens são mais controlados na presença delas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Elas detêm os cartões de crédito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tamanha é a participação das mulheres no mercado de trabalho, que atualmente existem mais cartões de crédito nas carteiras das mulheres do que nas dos homens. Atualmente, 50,2% dos 81 milhões de cartões estão em mãos femininas. Elas devem gastar R$ 86,4 bilhões neste ano com o dinheiro de plástico, de acordo com levantamento da Itaucard. “A mulher aprendeu a usar melhor o cartão do que o homem”, segundo Fernando Chacon, diretor de cartões do Banco Itaú. Em média, as mulheres gastam R$ 87 por mês no cartão, abaixo dos R$ 91 computados na média geral. Este é um reflexo de que elas ainda não têm salários iguais aos dos homens, mesmo quando estão na mesma posição hierárquica – as estimativas são de uma diferença de quase 20% a favor deles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A participação feminina tem aumentado em todas as áreas, o que é muito bom. Porém precisamos que as mulheres estejam mais presentes na política e economia para que o Brasil possa aumentar ainda mais sua competitividade na economia mundial. Isso requer uma atenção especial por parte dos governantes e das corporações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/01/24/materia.2007-01-24.5844222066/view"&gt;Participação feminina eleva taxas de trabalho na América Latina, diz OIT &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-6815936930951477386?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/6815936930951477386/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=6815936930951477386&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/6815936930951477386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/6815936930951477386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/06/mulheres-na-economia.html' title='Mulheres na Economia'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RnhklFi8nMI/AAAAAAAAADU/HtREGnhirmU/s72-c/woman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-7768379103488637962</id><published>2007-06-12T16:51:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T18:29:40.370-07:00</updated><title type='text'>Surface</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rm9FY1i8nJI/AAAAAAAAAC8/gvjSjPCM-q4/s1600-h/surface_computing.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075351598062673042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rm9FY1i8nJI/AAAAAAAAAC8/gvjSjPCM-q4/s320/surface_computing.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Investimentos em inovações tecnológicas, pesquisa, boas idéias muitas vezes produzem resultados que rompem paradigmas e nos fazem enxergar novas possibilidades de negócios, comunicação, relacionamentos, etc. Assim me pareceu o novo produto da Microsoft - o Microsoft Surface. Quando assisti ao vídeo da nova plataforma, fui remetido imediatamente ao filme Minority Report, onde os policiais tinham uma forma muito particular e intuitiva de pesquisar uma base de dados com os próprios dedos (numa luva especial) num futuro não muito distante. Vamos voltar ao Surface de agora, que me pareceu ter ido mais longe na interatividade e inteligência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um computador no formato de mesa, sem teclado, mouse e fios, onde apenas uma tela de plástico ocupando quase toda a extensão da mesa recebe comandos de toque (touch screen) e responde aos usuários (isto mesmo, pode haver mais de um) exibindo quer seja um vídeo, fotos, ou outros aplicativos. Esta tela é resistente e permite que objetos sejam colocados e/ou deslizados em cima dela. Ela ainda tenta se comunicar com estes objetos, facilitando ainda mais a vida do usuário. Por exemplo, você coloca uma câmera fotográfica, com tecnologia de transmissão de dados wifi, em cima da mesa e ela reconhece a câmera e ainda "puxa" as fotos nela armazenadas. Sem nenhum clique. Imagine que você está se arrumando para ir ao trabalho e seu espelho não é apenas um espelho comum! Ele tem tecnologia da plataforma surface e assim você poderia combinando suas roupas e ainda consultando informações sobre o tempo, trânsito, recados... Isto representa um grande passo para uma interação homem x máquina mais natural. Segundo a Microsoft, esta seria uma plataforma totalmente nova desde que foi inventado o PC. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Potencial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O preço de venda do Surface ficará entre 5 mil e 10 mil dólares, inicialmente, mas a Microsoft planeja reduzi-lo a um nível acessível aos consumidores individuais dentro de três a cinco anos e introduzir formas e modelos diversificados do produto.&lt;br /&gt;"Nós antecipamos que essa se torne uma categoria multibilionária e planejamos um futuro no qual as técnicas de computação de superfície serão onipresentes, em mesas, balcões e espelhos", afirmou o presidente-executivo da gigante do software, Steve Ballmer, em comunicado.&lt;br /&gt;Os analistas afirmaram que as primeiras aplicações representam apenas um vislumbre do que é possível.&lt;br /&gt;"O potencial quanto a interfaces é imenso", disse Matt Rosoff, analista da Directions on Microsoft, uma empresa de pesquisa independente. "Quando o aparelho for aberto a novos aplicativos, não haverá limites para o que se poderá fazer."&lt;br /&gt;A Microsoft surpreendeu suas parceiras tradicionais na fabricação de PCs e decidiu tomar controle da produção do "computador de superfície" por meio de um fabricante terceirizado não revelado. O equipamento vai funcionar acionado pelo Windows Vista, o novo sistema operacional da empresa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O preço está salgado por enquanto, mas vai baixar muito com tempo como sempre acontece na indústria da microinformática. Um dia poderemos estar num restaurante, onde a mesa poderá ter a tecnologia surface, e poderemos escolher o prato que queremos e ainda acessarmos a internet ou jogarmos enquanto o prato não chega! E claro, teremos muita propaganda nas telas. Não seria diferente não é mesmo? &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Assista ao vídeo abaixo ou clique no link:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=EYrJ1IkPNLc"&gt;Microsoft Surface - The Magic&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EYrJ1IkPNLc"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EYrJ1IkPNLc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="375" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-7768379103488637962?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/7768379103488637962/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=7768379103488637962&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/7768379103488637962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/7768379103488637962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/06/surface.html' title='Surface'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rm9FY1i8nJI/AAAAAAAAAC8/gvjSjPCM-q4/s72-c/surface_computing.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-3049191081443025516</id><published>2007-06-07T06:04:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T10:48:43.569-07:00</updated><title type='text'>Brasil: investment grade - o que isso quer dizer?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RmhE26JdUZI/AAAAAAAAAH0/Hhsz6i0at88/s1600-h/grade_inflation.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073380690345415058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RmhE26JdUZI/AAAAAAAAAH0/Hhsz6i0at88/s200/grade_inflation.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com a Economia entrando nos eixos, a Bolsa batendo recorde dia após dia e a queda das taxas de juros e da inflação, o que se tem discutido com frequência é quando o Brasil vai virar investment grade. Há cerca de um mês todos apostavam que isso só aconteceria na melhor das hipóteses em 2009, mas a agência Fitch no dia 15 de maio surpreendeu ao tornar algumas instituições "grau de investimento", causando furor na Bolsa e aumentando as expectativas até dos mais céticos. O que aconteceu naquele dia é que a agência aumentou a classificação dos maiores bancos brasileiros para BBB-, dentre eles: Bradesco, Itau, Unibanco e Banco do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, e por que é importante o Brasil atingir esse tal grau de investimento, ou o nível que atesta que o país é capaz de honrar seus compromissos e considerado seguro para investimentos? O ministro Guido Mantega explica em parte a importância deste indicador: "Se nós atingirmos o grau de investimento significa que o Brasil poderá receber o investimento de fundos de pensão internacionais que operam só em países com grau de investimento [e mais dólares entrarão no país]. Aí nós vamos pensar como nós vamos fazer".&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quanto tempo mais?&lt;/strong&gt; Segundo a presidente da agência no Brasil, Regina Nunes, "pode ser de um a três anos. Ir mais rápido depende do Brasil - da política fiscal e monetária e, principalmente, de desburocratizar a economia." Um dos itens que impede a tal da classificação é alta relação PIB/ Dívida Pública, problema este que é visto pelas agências e inclusive pelo ministro Paulo Bernardo que admitiu que a dívida pública ainda é grande, assim como o déficit público. Mas por outro lado, ele está otimista com a melhora dos indicadores: "Nossa dívida pública está em 45% do PIB (Produto Interno Bruto), mas ela já foi de mais de 60%, com taxas altíssimas e prazos muito curtos. Temos um déficit público de 3% do PIB. Mas já tivemos de 11% do PIB e a projeção dos economistas é que ele seja zerado até 2010. O Brasil está prestes a adquirir o grau de investimento e o Estado está fazendo a sua parte para chegar a isso", comentou. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O futuro ainda é incerto...&lt;/strong&gt;Que o Brasil se tornará investment grade já é praticamente um fato, mas o timing e o que mudará no país ainda é incerto. Alguns analistas já fizeram comparações com o que aconteceu com outros países emergentes, mas a amplitude e a situação são diferentes. Por exemplo, tomemos como exemplo o México que é grau de investimento desde março de 2000. Segundo matéria no site da Exame, "a principal mensagem que o México envia ao Brasil é que, por mais importante que seja, o grau de investimento não é capaz de destravar uma economia pouco competitiva. Nesse caso, somente reformas econômicas profundas podem dar conta do recado." Paulo Leme, diretor para mercados emergentes do banco Goldman Sachs complementa: "se nada for feito nesse sentido, os efeitos de um eventual alcance do grau de investimento serão mínimos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Termino por aqui convidando-os a lerem as inúmeras matérias que saíram na impressa sobre o assunto e chamando atenção ao artigo publicado pela Revista Exame comparando Brasil e México.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0894/economia/m0130126.html"&gt;O México é exemplo para nós?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0130092.html"&gt;Bernardo: País pode ser grau de investimento em 2008&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/mai/31/269.htm"&gt;País pode ser grau de investimento em até 3 anos, diz S&amp;amp;P&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2007/05/31/ult1913u69988.jhtm"&gt;Brasil deve chegar ao grau de investimento em até 3 anos, diz agência de risco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-3049191081443025516?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/3049191081443025516/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=3049191081443025516&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/3049191081443025516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/3049191081443025516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/06/brasil-investment-grade-o-que-isso-quer.html' title='Brasil: investment grade - o que isso quer dizer?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RmhE26JdUZI/AAAAAAAAAH0/Hhsz6i0at88/s72-c/grade_inflation.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-6646293955478919821</id><published>2007-05-30T16:37:00.000-07:00</published><updated>2007-05-30T17:19:08.426-07:00</updated><title type='text'>Biocombustível - Transição ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rl4SrLvn9JI/AAAAAAAAAC0/lOyXQn48Avw/s1600-h/biofuel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070510763561972882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rl4SrLvn9JI/AAAAAAAAAC0/lOyXQn48Avw/s200/biofuel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Temos acompanhado rescentemente um certo furor quando se fala em biocombustível, como álcool e outros. Mas será a solução final para substituição dos combustíveis fósseis ou apenas como transição para um novo combustível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma sensata e em escala modesta, a queima de madeira ou resíduos agrícolas para obter calor ou energia não é encarado como uma ameaça a Terra, mas devemos ter idéia que a coleta de biocombustível em larga escala é uma ameaça. O biocombustível só é considerado renovável enquanto não exerce nenhum efeito sobre o ciclo natural do carbono. Os biocombustíveis são especialmente perigosos por ser fácil demais cultivá-los em substituição ao combustível fóssil, pois demandam por uma área de terra ou oceano bem maior do que a Terra pode oferecer. Se é perigoso obter energia queimando carbono fóssil em oxigênio fóssil, imaginar que quantidades semelhantes de energia podem ser obtidas, de forma livre e segura, dessa fonte tão aplaudida de energia renovável também é. Temos de descartar o ensinamento antiquado da ciência e religião e começar a ver a superfície de florestas como algo que evoluiu para atender ao "metabolismo" do planeta - algo insubstituível. Já nos apossamos de mais de metade da terra produtiva para cultivar nossos alimentos. Como podemos presumir que o clima na Terra ficará regulado se utilizarmos mais e mais terra, antes florestas, para produzirmos biocombustíveis? Sem contar que a população mundial continua a aumentar e a demandar terra para produção de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso acredito que os biocombustíveis deveriam ser encarados como fontes renováveis de transição para uma nova fonte de energia que possa ser largamente utilizada, sem prejuízos ao meio-ambiente como talvez o hidrogênio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/jul/11/161.htm"&gt;Biocombustível não substituirá o petróleo, diz estudo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/nota.2007-03-09.3806366317"&gt;Biocombustível requer políticas públicas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-6646293955478919821?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/6646293955478919821/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=6646293955478919821&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/6646293955478919821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/6646293955478919821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/05/biocombustvel-transio.html' title='Biocombustível - Transição ?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rl4SrLvn9JI/AAAAAAAAAC0/lOyXQn48Avw/s72-c/biofuel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-3040149617916669276</id><published>2007-05-19T06:44:00.000-07:00</published><updated>2007-05-21T15:08:30.750-07:00</updated><title type='text'>O profissional de TI e a sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rk8IaLvn9II/AAAAAAAAACs/Mnzy-2e6rXc/s1600-h/sustainable.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066277351737259138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rk8IaLvn9II/AAAAAAAAACs/Mnzy-2e6rXc/s200/sustainable.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Faz alguns dias, eu recebi um artigo muito interessante sobre como um profissional TI pode e deve focar suas ações no negócio da empresa, atuando estratégicamente na sustentabilidade da organização. Muitos empresas tem visto ainda o profissional de TI como custo, com foco operacional e/ou apoio, porém saibam que estes profissionais tem muito a contribuir, seja reduzindo inteligentemente o custo, seja aumentando a produtividade ou melhorando a segurança. Custo, produtividade e segurança são detalhes essenciais na gestão com foco em sustentabilidade como veremos no artigo abaixo publicado por Luciano Costa que é publisher da revista Adiante e coordenador do MBA Gestão Sustentável com Tecnologia da Informação da FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Uma das principais dificuldades das empresas nesta época de grandes mudanças é a adequação de seus instrumentos e processos à estratégia de gestão. E um dos grandes desafios dos profissionais de Tecnologia da Informação é entender a estratégia e a natureza das organizações. Estudos realizados por instituições como o grupo IT Mídia desde 2002 indicam que a maioria dos CIOs prefere ter ao seu lado profissionais que sejam capazes de analisar o desempenho da empresa, avaliar riscos e participar do planejamento estratégico. Além disso, a própria dinâmica dos negócios, com fortes influências extraterritoriais, faz com que a organização necessite de estruturas ágeis, adaptáveis e sempre voltadas para a inovação. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nesse cenário, naturalmente são reduzidas as oportunidades de evolução para aqueles que se isolam no ambiente do conhecimento específico, acreditando que basta ser eficiente naquilo que faz pontualmente. Para esses, o futuro reserva a repetição de tarefas operacionais, até que seu conhecimento se torne obsoleto e descartável. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;O que torna um profissional de TI obsoleto não é propriamente uma eventual limitação para seguir os desenvolvimentos tecnológicos, ou o desinteresse pela inovação, mas a incapacidade de relacionar inovação à sustentabilidade. Pela simples e nem sempre clara razão de que qualquer inovação só agrega valor se contribuir para a sustentabilidade da organização, seja reduzindo inteligentemente o custo, seja aumentando a produtividade ou melhorando a segurança. Custo, produtividade e segurança são detalhes essenciais na gestão com foco em sustentabilidade. Sem essa base, poucas organizações têm chance de sobreviver no atual cenário de competição acirrada e sem fronteiras. No entanto, o que define a sustentabilidade é um conjunto de qualidades muito mais sofisticadas, que para serem desenvolvidas exigem mudanças radicais no modelo mental que predomina tradicionalmente nas organizações. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Um desses modelos é o que define a organização como um ente individual, separado do ambiente físico e social. O atual estado do mundo, afetado por mudanças climáticas, riscos imprevisíveis como o terrorismo, a violência e os conflitos sociais, além das alterações no equilíbrio geo-econômico, exigem uma postura inversa: a organização se torna mais sustentável quanto mais souber se integrar de maneira inteligente e pragmática ao ambiente físico, social e virtual que seus processos e seus produtos ou serviços alcançam.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;O americano Steven Rochlin, diretor da consultoria AccountAbility International, observa que as empresas se caracterizam por três estágios em sua capacidade de se integrar ao ambiente global de negócios: pela tomada de consciência do ambiente externo a ela, pela experimentação social e, finalmente, pela integração das relações internas e externas à sua estratégia. Rochlin, cuja organização faz a mensuração de resultados da gestão sustentável, observa que a evolução das organizações nesse processo produz a redução dos riscos e da vulnerabilidade e afeta positivamente o desempenho a médio e longo prazos. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;A busca por boas práticas de governança corporativa, as exigências legais e as imposições do mercado quanto à ética nos negócios e à responsabilidade sócio-ambiental não deixam dúvidas quanto à tendência que vem se impondo. Desde os escândalos financeiros da Enron, da WorldCom e da Parmalat, entre outras, não apenas a legislação se tornou mais rigorosa, como o mercado se tornou mais exigente. Ética deixou de ser um tema de filósofos e se inseriu como um elemento definidor do sucesso nos negócios. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;O profissional de TI tem um papel central a cumprir nesse novo cenário. Sem a Tecnologia da Informação, as organizações não conseguiriam alcançar a qualidade, flexibilidade e confiabilidade necessárias na busca da sustentabilidade. Da mesma forma, a capacidade de inovar se torna um diferencial importante para todas as organizações. Portanto, profissionais de TI com inteligência estratégica são protagonistas essenciais nesse cenário de mudanças pelo qual passam as organizações em todo o mundo. Aqueles que se contentam em buscar mais do mesmo acabam se tornando meros protagonistas nesse jogo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;A redução no nível médio dos salários do setor e o rebaixamento de cargos - com o posicionamento do profissional de TI abaixo do controlador financeiro, fenômeno recente e muito comum nas indústrias - podem indicar que muitas empresas não estão enxergando grandes benefícios na atividade desses profissionais. A qualificação estratégica para a busca da sustentabilidade é certamente o elemento que pode reverter essa perda e abrir novos caminhos para os profissionais da tecnologia que está transformando o mundo." &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Veja também:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/corporate/noticias/noticia_231448.shtml"&gt;TI verde guiará decisões de compra dos CIOs, diz Gartner&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-3040149617916669276?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/3040149617916669276/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=3040149617916669276&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/3040149617916669276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/3040149617916669276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/05/o-profissional-de-ti-e-sustentabilidade.html' title='O profissional de TI e a sustentabilidade'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rk8IaLvn9II/AAAAAAAAACs/Mnzy-2e6rXc/s72-c/sustainable.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-7670926515364516253</id><published>2007-05-15T19:27:00.000-07:00</published><updated>2007-05-15T20:04:46.290-07:00</updated><title type='text'>Economia da felicidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_yWFsb-mg0kE/Rkpyo9aPt-I/AAAAAAAAAAU/PRhQugwVGYE/s1600-h/fthappy104.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064986778936522722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_yWFsb-mg0kE/Rkpyo9aPt-I/AAAAAAAAAAU/PRhQugwVGYE/s320/fthappy104.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pense, ou melhor, sinta: As nossas ações cotidianas, das mais triviais, como ir trabalhar, até as mais nobres, como votar num referendo, das mais enervantes como fazer uma assinatura de um jornal (pegando carona no texto da Cláudia), até as mais legais como ir ao cinema com a namorada(o), são motivadas apenas por um único objetivo. Qual? Não responda ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando reproduzimos esse mesmo raciocínio para nosso país e observamos os movimentos que o Brasil realiza ao longo do tempo, vemos que o governo, empresas e famílias também são estimulados por esse único objetivo. Fala-se muito em crowding out, aumento de oferta de crédito imobiliário, desoneração tributária, expansão do mercado de capitais, índice de Gini, PAC etc, porém qual o objetivo disso tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta, lá no fundo a gente sabe, mas diante de todas essas expressões confusas e, por vezes nefastas, acabamos nos esquecendo de que fazemos tudo isso para garantirmos nosso sentimento de felicidade. Nada mais, nada menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As formas de desenvolvimento podem ser inúmeras numa sociedade capitalista e nem sempre os caminhos a seguir estão bem definidos, uma vez que cada país tem suas características políticas, econômicas e sociológicas próprias, contudo é impossível delinear tal progresso sem ter um objetivo bem claro, que é a felicidade de seus cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado nessa perspectiva o Deutsche Bank realizou uma pesquisa na qual compara 22 países ricos e correlaciona as características socioeconômicas daqueles que foram considerados os países mais felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a mensuração da felicidade, foi utilizada a metodologia de uma ONG chamada &lt;a title="http://www1.eur.nl/fsw/happiness/" href="http://www1.eur.nl/fsw/happiness/"&gt;World Database of Happiness&lt;/a&gt; que realiza pesquisas sobre felicidade e satisfação de vida a nível mundial. As perguntas são fechadas e as respostas são ordenadas num intervalo de zero a dez, sendo dez a pessoa mais feliz. Esse nível de felicidade das nações foi correlacionado com dez indicadores macroecômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pressupõe-se que os países mais ricos fossem os mais felizes, entretanto isso não é verdadeiro por dois motivos. O primeiro é que em outra pesquisa realizada por &lt;a title="http://www.princeton.edu/~ceps/workingpapers/125krueger.pdf" href="http://www.princeton.edu/~ceps/workingpapers/125krueger.pdf"&gt;Daniel Kahneman&lt;/a&gt; (o mesmo das Finanças Comportamentais e ganhador do Nobel) as pessoas têm a ilusão de que aumento de renda e consumo trazem mais felicidade, assim as pessoas tendem a trabalhar mais e dispender menos tempo para vida pessoal, gerando insatisfação. Segundo, os indicadores macroeconômicos utilizados pelo Deutsche não se referem somente à renda e ao consumo de bens materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países que se declaravam mais felizes, coincidentemente eram os justamente aqueles que tinham o melhor desempenho em cada indicador. Pois bem, os 10 indicadores são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Alto grau de confiança no próximo, ou seja, os cidadãos do país tem muita confiança de que o outro não irá lhe fazer nenhum mal. Podemos traduzir isso como civilidade. O povo da Dinamarca declarou que 66,5% dos compatriotas são confiáveis. Fui até a fonte desse &lt;a href="http://www.worldvaluessurvey.org/"&gt;dado&lt;/a&gt; e verifiquei que o brasileiro confia apenas 2,8%. Parafrasendo a Cláudia “de quem, afinal é a culpa disso tudo?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Níveis baixos de percepção de corrupção nas instituições do país. Creio que aqui não tem muito que dizer. É só abrir os jornais brasileiros e perguntar se estamos felizes com isso tudo que está acontecendo. Os dados foram obtidos pela &lt;a href="http://www.transparency.org/"&gt;Transparency International&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Baixo desemprego, que está relacionado com renda, mas também com estabilidade ocupacional da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Alto nível de escolaridade, medido pela média de anos que uma adulto entre 25 e 34 anos passou estudando, transformando o capital intelctual do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Alta renda sim dinheiro ajuda em muitas coisas, mas lembre-se de que não é tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Alta taxa de emprego entre os idosos . Os avanços na saúde e o conseqüente aumento na expectativa de vida trouxe um fenômeno recente, indicando que aposentar-se cedo traz grandes problemas ocupacionais nessa faixa etária, provocando exclusão social, não sendo de forma alguma sinônimo de felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Economia informal pouco representativa. Muitas pessoas que estão na economia informal não estão trabalhando nisso por opção o que gera descontentamento. Além disso, a correlação entre o trabalho informal e a corrupção é muito alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Liberdade econômica. Quanto menos o governo intervém na economia mais oportunidade se dá ao individuo de empreender e criar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Baixa proteção ao emprego. Esse item é um tanto controverso e na pesquisa fica pouco claro porque países que protegem menos os empregos são mais felizes. Uma correlação analisada sugere que países que possuem uma legislação trabalhista flexível possuem baixo nível de desemprego e de corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Taxas de natalidade mais altas. Ter filhos traz felicidade? Não sabemos ao certo, mas países que possuem uma sociedade com todos os indicadores acima bem desenvolvidos são mais confiantes no futuro e querem criar uma família, daí essas taxas de natalidade mais altas nesses países. Note que a pesquisa fala em taxas mais altas e não altas taxas, ocorrência verificada em países pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos outros indicadores poderiam ser incluídos que atestariam se uma nação é feliz e tem qualidade de vida, como taxas de criminalidade, mas segundo a pesquisa, esse tipo de dado é muito difícil de ser medido, pois cada país utiliza uma metodologia. Outro ponto a ser observado é a pesquisa não determina se tais qualidades são as causas da felicidade, apenas identifica as coincidências, o que não a invalida, já que se tem uma idéia geral de qual caminho podemos seguir. No caso do Brasil, onde ainda existe muita miséria, o sentimento de felicidade a curto prazo certamente está atrelado à alimentação, saúde e aquisição de bens materiais, mas note que esses fatores estão, de alguma forma, ligados à todos os índices acima, seja no curto e principalmente no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para todos os países fica evidente que o bem estar de todos deve ser um objetivo muito bem definido para indivíduos, governo e empresas. Sem políticas de bem-estar social de longo prazo (e não assistencialismo barato) é difícil estruturar um país que torne a vida de seus cidadãos mais feliz. E sem cidadãos felizes e satisfeitos diria que é impossível erguer uma nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.dbresearch.com/servlet/reweb2.ReWEB?rwsite=DBR_INTERNET_EN-PROD"&gt;Leia a pesquisa&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-7670926515364516253?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/7670926515364516253/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=7670926515364516253&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/7670926515364516253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/7670926515364516253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/05/economia-da-felicidade.html' title='Economia da felicidade'/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10806805193916071690</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_yWFsb-mg0kE/Rkpyo9aPt-I/AAAAAAAAAAU/PRhQugwVGYE/s72-c/fthappy104.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-5826825745671622632</id><published>2007-05-15T14:53:00.000-07:00</published><updated>2007-05-15T15:02:28.391-07:00</updated><title type='text'>Momento de reflexão sobre a indiferença social</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rkot4-qObsI/AAAAAAAAAFs/OTFIw6YYPl4/s1600-h/pobres-thumb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064911187847573186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rkot4-qObsI/AAAAAAAAAFs/OTFIw6YYPl4/s200/pobres-thumb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Confesso que o assunto que vou discutir agora nada tem haver com nosso habitual. Mas achei importante alertá-los do que aconteceu comigo e deixar uma pergunta no ar.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje atendi o telefone no escritório e um sujeito se identificou como funcionário de um grande jornal de São Paulo, me oferecendo uma promoção onde eu ganharia 3 meses de jornal grátis e ingressos de cinema. Eu estava trabalhando, mas como tenho como política não ser rude com quem trabalha com telemarketing, deixei que falasse sobre a promoção. No meio da conversa, o sujeito me disse que para efetivar a promoção, precisava do meu nome completo, CPF e conta corrente. Nessa hora desconfiei de que se tratava de um golpe, desconversei e pedi para que o homem ligasse mais tarde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para minha surpresa, uma hora depois outro sujeito me ligou. Insistiu que "a nível de" (sic) finalizar o cadastro, precisava do meu CPF e conta corrente. Eu respondi que não estava mais interessada na promoção, mas o sujeito continuou insistindo de todas as formas. Me questionou por que eu não gostaria de presentear minha família com ingressos grátis de cinema. Chegou a me passar o endereço do site do jornal (!!) onde realmente constava umapromoção desse tipo. Para os desavisados pode enganar, mas ao verificar detalhadamente o extenso regulamento, lia-se que somente assinantes do jornal eram aptos a participar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu novamente recusei. Ele insistiu e - aí vem a parte mais estapafúrdia da conversa - me perguntou se eu preferia dar dinheiro para um "ladrão como o Lula" e continuar votando "45 no Alckmin" do que aproveitar e contribuir com R$ 1,45 (o preço do exemplar do jornal segundo o sujeito) para ajudar gente honesta e trabalhadora. Eu retruquei: "se isso te incomoda tanto, acho melhor você mudar de país." Ele respondeu, alterado: "Não se trata de mudar de país, se trata de justiça!" Eu concordo, mas não vem ao caso. Respondi: "Exatamente, eu quero ser justa com você e não quero tomar seu tempo. Por isso acho melhor você ligar para outra pessoa, pois eu não estou interessada".&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Em seguida ele desligou o telefone e eu fiquei a questionar: de quem, afinal é a culpa disso tudo? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-5826825745671622632?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/5826825745671622632/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=5826825745671622632&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5826825745671622632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5826825745671622632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/05/momento-de-reflexo-sobre-indiferena.html' title='Momento de reflexão sobre a indiferença social'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rkot4-qObsI/AAAAAAAAAFs/OTFIw6YYPl4/s72-c/pobres-thumb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-2342304262368166340</id><published>2007-05-06T10:30:00.000-07:00</published><updated>2007-05-06T11:17:08.105-07:00</updated><title type='text'>Aposentar com Dividendos de Ações?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eventualmente vem gente me perguntar sobre ações, quais comprar, quando comprar, e&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rj4bA-qObiI/AAAAAAAAAEc/X5hfxjQTZ2o/s1600-h/dividendos.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061512734845070882" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rj4bA-qObiI/AAAAAAAAAEc/X5hfxjQTZ2o/s320/dividendos.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sse tipo de coisa. Quando a gente trabalha no mercado acionário percebe que a coisa não é como nos filmes, onde sempre tem um sujeito que faz uma fortuna especulando em um período muito curto de tempo (fazendo o chamado day trade). Quem é investidor pessoa física e tentou fazer day trade já percebeu que isso não é muito fácil. Em mercados de alta volatilidade, é possível auferir ganhos significativos executando esta estratégia ,mas também é muito fácil perder. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com todo esse entusiasmo em cima do resultado da Bolsa, tem muita gente investindo em ações. Só que a grande batalha das corretoras, bancos e fundos de investimentos é fazer o investidor entender que aplicar em ação não é investimento de curto prazo. Tem muita gente que compra uma ação hoje, paga corretagem e fica olhando para o preço da ação todo santo dia. E convenhamos, isso é enlouquecedor para qualquer tipo de investimento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Estamos vivendo, sem dúvida, um momento excepcional na Economia não apenas brasileira como mundial. E isso se reflete no resultado das empresas e claro, no desempenho das mesmas na Bolsa. A revista Exame fez um cálculo interessante em sua última edição:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem há 20 anos aplicou 1 000 reais em cada uma das empresas abaixo e reinvestiu os ganhos tem hoje rendimento anual de 35 150 reais com os dividendos. Por mês, a renda é de 2 930 reais. Confira abaixo o desempenho de cada ação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;Dividendo anual&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Telesp ON - 20 800 reais&lt;br /&gt;Banespa ON - 6 140 reais&lt;br /&gt;Vale do Rio Doce ON - 4 600 reais&lt;br /&gt;Unibanco ON - 2 400 reais&lt;br /&gt;Lojas Americanas PN - 1 210 reais&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Muito bem, o que isso tudo quer dizer? Quer dizer, entre outras coisas, que a Economia tornou-se mais sólida, que as empresas em que esse investidor aplicou possuíam um fundamento sólido e que, quem diria, é possível se aposentar com ações. A matéria fala essencialmente de dividendos, que é a parcela de lucro distribuída aos acionistas ao fim de cada exercício social, na proporção da quantidade de ações detida. Ela parte do pressuposto que se o investidor tivesse aplicado aqueles R$ 1.000 há vinte anos nas 5 maiores empresas pagadoras de dividendos nesse período e que se ele tivesse reinvestido todo o ganho com esses dividendos em mais ações dessas empresas, teria um patrimônio de R$ 950.000 hoje em ações. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Impressionante, não? Mas devemos levar em conta que juntar esse dinheiro é fácil em teoria. O investidor físico precisa para tanto ter uma boa compreensão da ação que está adquirindo, saber se o fundamento da empresa é boa. Para tanto, pode recorrer à análise da corretora onde opera, manter-se informado sobre as ações da empresa por meio de jornais, revistas e também prestar atenção no histórico de pagamento de dividendos. Todas essas empresas possuem uma área de Relacionamento de Investidores também, onde o investidor pode ter acesso aos relatórios anuais, composição acionária, apresentações institucionais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Além disso ele precisa ser disciplinado. Poupar o dinheiro e investir em ações sempre. Todos sabemos que isso é complicado, principalmente quando precisamos de caixa imediato e surge a tentação de realizar o ativo. Para isso, a matéria dá uma dica sábia que se todo investidor em ações tivesse na cabeça já seria um passo enorme: "nunca compre ações com um recurso que faça falta para outro investimento, como a compra de um imõvel ou de um carro. Só tire o dinheiro de uma ação se tiver em vista outra mais promissora."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0892/financas/m0128080.html"&gt;Leia a matéria da Exame na íntegra&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.uol.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&amp;COD_RECURSO=211;831&amp;amp;URL_RETORNO=http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0892/financas/m0128006.html"&gt;Dobrou o valor das companhias brasileiras desde 2002, mostra Merrill Lynch &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-2342304262368166340?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/2342304262368166340/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=2342304262368166340&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2342304262368166340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2342304262368166340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/05/aposentar-com-dividendos-de-aes.html' title='Aposentar com Dividendos de Ações?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rj4bA-qObiI/AAAAAAAAAEc/X5hfxjQTZ2o/s72-c/dividendos.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-6337330122157683913</id><published>2007-05-03T16:15:00.000-07:00</published><updated>2007-05-03T18:02:15.201-07:00</updated><title type='text'>Eu contribuo com CO2 ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RjqEiyoUtII/AAAAAAAAACk/ibj3Yfqau4M/s1600-h/gaia2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060502864545494146" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RjqEiyoUtII/AAAAAAAAACk/ibj3Yfqau4M/s200/gaia2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pessoal, parece que o momento atual todos nós ficamos verdes! Está em moda (ainda bem) falarmos de assuntos relacionados a Natureza, como o excesso de gás CO2 está afetando a Terra com o conhecido aquecimento global e um crescimento sustentável por exemplo. Temos que tomar providências, é o que todos os meios de comunicação falam, que os políticos falam, que até o Zé no bar da esquina fala, etc. Vamos conhecer um pouquinho da Terra, o planeta que nos acolhe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Equilíbrio na Terra&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Terra que nos abriga é um organismo vivo e não totalmente compreendido ainda. Mas, durante bilhões de anos, ela vem mantendo o equilíbrio necessário para a sustentação da vida. Para se ter uma idéia, as algas marinhas possuem uma relação direta com a formação de chuvas, e até o seu xixi é importante para ajudar a fixar o nitrogênio na terra para que os vegetais possam absorvê-lo. É um sistema complexo que envolve a interação dos organismos vivos, atmosfera e rochas que regula a temperatura global no nível ideal para que se tenha vida. Quando há intervenção humana maciça (6 bilhões de pessoas) poluindo, desmantando, explorando mais e mais, a Terra não consegue reagir rápido o suficiente para que o equilíbrio seja restabelecido. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Calotas Polares&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Porquê todos falam das calotas polares, se estão distantes...nos polos? As calotas polares, são mecanimos utilizados pela Terra como ar-condicionado. O gelo das calotas refletem totalmente a luz que nelas incide de volta para o espaço, mantendo a Terra resfriada. Quando as calotas começam a derreter, surgem espaços de terra e seguram o calor dos raios solares, aumentando o ritmo do derretimento. Assim, nosso ar-condicionado começa a falhar. Isto é apenas um exemplo do que está acontecendo durante o aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oceanos e Florestas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os oceanos também sofrem com o excesso de CO2 (Dióxido de Carbono) na atmosfera, que provoca o aquecimento da Terra e consequentemente de suas águas. Segundo especialistas, quando a temperatura da água fica acima de 10º C, o suprimento de nutrientes fica deficiente causando a morte de algas (que ajudam a roubar CO2), prejudicando o equilíbrio da temperatura. Por outro lado, para as florestas a temperatura ideal para que se desenvolvam fica em torno dos 20ºC, e acima de 40ºC sofrerão problemas de sobrevivência.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estilo de vida&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Precisamos tomar providências! Sempre que pensamos em providências, lembramos primeiramente dos carros, caminhões, ônibus e depois das chaminés de indústrias. Está correto, mas não completo. Nosso estilo de vida está devidamente associado com os meios de transporte citados, bem como nossa comida (pré-processada ou não), nossos aparelhos elétricos, etc. Então quer dizer que eu também sou responsável pelo aquecimento global? Infelizmente, a resposta é sim. Todos nós somos. Nós temos utilizado os recursos da Terra, num ritmo que ela não consegue repor e pasmem, somos grandes emissores de CO2. O que fazer ? Que tal, darmos um ponta-pé inicial para colaborarmos com a Terra? Você sabe o quanto contribui com a emissão de CO2? Eu estava navegando pela internet e achei muito interessante a ferramenta &lt;a href="http://www.bestfootforward.com/carbonlife.htm"&gt;Footprinter&lt;/a&gt; que baseado em seu estilo de vida, é possível calcular o quanto cada um contribui com as emissões de CO2 para atmosfera. Dêem uma olhada, vale a pena. E, claro, tomem providências.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;amp;ProdId=1793441&amp;ST=&amp;amp;franq=167895"&gt;Footprinter&lt;br /&gt;A vingança de Gaia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fuqua.duke.edu/executiveeducation/programs/open/clp/0507/"&gt;Climate Change Leadership Program&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-6337330122157683913?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/6337330122157683913/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=6337330122157683913&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/6337330122157683913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/6337330122157683913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/05/eu-contribuo-com-co2.html' title='Eu contribuo com CO2 ?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RjqEiyoUtII/AAAAAAAAACk/ibj3Yfqau4M/s72-c/gaia2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-4974363613596539822</id><published>2007-04-21T07:22:00.000-07:00</published><updated>2007-04-21T07:47:41.389-07:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade - o que é por que é importante para as empresas?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RiojV5UFt5I/AAAAAAAAAEA/CzdPcxwUmD0/s1600-h/sustentabilidade.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055892390746109842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 131px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px" height="209" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RiojV5UFt5I/AAAAAAAAAEA/CzdPcxwUmD0/s320/sustentabilidade.gif" width="227" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muita gente ouve falar em sustentabilidade mas não tem nem idéia do que isso quer dizer e muito menos de onde o conceito surgiu. O assunto anda mais em voga nos últimos dias, com toda essa preocupação sobre aquecimento global, o filme do Al Gore (An Inconvenient Truth) e várias matérias em programas de televisão. O assunto é extenso e diversos ramos de estudos estão empenhados em pesquisar sobre sustentabilidade, inclusive a Economia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos primeiros trabalhos significativos que relacionam o desenvolvimento econômico às preocupações sócio-ambientais foi desenvolvido por Maurice Strong na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento realizada em Estocolmo em 1972. Strong discutia em seu trabalho a necessidade de impulsionar o desenvolvimento nos países subdesenvolvidos com o intuito de evitar o desgaste ambiental gerado pelos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1973, Maurice Strong e Ignacy Loyola apresentaram o conceito de ecodesenvolvimento que se fundamenta em cinco dimensões: sustentabilidade econômica, sustentabilidade social, sustentabilidade ecológica, sustentabilidade espacial (geográfica) e sustentabilidade cultural. Todos estes fundamentos estariam, então, interligados de forma que se tratados com consciência pelos governos, empresas e sociedade promoveriam o crescimento de maneira sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, novamente Economia e preocupações sócio-ambientais se cruzam em um conceito chamado de “ecoeficiência” elaborado pelo World Business Council for Sustainable Development. Segundo este conceito, a ecoeficiência é alcançada quando se produz a preços competitivos com a menor quantidade de recursos possíveis, ou seja, quando se produz de maneira a atender as necessidades econômicas e ao mesmo tempo trazendo qualidade de vida e amenizando o impacto ambiental e o consumo dos recursos ao longo do ciclo de vida a um nível no mínimo equivalente ao que o planeta é capaz de regenerar. Simplificando o conceito, é usar de maneira eficiente para beneficiar-se economicamente dos recursos existentes, mas ao mesmo tempo visando diminuir os impactos ambientais e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ecoeficiência engloba os seguintes fundamentos: (i) reduzir o consumo de materiais com bens e serviços; (ii) reduzir o consumo de energia com bens e serviços; (iii) reduzir a dispersão de substâncias tóxicas; (iv) intensificar a reciclagem de materiais; (iv) maximizar o uso sustentável de recursos renováveis; (v) prolongar a durabilidade dos produtos; (vi) agregar valor aos bens e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo “desenvolvimento sustentável” foi amplamente divulgado por meio do relatório Our Common Future apresentado em 1987 na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da Organizações das Nações Unidas (ONU) presidida na época pela Primeira-Ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland. Segundo a definição apresentada no relatório, “desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, toda essa história é linda mas....não é só jogada de marketing para que a empresa pareça mais "boazinha" e "engajada" com a população? Está certo que verificamos que é tênue a linha entre o quão socialmente responsáveis os dirigentes de uma empresa são por natureza e quanto disso está atrelado ao fato de que as empresas que não atuam desta forma podem perder mercado no futuro.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O conceito de desenvolvimento sustentável deixou de ser uma idéia defendida somente por militantes ecológicos para tornar-se uma vantagem competitiva para as empresas e uma nova forma de captar recursos para as instituições financeiras. Hoje ser sustentável já deixou de ser uma jogada de marketing para se tornar uma necessidade competitiva. Quem não o é, está deixando de criar valor. Sinal disso são os fundos criados pelos bancos chamados de sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A grande maioria desses fundos acompanha o ISE - Indice de Sustentabilidade Empresarial criado pela Bovespa. A carteira do ISE é revisada anualmente e sua composição é formada da seguinte maneira: são encaminhados questionários às 150 empresas mais líquidas selecionadas previamente por um conselho formado pela Bovespa. Respondidos os questionários, o conselho separa as empresas com melhores classificações considerando principalmente (i) relacionamento com empresários e fornecedores; (ii) relacionamento com a comunidade; (iii) governança corporativa; (iv) impacto ambiental das atividades.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Esse foi um panoramos inicial sobre o assunto. Com certeza, voltaremos a falar do assunto, pois como eu disse anteriormente ele é extenso e fascinante. Enquanto isso, leia mais em:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://ces.fgvsp.br/"&gt;Centro de Sustentabilidade da EAESP&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.climatecrisis.net/"&gt;An Inconvenient Truth - o blog do filme&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bovespa.com.br/InstSites/RevistaBovespa/96/ISE.shtml"&gt;Revista Bovespa - A Hora do Lançamento do ISE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bancoreal.com.br/sustentabilidade"&gt;Site de sustentabilidade do Banco Real&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://susteco.blogspot.com/"&gt;Ecodesign e sustentabilidade de produtos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-4974363613596539822?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/4974363613596539822/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=4974363613596539822&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/4974363613596539822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/4974363613596539822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/04/sustentabilidade-o-que-o-por-que.html' title='Sustentabilidade - o que é por que é importante para as empresas?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RiojV5UFt5I/AAAAAAAAAEA/CzdPcxwUmD0/s72-c/sustentabilidade.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-5213207037408979999</id><published>2007-04-16T15:54:00.000-07:00</published><updated>2007-04-16T17:11:38.152-07:00</updated><title type='text'>Todos querem ser Toyota!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RiQQinUewwI/AAAAAAAAAD4/747d1rbnOVI/s1600-h/toyota.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054182868673020674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RiQQinUewwI/AAAAAAAAAD4/747d1rbnOVI/s320/toyota.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando você ouve alguém falar que tem um carro da marca Toyota, o que vem imediatamente à sua cabeça? Qualidade? Acertou. Há vários anos seus carros são desejados no mundo inteiro pela sua qualidade e tecnologia e de quebra um alto índice de fidelização de clientes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;Na prática&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu modelo de gestão foi criado nos anos 50 pelo engenheiro Taiichi Ohno, tornou-se referência de mercado. A Toyota provou que qualidade e produtividade não são antagônicos , e isto permitiu que a Toyota fizesse e desenvolvesse carros pela metade do tempo, metade do custo, em metade do espaço, sem comprometer a qualidade. Na Toyota, a qualidade não é medida por amostragem de produtos acabados, mas feita peça por peça, processo por processo. Não por acaso, a empresa ousou lançar no mercado veículos com três anos de garantia. A próxima conquista da montadora já tem data marcada: este ano ela deve ultrapassar a GM e se tornar a maior do mundo no setor automotivo. Segundo dados do Lean Institute, o sistema garante ganhos em tempo recorde, sendo que em apenas um ano de implantação do modelo as empresas aumentam de 75% para 95% a pontualidade na entrega dos produtos, reduzem pela metade os estoques, diminuem em até 70% o tempo de manufatura e elevam, em média, 40% a sua capacidade produtiva. E o que é melhor, tudo isso sem grandes investimentos, exceto com o treinamento de pessoal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alcoa adotou ao toyotismo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Alcoa, que neste ano comemora uma década de toyotismo, o modelo de gestão integrou 360 unidades de negócios, em 40 países. De lá para cá, a multinacional de alumínio economizou US$ 1,2 bilhão, com a junção de áreas, redução de estoques, entre outras ações. A produção de ligas de alumínio, da fábrica de São Luiz (MA) saltou de duas mil toneladas por mês para 11,5 mil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outras empresas também estão aderindo fortemente ao toyotismo, como a Avon e Danone por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diferencial Toyota&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A empresa possue um foco muito forte no cliente, buscando o que realmente interessa ao consumidor. Na fábrica a Toyota se restringir às necessidades do mercado. Ela atende aos apelos dos seus clientes proporcionando conforto e tecnologia na medida certa, mas eliminando desperdícios, inclusive descartando valores agregados ao produto que o cliente nem está disposto a pagar. O Corolla, por exemplo, é oferecido ao mercado em apenas cinco cores. Os concorrentes têm mais de dez. Uma pesquisa mostrou que 70% dos consumidores preferem este tipo de veículo nos tons prata e preto. Com isso, a Toyota fez uma economia brutal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toyotismo"&gt;Toyotismo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fordismo"&gt;Fordismo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-5213207037408979999?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/5213207037408979999/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=5213207037408979999&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5213207037408979999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5213207037408979999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/04/todos-querem-ser-toyota.html' title='Todos querem ser Toyota!'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RiQQinUewwI/AAAAAAAAAD4/747d1rbnOVI/s72-c/toyota.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-2853539734215543074</id><published>2007-04-03T16:42:00.000-07:00</published><updated>2007-04-03T18:02:24.568-07:00</updated><title type='text'>Estamos mais Inteligentes?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RhL4NUxlNMI/AAAAAAAAACc/UslVCtb-wkE/s1600-h/intelligence.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049371040034403522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RhL4NUxlNMI/AAAAAAAAACc/UslVCtb-wkE/s200/intelligence.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Você é um daqueles que adora uma partida de Counter Strike, Fifa, GP ? E também gosta de assistir aos seriados com tramas complexas ? Ou mesmo uma novela das 8 horas? Não, não ache que vou dizer que você é um alienado, e que está ficando sem cérebro! Muito, pelo contrário ! De acordo com o americano Steven Johnson, depois de lançar seu último livro, Everything Bad Is Good for You (ainda sem tradução no Brasil, mas que significa algo como ‘tudo o que é ruim é bom para você’), você está muito mais inteligente!!! Vamos dar uma olhada neste artigo, sobre o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Livro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Johnson anda provocando muita polêmica no mundo todo por defender a idéia de que as expressões da cultura de massa - filmes, programas de TV e jogos eletrônicos -, tidas normalmente como lixo, são, na realidade, grandes estimulantes da mente. O inusitado é que seus argumentos são convincentes. Johnson busca olhar além dos temas violentos, sexualizados e banais que dominam vários seriados americanos e filmes de Hollywood e identifica desafios ao cérebro humano no formato desses produtos culturais. Para o escritor, a narrativa não-linear e as diversas referências presentes em seriados como Lost, e 24 Horas exercitam o raciocínio. Os games - até aqueles em que o jogador brinca de ser um criminoso -, por sua vez, contribuem para as conexões mentais de lógica e a velocidade de raciocínio, afirma ele. A tese de Johnson ganhou respaldo quando em julho de 2005, saíram os resultados da Avaliação Nacional de Progresso Educacional, teste de leitura e matemática aplicado em estudantes nos Estados Unidos desde 1971. O exame apurou que os alunos do ensino fundamental, atualmente, têm desempenho substancialmente melhor que há 30 anos nas disciplinas avaliadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curva do Dorminhoco&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O nome ‘dorminhoco’ vem da comédia do cineasta Woody Allen, Sleeper (O Dorminhoco, em português), de 1973. O personagem interpretado por Allen acorda 200 anos à frente e os cientistas informam a ele que gordura, caldas doces e cigarros, no fim, fazem bem à saúde. Algo semelhante ocorreu com a cultura pop - as coisas que pensávamos ser lixo, no sentido da cognição e da inteligência, na realidade se mostraram saudáveis, intelectualmente falando. O que Johnson chamou de Curva do Dorminhoco seria, então, a tendência da cultura popular, nos últimos 30 anos, a ficar mais e mais complexa e a exigir mais da inteligência das pessoas. No livro, ele fala mais da cultura americana, mas acredita que sua tese se aplica a muitos outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novelas e Reality Shows&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o livro os reality shows são em geral bem medíocres. Mas o que Johnson faz, na verdade, é comparar esses reality shows atuais com programas fracos de 30 anos atrás, como Chips, The Dukes of Hazzard (antigamente transmitido no Brasil sob o nome de Os Gatões) etc. Segundo Johnson, a maioria dos novos programas populares é muito mais complexa do que esses programas antigos horríveis. Dessa maneira, até mesmo a programação de qualidade inferior atual, se comparada à dos anos 70, tem aumentado seu nível. No entanto, isso não significa que reality shows estão nos tornando mais inteligentes, mas que a qualidade da TV está melhorando com o tempo. ‘Muitos seriados e novelas contêm estruturas narrativas complexas, com dramas que seguem múltiplas linhas. Eles exercitam habilidades como atenção, paciência e retenção de informações’.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Titulo polêmico&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com Johnson, a polêmica do nome é em parte a razão para todo mundo ter começado a discutir o assunto. Muita gente pensou que o editor do livro tivesse forçado esse nome, contra sua vontade, só para vender mais. Mas, o título do livro foi idéia Johnson. Ele acredita que se tivesse colocado um título como ‘A Cultura da Complexidade: como a Cultura Pop Está Aumentando Nossas Habilidades Cognitivas para Resolver Problemas mais do Que Há 30 Anos’, ninguém estaria falando sobre a publicação. E o preço que se paga por toda essa polêmica criada é que as pessoas começam a discutir a premissa sem ter lido, e a maioria das críticas que fazem está baseada em assuntos que ele não aborda no livro. Ao contrário do que suas idéias podem sugerir, Johnson é um grande amante dos livros. Especialista em literatura inglesa e semiótica, o autor de obras aclamadas como A Cultura da Interface e Emergência, que ganharam traduções no Brasil &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1008151-1664,00.html"&gt;Uma boa má influência&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM650349-7823-NOVOS+OLHARES+VIDA+DIGITAL,00.html"&gt;Novos Olhares - Vida Digital&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-2853539734215543074?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/2853539734215543074/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=2853539734215543074&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2853539734215543074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2853539734215543074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/04/estamos-mais-inteligentes.html' title='Estamos mais Inteligentes?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RhL4NUxlNMI/AAAAAAAAACc/UslVCtb-wkE/s72-c/intelligence.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-1455454208383115219</id><published>2007-03-27T19:40:00.000-07:00</published><updated>2007-03-27T19:57:48.194-07:00</updated><title type='text'>Artigo do The Economist</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RgnY8z32U2I/AAAAAAAAACQ/TrFWANmYUkg/s1600-h/mozart.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046803396673557346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RgnY8z32U2I/AAAAAAAAACQ/TrFWANmYUkg/s200/mozart.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Vez ou outra eu me deparo com artigos que me deixam encantada. Este aqui, que eu peço licença autoral para divulgar no blog, fala das diferenças entre o "alpha" e o "beta". Jargões usados amplamente no mercado financeiro para denominar, no caso, a habilidade do gestor em gerar retorno e o retorno sistemático de mercado. No artigo, discutem-se as desvantagens da existência de portfolios clonados e também questiona-se se realmente os fundos estão gerando ganhos pela habilidade dos gestores ou se os mesmos apenas estão aproveitando o ganho intrínseco do mercado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espero que vocês apreciem o artigo do Economist e peço desculpas por estar o artigo em inglês. Prometo que os próximos eu tentarei traduzir antes de publicar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;WHAT'S IT ALL ABOUT, ALPHA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Demystifying fund managers' returns&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;TOO many notes. That's what Emperor Joseph II famously said to Mozart on seeing his opera "The Marriage of Figaro". But surely to think of a musical work as just a series of notes is to miss the magic. Could the same be said about fund management? It is the fashion these days to separate beta (the systematic return delivered by the market) from alpha (the manager's skill). Investors are happy to pay high feesfor the skill, but regard the market return as a commodity.Distinguishing the two is, however, difficult.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A fund manager might beat the market because of luck or recklessness,rather than skill, for example. Suppose he packed his portfolio with oil stocks. When the crude price rises that would pay off, but it wouldbe a pretty risky portfolio. More generally, alpha sceptics often attribute eye-catching returns to "style bias", such as favouring stocks with a high dividend yield. But should they be biased against style bias? After all, the only portfolio utterly free of bias would be one that included the entiremarket. Were a Britain portfolio to exclude just one stock, such as BP, it would have a small-cap bias, a sector bias and a currency bias (most of BP's revenue is in dollars). Hence any excess return must stem froms ome element of style.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Academics have entered this debate, trying to pin down the factors that drive a fund's performance. These might include the difference inr eturns between small-cap and large-cap stocks (fund managers tend tofavour the former) or the level of credit spreads and so on. Bill Fungand Narayan Naik of London Business School have come up with a seven-factor model which, they say, can explain the bulk of hedge-fundp erformance. After allowing for these factors, the average fund of hedge funds has not produced any alpha in the past decade, except during the dotcom bubble.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;This approach suggests the whole idea of alpha might be an illusion.A cademics can explain most of it, and the only reason they cannot explain all of it is because they are not clever enough to think of themissing factors. However, it is also possible to take the opposite tack. This type of analysis gives managers no credit for choosing the systematic factors--the betas--that drive their portfolios. Yes, these betas could often have been bought for very low fees. But would an investor have been able to put them together in the right combination?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;It is as if a diner in Gordon Ramsay's restaurants were brave enough to tell the irascible chef: "This meal was delicious. But chemical analysis shows it is 65% chicken, 20% carrot, 10% flour and 5% milk. I could have bought those ingredients for GBP1.50. Why should I payGBP20?" The chef's reply, shorn of its expletives, might be: "The secret is in the mixing."&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;This debate matters because people are now trying to replicate the performance of hedge funds with cloned portfolios. Indeed Messrs Fungand Naik have shown that their model would have produced an annual return over the past four years of 11.6%, well ahead of the averagefund of hedge funds. Their performance was purely theoretical. But Goldman Sachs and Merrill Lynch have launched cloned hedge funds on the market.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;There are two potential criticisms of the cloned approach. One is that it will simply reproduce all the systematic returns that hedge funds generate and none of their idiosyncratic magic. However, this "magic"is hard to pin down. Even if it does exist, Messrs Fung and Naiksuggest it may be worth no more than the fees hedge funds charge, so the managers are the only ones to benefit from their skills. The second criticism is that the clones will always be a step behind the smart money. You cannot clone a hedge fund until you know where it has been. But by then it may have moved on. As a result, the clones maypile into assets that the hedge funds are selling, making the classicmistake of buying at the top. This may not be a fatal flaw, however. It is possible to imagine some clones taking contrary bets, buying the betas that seem temporarily out of favour, in the hope that they willbe purchasing what the hedge funds are about to buy.There are some nice ironies at work here.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Hedge-fund managers often rely on secretive "black box" models: the investor puts his money in a tone end and sees the returns spat out at the other, but no more thanthat. Now, armed with just that information, academics are coming upwith their own models, which almost match the hedge funds' performance. Mozart might have sympathised. His operas were more than the sum of hisnotes. But even if the great composer had no peers, he has had plenty of imitators.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-1455454208383115219?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/1455454208383115219/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=1455454208383115219&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1455454208383115219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1455454208383115219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/03/whats-it-all-about-alpha.html' title='Artigo do The Economist'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RgnY8z32U2I/AAAAAAAAACQ/TrFWANmYUkg/s72-c/mozart.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-121570964726445048</id><published>2007-03-15T15:53:00.000-07:00</published><updated>2007-03-18T19:08:04.520-07:00</updated><title type='text'>Celular vai às compras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rfna96XQlBI/AAAAAAAAACQ/H58hphGBPLQ/s1600-h/m-payment.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042302014991668242" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rfna96XQlBI/AAAAAAAAACQ/H58hphGBPLQ/s200/m-payment.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Imagine a seguinte cena: você foi ao cinema e ao passar no controle de acesso (catraca), você apontou seu celular para o leitor laser que reconheceu o código de barras mostrado na tela do seu celular ao invés de ter mostrado um bilhete com código de barras impresso. E você nem entrou na fila da bilheteria, pois comprou via Internet! Futuro? Não, isto já é possível e aqui mesmo no Brasil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canivete Suíço ou Celular Suíço?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O celular vem se mostrando mais do que simplesmente um aparelho para realizar ligações telefônica, tendo incorporado na sua evolução muitas funcionalidades como tocador mp3, foto digital, rádio, acesso a internet, troca de mensagens multimídia. E agora ele quer ser sua carteira, substituindo seu cartão crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do celular como forma de pagamento, substituindo plásticos e papéis, entrou definitivamente na mira de operadoras de telefonia móvel, bancos, administradoras de cartões, empresas de internet e varejistas de todos os portes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Micropagamentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco dos projetos de pagamentos móveis em todo o mundo está em micropagamentos. São transações de alto volume e baixo valor com ganho de escala e presença em segmentos como transportes, vendas porta-a-porta, serviços de entrega, programas de benefícios e até pagamentos entre pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia pegou tão bem que uma empresa californiana Obopay criada em 2005 começou a ganhar espaço apostando na conveniência do cartão de crédito pré-pago pelo celular. “Se você saiu para jantar com os amigos e não tinha dinheiro para pagar pode transferir um crédito de Obopay do seu celular para o Obopay da pessoa por mensagem de texto. Depois ela converte esse valor em dinheiro”, explica o consultor. “Isso pode ser interessante para controlar gastos entre adolescentes e até mesmo dentro de uma família”. Segundo Castonguay, o serviço é usado por mais de 100 mil norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a revista inglesa The Economist, as estimativas apontam que o mercado m-payment (pagamentos por celulares) deve saltar de 3,2 bilhões de dolares em 2003 para algo em torno de 37 bilhões de dólares no ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O quinto mercado mundial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Brasil se tornou o quinto maior mercado de celulares ativos no mundo, superando o Japão e por isso o potencial para o segmento de pagamentos eletrônicos está sendo considerado a menina dos olhos para as empresas operadoras, administradoras de cartões, bancos, varejistas e de benefícios. Todas tem projetos para serem implantados ainda este ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/03/14/idgnoticia.2007-03-13.2864066803/IDGNoticia_view?pageNumber:int=1"&gt;O celular vai pagar a conta&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/computerworld/comunicacoes/2006/08/08/idgnoticia.2006-08-04.4624377473/IDGNoticia_view"&gt;Bancos enfim sucumbem aos encantos do mobile banking&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/corporate/noticias/noticia_195889.shtml"&gt;Livraria Cultura oferece m-payment para correntistas HSBC&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-121570964726445048?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/121570964726445048/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=121570964726445048&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/121570964726445048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/121570964726445048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/03/celular-vai-s-compras.html' title='Celular vai às compras'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rfna96XQlBI/AAAAAAAAACQ/H58hphGBPLQ/s72-c/m-payment.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-1768371682537213174</id><published>2007-03-14T18:32:00.000-07:00</published><updated>2007-03-14T18:56:49.351-07:00</updated><title type='text'>O que a China afinal, tem haver conosco?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RfinvMnE-oI/AAAAAAAAACI/-sNpbed34Ec/s1600-h/stock.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041964212122090114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RfinvMnE-oI/AAAAAAAAACI/-sNpbed34Ec/s200/stock.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RfinoMnE-nI/AAAAAAAAACA/pxfrWNYgy_k/s1600-h/stock.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Há 2 semanas, no dia em que a Bolsa de Xangai caiu 8,8% em apenas um dia, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu 7,92% e muitos se perguntaram: "por quê?" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Primeiro, vamos entender o motivo pelo qual a Bolsa de Xangai caiu. Recentemente, o governo chinês demonstrou preocupação com a possibilidade de sobrevalorização dos papéis no mercado. Segundo o site da &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/"&gt;BBC&lt;/a&gt;, "o mercado passou por um crescimento muito rápido e muito forte nos últimos anos. Apenas nos últimos 12 meses, as ações subiram 130%. A BBC ainda completa com o comentário do analista da TX Consulting, Qiu Yanying, em Xanghai: "Em tempos de altas sem precedentes, os riscos também subiram". Diferente da composição da Bovespa, onde o grande montante de dinheiro é movimentado por investidores institucionais e estrangeiros, a Bolsa de Xangai é em grande parte movimentada por investimentos de pessoas físicas que, na falta de lugares melhores para investir (devido a propria dinâmica do país), investem em papéis na Bolsa. Investidores estes que, ao primeiro sinal de perigo retiram seu dinheiro imediatamente da Bolsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ora, mas isso não é desculpa para o caos que se viu naquela semana. Não é mesmo. Na verdade, a queda da Bolsa de Xangai e as medidas que o governo chinês impôs para conter o crescimento tomaram o mundo de temor com o medo de que isso significasse uma coisa: recessão nos EUA. Como se sabe, a China e os EUA vivem uma dinâmica nada saudável, mas que funciona: os chineses vendem seus produtos para os EUA e em troca adquirem títulos da dívida americana. Ora, se a China diz que não pode crescer mais porque acha que o mercado não vai absorver tamanho crescimento, o que se deduz é que os EUA não vai absorver o crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Calma, nada de pânico. Aliás, pânico é a palavra para o que aconteceu naquele dia. A queda da Bolsa de Xangai fez com que muitos investidores ao redor do mundo começassem um movimento de realização de lucros. Aproveitando que as Bolsas ao redor do mundo acumulavam um ganho extraordinário (a Bovespa chegou a bater 45 mil pontos, por exemplo), os investidores começaram a deixar sua posição de "comprados". O que se viu foi também um exemplo típico de "efeito manada". Sem entender o que estava realmente acontecendo, muita gente aproveitou o momento para realizar lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Minha dica agora? Calma. Não estamos em recessão, mas a Bolsa está arisca. Cautela ao comprar e pense em longo prazo. Algumas pessoas ganham dinheiro no intra-day, mas a grande maioria ganha a longo prazo. Selecione com cautela as empresas boas e sólidas e invista seu dinheiro. Você não vai se arrepender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;Leia mais:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2007/02/070227_shanghai_stock_pu.shtml"&gt;Bolsa de Xangai tem maior queda em dez anos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?mat=8141"&gt;Bovespa tem a maior queda em cinco anos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-1768371682537213174?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/1768371682537213174/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=1768371682537213174&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1768371682537213174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1768371682537213174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/03/o-que-china-afinal-tem-haver-conosco.html' title='O que a China afinal, tem haver conosco?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RfinvMnE-oI/AAAAAAAAACI/-sNpbed34Ec/s72-c/stock.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-2867118815052556099</id><published>2007-03-07T03:47:00.000-08:00</published><updated>2007-03-07T03:55:35.678-08:00</updated><title type='text'>Aquecimento Global</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Re6nnhEUWhI/AAAAAAAAACI/zNxaJmntYEA/s1600-h/gaia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039149330407381522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Re6nnhEUWhI/AAAAAAAAACI/zNxaJmntYEA/s200/gaia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em novembro do ano passado, publicamos aqui um artigo referente ao aquecimento global e a emissão de CO2 e suas consequências baseado no &lt;a href="http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/relatrio-stern-mudanas-climticas-e.html"&gt;Relatório Stern - Mudanças Climáticas e Economia&lt;/a&gt;. Do ponto de vista econômico, o relatório aponta para os danos que ocorrerão na agricultura, turismo, habitação e saúde, tanto para países ricos quanto para os países em desenvolvimento. Do ponto de vista ambiental, o estrago é ainda maior, extinguindo animais e destruindo seus habitats naturais. Isto é muito sério, pois o planeta em si é um sistema complexo, mas balanceado e uma vez os seres humanos tem alterado significativamente sua moradia (a Terra), também sofreremos as consequências disto.Hoje encontrei um novo artigo no jornal Folha de São Paulo, onde um esboço ainda não publicado de um relatório da ONU obtido pela "Spiegel Online". Este relatório aponta que as mudanças climáticas devido ao aquecimento estão acontecendo mais rápido do que se acreditava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A verdade está lá fora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As evidências dos efeitos do aquecimento global tem sido apresentadas por vários documentários, inclusive de alguns ilustres como Al Gore (candidato a presidência dos EUA). &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Mas para lembrarmos novamente: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Lagos glaciais estão aumentando tanto em tamanho quanto em número, levando potencialmente a cheias mortais. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O gelo permanente nas regiões montanhosas e em altas latitudes está esquentando, aumentando o risco de deslizamentos de terra. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;À medida que a temperatura de rios e lagos aumenta, sua estratificação térmica e qualidade da água estão mudando. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;As correntes dos rios, afetadas pelo derretimento do gelo e geleiras, estão acelerando durante a primavera. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A primavera está começando mais cedo, fazendo as plantas vicejarem mais cedo e mudando a migração das aves. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Muitas plantas e animais estão expandindo seus hábitats para regiões montanhosas e latitudes mais altas que estão se tornando mais amenas. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Mudanças na circulação da água, na criosfera (zonas geladas), assim como na flora e fauna ao longo do período dos últimos 20 anos. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que faremos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto o planeta assiste aos debates políticos sobre o aquecimento global e poucas ações reais como o protocolo de Kyoto por exemplo, tem sido feitas e que realmente possam reverter este quadro. Falando em reverter este quadro, não consigo imaginar China, Rússia, Brasil, além de outras nações que precisam crescer e se desenvolver interfirindo e tendo atitudes para contribuir contra o aquecimento global. Nações que hoje são consideradas desenvolvidas, contribuiram e muito para a devastação da natureza e emissão de CO2 no passado recente, e hoje numa posição privilegiada economica e socialmente apontam para os problemas do aquecimento global. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gaia &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo James Lovelock que ficou famoso por sua teoria de Gaia, o planeta é um organismo vivo onde mar, terra e atmosfera trabalham em conjunto para criar as condições necessárias para a vida. A humanidade destruindo este frágil equilíbrio está criando uma nova era do gelo. Isto foi publicado dem 1979! Muitos cientistas tem verificado e aceitado suas idéias hoje.&lt;br /&gt;Lovelock diz ainda que: nós somos o coração e mente do planeta. Nos temos que pensar no planeta, não apenas em nós mesmos. Nós devemos ver como temos danificado o planeta e lembrarmos sempre que somos parte dele.&lt;br /&gt;Para fecharmos este artigo, cito em inglês as palavras de Lovelock&lt;br /&gt;"It will be terrible for the Earth if she loses us... it is through our eyes that she sees her own beauty."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2007/03/03/ult2682u379.jhtm"&gt;Impacto da mudança climática é maior do que se imaginava&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/relatrio-stern-mudanas-climticas-e.html"&gt;Relatório Stern - Mudanças Climáticas e Economia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-2867118815052556099?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/2867118815052556099/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=2867118815052556099&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2867118815052556099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2867118815052556099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/03/aquecimento-global.html' title='Aquecimento Global'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Re6nnhEUWhI/AAAAAAAAACI/zNxaJmntYEA/s72-c/gaia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-2691370485270546631</id><published>2007-03-04T08:34:00.000-08:00</published><updated>2007-03-04T08:42:12.596-08:00</updated><title type='text'>Mudança</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rer20-Fr7gI/AAAAAAAAABw/O-VDPA27gFg/s1600-h/mudanca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038110523047800322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rer20-Fr7gI/AAAAAAAAABw/O-VDPA27gFg/s320/mudanca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pessoal,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chamem isso de a volta dos que não foram ou do que quiser. Após um tempo de reflexão, decidimos expandir o tema do blog e isso inclui a minha volta. Alguns assuntos sempre foram relacionados, como Economia, Política e Sustentabilidade Ambiental. Agora resolvemos mudar o nome do blog para "Café &amp;amp; Companhia" e falar com mais ênfase de Tecnologia, Ações (Renda Variável) e Literatura. A idéia é manter os temas mais complexos, mas também ter um pouco de diversão. Afinal, merecemos um descanso de vez em quando. Quanto à literatura, isso fica por minha conta, onde vou comentar sobre livros que ando lendo e também escrever artigos periodicamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espero que vocês continuem nos prestigiando aqui como sempre. Comentários são bem-vindos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um grande abraço,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claudia Koma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-2691370485270546631?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/2691370485270546631/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=2691370485270546631&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2691370485270546631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/2691370485270546631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/03/mudana.html' title='Mudança'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/Rer20-Fr7gI/AAAAAAAAABw/O-VDPA27gFg/s72-c/mudanca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-5235925558036820871</id><published>2007-02-22T15:26:00.000-08:00</published><updated>2007-02-22T16:11:05.889-08:00</updated><title type='text'>Biometria - Minority Report?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rd4wsCUEPiI/AAAAAAAAABs/8SkGnQ9MI2c/s1600-h/biometria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5034514966540205602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rd4wsCUEPiI/AAAAAAAAABs/8SkGnQ9MI2c/s200/biometria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vocês se lembram de Minority Report? Lembram das várias cenas onde sistemas inteligentes liam a íris das pessoas e tinham acesso ao seu banco de dados? Outros filmes utilizavam leitura digital da mão ou de um ou mais dedos? A maioria, filmes ficção científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de caraterísticas físicas e comportamentais em mecanismos de identificação é conhecido como biometria, isto é, seu corpo é sua senha. E pasmem farão parte do dia-dia nosso ainda este ano (2007). Neste ano, os três maiores bancos privados Itaú, Unibanco e Bradesco utilizarão sistemas biométricos para para reforçar a identificação do usuário, combatendo assim fraudes. Esse sistema também é usado por algumas empresas para logon no Windows ou acesso a determinado conteúdo, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muitos caminhos a seguir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bradesco, inaugurou terminais de auto-atendimento com sensores que lêem as veias da mão de seu cliente para evitar crimes. Outros bancos também estão investindo em pesquisa na área, mas tratam o assunto com cuidado estratégico. Por outro lado, o Unibanco fez testes recentes com reconhecimento da íris. E para implementar mecanismos de segurança, os Bancos gastam somas astronômicas. São centenas de milhões de reais investidos para se garantir a segurança. Apenas o banco o Bradesco para citar, investiu R$ 1,5 Bilhão em 2006!&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É seguro mesmo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o artigo (veja também), não adiantaria por exemplo, alguém decepar seu dedo ou mão para tentar bular o sistema, pois é preciso que o sangue esteja circulando nas veias para funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os dados da International Biometric Group revelam que o mercado mundial de biometria deve movimentar cerca de US$ 3 bilhões em 2007. Em 2012, a cifra pula para US$ 7,5 bilhões, segundo estudos da consultoria, principal referência na área.O relatório aponta ainda quais tecnologias vão liderar o mercado até o final deste ano. O principal faturamento deve vir do reconhecimento de impressões digitais (59%). Identificação por padrões da face (13%) e leitura da íris (5%) vêm em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai uma mãozinha aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21495.shtml://"&gt;Caixa eletrônico começa a exigir leitura da mão para evitar fraudes &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21496.shtml"&gt;Entenda o que é e como funciona a biometria &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-5235925558036820871?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/5235925558036820871/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=5235925558036820871&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5235925558036820871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5235925558036820871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/02/biometria-minority-report.html' title='Biometria - Minority Report?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/Rd4wsCUEPiI/AAAAAAAAABs/8SkGnQ9MI2c/s72-c/biometria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-5511194041254217220</id><published>2007-02-06T14:08:00.000-08:00</published><updated>2007-02-06T15:54:14.198-08:00</updated><title type='text'>PAC-Man</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RckUNyPZIlI/AAAAAAAAABU/G9UIsLpbhs0/s1600-h/pacman.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028572685993058898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RckUNyPZIlI/AAAAAAAAABU/G9UIsLpbhs0/s200/pacman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RckS3SPZIjI/AAAAAAAAABE/ytAftXJExpY/s1600-h/pacman.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O Programa Aceleração de Crescimento (PAC) - apresentado no artigo anterior neste BLOG até hoje tem causado muita polêmica. Muitos acreditam ser um iniciativa positiva, outros nem tanto. O fato é que o PAC aponta para uma participação massiça do Estado, como um grande investidor. Há uma contradição nes&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RckSQiPZIiI/AAAAAAAAAA8/wrZ0yK8Ovoo/s1600-h/pacman.jpg"&gt;&lt;/a&gt;te caso, visto que a situação fiscal do governo não é lá estas coisas. De acordo com o professor de economia José Alexandre Scheinkman, o governo deveria ter se concentrado em dar melhores condições para o setor privado participar do processo de investimento no Brasil. É claro que projetos de infra-estrutura devem ter a participação do governo e outros como telecomunicações, quando o governo dá condições mínimas de regulamentação, o setor privado atende as necessidades do País.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De olho nos melhores&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como temos observado em outros artigos publicados em jornais, revistas, livros e no &lt;em&gt;&lt;a href="http://cafecomeconomia.blogspot.com"&gt;blog café com economia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, os governos asiáticos apostaram muito em obras de infra-estrutura no passado e hoje dão sustentação ao crescimento econômico vertiginoso. Basta olharmos para China, e Coréia do Sul por exemplo. E desde os anos 80 o Brasil tem investido muito pouco em infra-estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A educação também é primordial para preparar o país para o crescimento. Devemos ter escolas de qualidade, do ensino fundamental até as FATECs e universidades. Temos que percorrer o caminho já trilhado por outras nações como Índia, China e Irlanda (polo de tecnologia). Olhar para os melhores e ter a ambição de superá-los e não nos nivelarmos por baixo procurando um contexto ou estigma de latinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo gasta muito e mal o seu dinheiro (nosso). Seus gastos tem aumentado, indo na contramão do que deveria ser. A tal reforma fiscal não sai do papel e somada com a ineficiente gestão dos recursos, resta uma conta pesada para se pagar. Nós temos que pagar. Aliás, quem se lembra da CPMF? A cada hora, arranjam um motivo (conta a pagar) para não se extinguir. É um apetite voraz que me lembra o PACMan (game antigo). Isso atua de forma negativa para nosso crescimento, uma vez que somos cada vez mais onerados (pagamos mais impostos).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Programa de Aceleração do Crescimento é muito pouco para ter impacto na economia, mas o Brasil crescerá. E o mérito será devido ao bom momento da economia mundial. Lembrando que crescer abaixo da média dos países emergentes é submergir. Isto é, estaremos mais pobres, com menos empregos e oportunidades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/489/entrevista/index.htm"&gt;Se o país crescer, não será por causa do PAC&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/01/o-plano-do-presidente-lula-ser-que.html"&gt;O Plano do Presidente Lula - será que agora 5% vai?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-5511194041254217220?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/5511194041254217220/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=5511194041254217220&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5511194041254217220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/5511194041254217220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/02/pac-man.html' title='PAC-Man'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RckUNyPZIlI/AAAAAAAAABU/G9UIsLpbhs0/s72-c/pacman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-8115278685662310392</id><published>2007-01-27T05:14:00.000-08:00</published><updated>2007-01-27T06:19:26.106-08:00</updated><title type='text'>O Plano do Presidente Lula - será que agora 5% vai?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos dias, um assunto tomou a pauta das discussões econômicas: o Programa de Aceleração do Crescimento divulgado por Lula, onde o presidente demonstra certo comprometimento com sua meta de crescimento de 5% ao ano. Para atingir o objetivo, o Plano é simples: melhora as condições de investimento (em bens de capital, propriamente dito) por meio de implantação de medidas de incentivo fiscal e aumenta o poder de compra do consumidor por meio de reajustes de salário mínimo. Obviamente, essas medidas devem gerar crescimento. Mas será que vai ser o suficiente para o tão sonhado 5% do presidente? Isso é questão para discutirmos mais adiante, mais precisamente na seção enquete que inauguramos hoje.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RbtZm04qezI/AAAAAAAAABA/VaczUFe3VH4/s1600-h/lulapac.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5024708332828130098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 208px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" height="153" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RbtZm04qezI/AAAAAAAAABA/VaczUFe3VH4/s200/lulapac.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto isso, vamos ver um pouco do que se trata o PAC. O site &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_de_Acelera%C3%A7%C3%A3o_de_Crescimento_-_PAC"&gt;wikipedia &lt;/a&gt;faz uma interessante análise sobre onde vem o dinheiro e para onde vai:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De onde vem o dinheiro?&lt;/strong&gt; Basicamente, 219,20 bilhões de reais serão investimentos feitos por empresas estatais, sendo 148,7 bilhões de reais serão investidos somente pela Petrobrás; 67,80 bilhões de reais serão investidos com recursos do orçamento fiscal da União e da seguridade e 216,9 bilhões de reais serão investidos pela iniciativa privada, induzidos pelos investimentos públicos já anunciados.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Para onde vai o dinheiro?&lt;/strong&gt; Como tudo o que vai, volta, uma parte vai para Energia (inclui petróleo, energia elétrica, gás natuarl e combustíveis renováveis), Infra-Estrutura Social e Urbana (projeto Luz para Todos - isso é energia também), saneamento básico, projetos de habitação, metrôes, recursos hídricos e logística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;Abaixo, algumas das principais medidas divulgadas no PAC:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Investimentos públicos e privados previstos da ordem de R$ 503,9 bilhões até 2010;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Criação de Fundo de Investimento em Infra-estrutura com recursos do patrimônio líquido do FGTS com valor inicial de R$ 5 bilhões;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estímulo ao crédito e ao financiamento, incluindo aí ampliação em R$ 1 bilhão, em 2007, do limite de crédito para habitação popular; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Redução da arrecadação de impostos;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Redução consistente da alíquota da TJLP, atualmente em 6,5% ao ano; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Redução dos spreads do BNDES para financiamento de projetos em infra-estrurutra;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Realização de operações de project finance para energia, logística e desenvolvimento urbano;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Suspensão da cobrança de PIS e Cofins na compra de insumos e serviços utilizados pela construção civil em novos projetos de infra-estrutura de longo prazo (transportes, portos, energia e saneamento básico); &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isenção do Imposto de Renda às aplicações feitas no novo fundo de investimento em infra-estrutura após cinco anos da aquisição da cota; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Redução para zero das alíquotas do IPI, PIS, Cofins e Cide nas vendas de equipamentos de transmissão de sinais de TV digital, na aquisição de bens de capital e na transferência para aquisição de tecnologia e software;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Criação de lei que estabelece diretrizes para acesso aos gasodutos, fixação de tarifas, introdução do regime de concessão para construção e operação de gasodutos; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reajuste do salário mínimo, entre 2008 e 2011, com base na variação anual do INPC mais a taxa de crescimento real do PIB de dois anos imediatamente anteriores. Manutenção da política de valorização do mínimo até 2023, com definição de novas regras até 2011; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre outros. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="center"&gt;Agora é a sua vez de participar. Responda a enquete do Café com Economia:&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="2" bgcolor="#006600" border="1"&gt;&lt;form action="http://www.misterpoll.com/poll.mpl" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" value="3884024106" name="id"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;b&gt;Você acha que o Brasil vai crescer 5% em 2007?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="radio" value="1786862388" name="question2198893947"&gt; Claro, eu confio no presidente Lula!&lt;br /&gt;&lt;input type="radio" value="82487629" name="question2198893947"&gt; Nunca, esse plano é só lorota e vai acabar em pizza.&lt;br /&gt;&lt;input type="radio" value="3715413389" name="question2198893947"&gt; Crescer, vai...mas 5%? Eu aposto em menos.&lt;br /&gt;&lt;input type="radio" value="246245169" name="question2198893947"&gt; Prefiro não arriscar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;input type="submit" value="Vote" name="vote"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/form&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-8115278685662310392?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/8115278685662310392/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=8115278685662310392&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/8115278685662310392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/8115278685662310392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/01/o-plano-do-presidente-lula-ser-que.html' title='O Plano do Presidente Lula - será que agora 5% vai?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RbtZm04qezI/AAAAAAAAABA/VaczUFe3VH4/s72-c/lulapac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-1085070437070495321</id><published>2007-01-10T15:14:00.000-08:00</published><updated>2007-01-10T15:35:03.662-08:00</updated><title type='text'>iPhone - O pulo do gato</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RaV14XoO13I/AAAAAAAAAAM/Di9Xj0qlm2o/s1600-h/iPhone.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5018546971050170226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RaV14XoO13I/AAAAAAAAAAM/Di9Xj0qlm2o/s320/iPhone.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de muito tempo, Steve Jobs (presidente-executivo da Apple) apresentou seu novo gadget - iPhone. Até o então, os céticos poderiam dizer que juntar celular e mp3 player não é novidade, pois já vimos isto nos aparelhos das concorrentes: Nokia, Motorola e SonyEricsson por exemplo. Mas quando se fala da Apple podemos esperar novidades realmente interessantes, em funcionalidades, acesso a serviços via internet e um design arrebatador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para começar o iPhone foi baseado no iPod, que é simplesmente o sinônimo de mp3 player e todos querem um. Vamos verificar mais alguns detalhes, sendo alguns inovadores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O aparelho, mais fino que uma polegada, não tem teclado: usa tela sensível ao toque para fazer ligações, assistir a vídeos, ouvir música, conectar-se a um computador ou tirar fotos --há uma câmera digital de dois megapixels embutida.O lançamento vai "reinventar o setor de telecomunicações", anunciou Jobs, ontem, na conferência anual Macworld Expo, em San Francisco. "De tempos em tempos, um produto revolucionário vem e muda tudo", disse. E acrescentou que os outros celulares ainda estão engatinhando, uma vez que não são tão fáceis de se usar e tão pouco inteligentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O novo telefone, preto e prateado, é maior que o iPod Nano, com monitor de 3,5 polegadas. Há dois modelos: o mais barato, com quatro gigabytes para armazenamento de dados, custará US$ 499 (R$ 1.070) nos EUA, a partir de junho. A versão com o dobro de espaço sairá por US$ 599 (R$ 1.280). Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A previsão é que o produto eleve as vendas da empresa em mais de US$ 1 bilhão.O iPhone concorrerá num mercado que movimenta US$ 127 bilhões ao ano-- ao lado da Motorola, Sonyericsson e da Nokia, com dificuldades para elevar vendas de seus aparelhos, alguns dos quais já dispõem de music players e conexão com a internet."O iPhone coloca a Apple diante de uma oportunidade de mercado muito maior", disse William Shope, analista da JP Morgan Securities. E claro que o iPhone terá acesso via internet à loja iTunes que já vendeu 2 bilhões de músicas até agora.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21338.shtml"&gt;Apple lança o iPhone, celular com iPod &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.computerworld.com/action/article.do?command=viewArticleBasic&amp;articleId=9007628&amp;amp;pageNumber=1"&gt;iPhone&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012007/10012007-17.shl"&gt;Papéis de Nokia, LG e Samsung caem com iPhone&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-1085070437070495321?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/1085070437070495321/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=1085070437070495321&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1085070437070495321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/1085070437070495321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/01/iphone-o-pulo-do-gato.html' title='iPhone - O pulo do gato'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7OQ_G2bZbl0/RaV14XoO13I/AAAAAAAAAAM/Di9Xj0qlm2o/s72-c/iPhone.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-4286319396588129384</id><published>2007-01-07T16:13:00.001-08:00</published><updated>2007-01-07T16:43:41.302-08:00</updated><title type='text'>Ano Novo, vida nova...até na Bolsa!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RaGTf238lgI/AAAAAAAAAA0/QrnsEziDzvM/s1600-h/rn-diversestocks.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5017453635382842882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="150" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RaGTf238lgI/AAAAAAAAAA0/QrnsEziDzvM/s200/rn-diversestocks.jpg" width="213" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É, o ano virou e a Bolsa esteve mais arisca que nunca...quem acompanhou os mercados na última semana, espantou-se com a volatidade da Bolsa de São Paulo. No dia 05 de janeiro, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, registrou perda de 4,03%, atingindo os 42.245 pontos, a maior baixa desde 12 de junho. Notícia da Agência Estado da sexta-feira anunciava: "Boatos e aversão ao risco pressionam bolsas e moedas emergentes". Vamos entender a notícia, então.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;A própria matéria nos dá &lt;em&gt;insight &lt;/em&gt;preciosos sobre o que aconteceram nos últimos dias. Os boatos referiam-se aos movimentos na Bolsa que teriam sido causados por fundos de hedge expostos a commodities. "O inverno nos Estados Unidos e Europa está mais quente do que o normal e com isso o consumo de gás natural tem sido bem inferior ao previsto, com reflexo no preço do petróleo e podendo causar fortes perdas para alguns fundos”. O barril de petróleo era negociado na faixa de US$ 55,00, preço extremamente baixo se comparado com os níveis de US$ 70 que chegou a atingir no ano passado. Mas não vamos culpar apenas o preço do petróleo. Outras commodities como cobre e níquel também apresentam níveis de estoque elevado, afetando o valor de empresas de siderurgia e metalurgia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A divulgação da ata do Federal Reserve (Fed) também afetou os resultados da Bolsa de São Paulo. A ata demonstrou a preocupação do comitê com a relação a economia dos Estados Unidos, o que causou um movimento de realização dos lucros na Bolsa. Além disso, os dados mais fortes do que o esperado da geração de empregos nos Estados Unidos também abalaram as esperanças de um corte iminente na taxa de juros americana. Dessa maneira, a alta dos títulos da dívida norte-americana contribuiu para a queda maior da Bolsa, sendo que os investidores acabaram migrando para as aplicações de menor risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;No cenário interno, a divulgação do índice de produção industrial, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que verificou alta de 0,8% situando-se acima das estimativas do mercado, gerou um clima de incerteza com relação a um novo corte de 0,5 ponto percentual da Selic (13,25%) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os analistas, no entanto, apuram que não é momento para entrar em pânico. Os movimentos eram na sua maioria esperados e boa parte do resultado na Bolsa é reflexo do que acontece com as Bolsas do mercado internacional. &lt;/p&gt;Leia mais em:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/jan/05/298.htm"&gt;Bovespa cai 4%, maior baixa desde junho&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://br.news.finance.yahoo.com/070105/31/1dkj0.html"&gt;Índice fecha com queda de 4,03%, a 42.245 pontos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/investimentos/financas/2007/jan/05/224.htm"&gt;Bolsas européias fecham em queda com petróleo &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-4286319396588129384?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/4286319396588129384/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=4286319396588129384&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/4286319396588129384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/4286319396588129384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2007/01/ano-novo-vida-novaat-na-bolsa_07.html' title='Ano Novo, vida nova...até na Bolsa!'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RaGTf238lgI/AAAAAAAAAA0/QrnsEziDzvM/s72-c/rn-diversestocks.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-701050993898576026</id><published>2006-12-31T05:20:00.000-08:00</published><updated>2006-12-31T05:26:54.396-08:00</updated><title type='text'>Feliz Ano Novo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RZe6azqS3uI/AAAAAAAAAAU/iIfvgZuRNHs/s1600-h/happy-new-year.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5014681679807307490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RZe6azqS3uI/AAAAAAAAAAU/iIfvgZuRNHs/s320/happy-new-year.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Em nome de todos os colaboradores do Café com Economia, desejamos aos leitores deste blog um excelente ano de 2007 e muitas reflexões no campo da Economia :-)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-701050993898576026?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/701050993898576026/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=701050993898576026&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/701050993898576026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/701050993898576026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/12/feliz-ano-novo.html' title='Feliz Ano Novo'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__zOUxBfZ4Ag/RZe6azqS3uI/AAAAAAAAAAU/iIfvgZuRNHs/s72-c/happy-new-year.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116688651876999586</id><published>2006-12-23T07:01:00.000-08:00</published><updated>2006-12-23T07:47:29.356-08:00</updated><title type='text'>Risco-país</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7161/33/1600/247346/trabalho.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7161/33/200/391695/trabalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estes dias, eu estava curioso sobre como funciona o tal indicador risco-país. Todos noticiários falam dele, e já tem gente falando sobre risco-país em mesa de bar! Procurei então em vários sites e compilei isto neste artigo. Espero que ajude no entendimento inicial do assunto. &lt;div align="justify"&gt;O indicador risco país se tornou popular já em 2002 no momento da eleição presidencial, quando atingiu patamares estratosféricos, e agora segue em queda, o que apresenta uma percepção melhor da comunidade financeira internacional em relação ao Brasil. Antes de descrever como o indicador criado pelo banco norte-americano JP Morgan é calculado, vale a pena entender como funciona o mercado internacional de renda fixa, no qual o indicador se baseia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governos emitem papéis&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitos países, principalmente aqueles como o Brasil, que emitem uma parcela reduzida de títulos de dívida pré-fixada de prazo mais longo no seu próprio mercado doméstico, acabam recorrendo ao mercado internacional. Estes títulos nada mais são do que obrigações do Governo, no qual ele toma emprestado a uma determinada taxa junto aos investidores. Além do Brasil, muitos outros países emitem estes títulos no mercado, tentando atrair a atenção e os recursos dos investidores internacionais. A maioria destes papéis é emitida em dólares, sendo conhecidos como no mercado como bonds, ou bônus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Remuneração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todos estes governos "concorrem" pelos recursos dos investidores, a taxa de remuneração destes papéis depende do risco do país. Quer dizer que, se um país que tem um histórico de pagamentos em dia e sem sobressaltos, como os EUA, por exemplo, consegue captar dinheiro a uma taxa muito inferior a países com histórico recente de "problemas de crédito e calotes", como Argentina, Equador por exemplo. Esta remuneração é definida por uma taxa anual, ou seja, o quanto o governo tem que pagar por ano para "convencer" os investidores de que vale a pena investir. No caso dos EUA, a remuneração para um prazo de 10 anos fica na faixa de 4,60% ao ano, enquanto no caso do México, considerado um risco intermediário, os juros ficam em torno de 5,60%. Já no Brasil, mesmo com a melhora na perspectiva registrada nos últimos meses, a remuneração supera 6,60% ao ano. Estas taxas ainda podem mudar em intervalos bem curtos através da mudança no preço dos títulos. Com isso, se a situação piorar, os investidores buscam vender seus títulos, levando à queda nos preços e no aumento da remuneração. Caso a situação melhore, o inverso ocorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Títulos dos EUA servem como referência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para facilitar a análise comparativa entre os vários títulos, o mercado resolveu adotar um conceito de desempenho relativo, ou seja, comparar a rentabilidade dos títulos com um papel de referência. No caso das emissões em dólares, a referência fica com os próprios títulos do Tesouro norte-americano, que apresentam baixo risco e grande liquidez. Criou-se assim o conceito de diferencial - spread. No caso dos papéis do México, o diferencial de juros é de, neste exemplo, de 1 ponto percentual (5,60% pagos pelo México menos 4,60% pagos pelos EUA). Já na situação brasileira atual, o spread fica em torno de 2 pontos percentuais. Como nem todos os diferenciais são tão grandes como aqueles do México e do Brasil, o mercado costuma classificar este diferencial em pontos base. Isso nada mais é do que multiplicar o retorno por 100, obtendo, no caso do Brasil, um diferencial próximo de 200 pontos base. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Índice de Bonds de Países Emergentes&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como cada governo que emite papéis no mercado externo em geral tem mais do que um título no mercado, o banco norte-americano decidiu criar um índice, que pudesse combinar todos estes papéis e obter um indicador único, que pudesse ser usado como uma medida de risco global. Com isso, o JP Morgan criou, no final de 1993, o Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes, que mede o desempenho de uma vasta carteira de países, atualmente em 21. Dentre eles, podemos citar latino-americanos como Brasil, Argentina, México, Colômbia e Venezuela; europeus como Rússia, Bulgária e Polônia; e africanos como Nigéria. Mas também foi criado um índice específico para cada país como por exemplo Embi+Brasil que é o risco-país que ouvimos quase todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://vocesa.abril.com.br/aberto/colunistas/pgart_07_26112002_4259.shl"&gt;O que é o risco país e qual a sua influência&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u105128.shtml"&gt;Entenda o conceito de risco-país usado no mercado financeiro &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116688651876999586?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116688651876999586/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116688651876999586&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116688651876999586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116688651876999586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/12/risco-pas.html' title='Risco-país'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116635372459916722</id><published>2006-12-17T03:07:00.000-08:00</published><updated>2006-12-17T03:53:10.270-08:00</updated><title type='text'>Ser investidor é ser um estrategista!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2205/26/1600/840357/strategyreal.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 170px" height="288" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2205/26/320/297155/strategyreal.jpg" width="158" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje em dia, com a grande quantidade de opções de investimentos no mercado, decidir no que aplicar o dinheiro transforma todo investidor num grande estrategista. Não basta verificar o rendimento mensal, é preciso ver quais são as suas necessidades, se o investimento é de curto ou longo prazo, se você suporta perda de capital, entre outras coisas. Senão, você pode simplesmente entrar em pânico ao ler notícias como estas: "Em trinta dias, fundos perdem R$ 3,2 bilhões para outros investimentos" (fonte: &lt;a href="http://www.uol.com.br/economia"&gt;UOL Economia&lt;/a&gt;). Muita calma antes de sair correndo para tirar seu dinheiro daquele investimento no banco, respire fundo e tente entender os fatos!! Se levarmos em conta o ano, os fundos de investimentos captaram cerca de R$ 70 bilhões, número considerável, não é mesmo? Porém, nos últimos 30 dias, principalmente puxado pelo resultado dos fundos de renda fixa, foi significativa a retirada do dinheiro dos mesmos. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com certeza você já deve ter ouvido em algum lugar (no rádio ou mesmo no Fantástico) que, somadas a taxa de administração cobrada pelos fundos, o rendimento da renda fixa é menor do que outros mais conservadores. Como o próprio artigo menciona do UOL menciona, "com os sucessivos cortes na taxa Selic, que passou de 19,75% para 13,25% ao ano, as aplicações em fundos DI e de renda fixa oferecem, agora, retornos menos interessantes. Enquanto isso, outros investimentos seguem incólumes ao processo de afrouxamento da política monetária, como caderneta de poupança, imóveis e ações."&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vamos entender agora como funcionam os rendimentos destas aplicações:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Caderneta de poupança:&lt;/strong&gt; rendimento atrelado à TR - Taxa Referencial (em outras palavras, a adoção de uma política monetária expansionista não afeta seu retorno);&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fundos de Renda Fixa:&lt;/strong&gt; investem prioritariamente em instrumentos de renda fixa (títulos de valores mobiliários de dívida que têm uma estrutura de pagamentos estabelecida) - CDB (Certificado de Depósito Bancário), CDI (Certificado de Depósito Interbancário), NTN (Notas do Tesouro Nacional), BBC (Bônus do Banco Central). Na categoria de fundos de investimentos fixos, temos os fundos atrelados a SELIC e CDI que são o grande X da questão atualmente com a queda da taxa de juros, cujo objetivo principal é seguir a evolução das taxas de juros básicas da economia - CDI/SELIC. Ainda nesta categoria podemos citar também fundos que buscam retornos através de investimentos em ativos referenciados na variação de índices de preços (inflação), câmbio e títulos internacionais. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fundos de Renda Variável:&lt;/strong&gt; investem prioritariamente em ações (títulos de valores mobiliários representativos de participação no capital e nos lucros de uma empresa) e commodities. A lógica é simples, mas como o investidor deve saber, existem inúmeros tipos de fundos de renda variável dentro de cada um dos grupos citados acima: os fundos indexados buscam replicar (nem ganhar nem perder) um determinado indexador ou benchmark, os setoriais investem em ações de um determinado setor ou empresa, os livres buscam proporcionar crescimento do capital investido por meio da não utilização dos objetivos citados acima ou os que tentam otimizar a evolução de um determinado índice ou de um determinado setor e os fundos internacionais compõem prioritariamente sua carteira com ações de empresas que não sejam brasileiras. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fora isso, ainda existem os fundos de rendimento misto que vou deixar para explicar em outra ocasião, mas que o leitor pode ler no site sobre investimentos do Estadão, de onde muitas definiçoes deste artigo foram retirados: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/investimentos/"&gt;http://www.estadao.com.br/investimentos/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma dica: antes de retirar seu dinheiro do fundo de investimento: estude não só o rendimento, mas também como ele funciona, as taxas a serem pagas e os impostos incidentes. E leve em conta o seu perfil (não adianta ter aversão a perda de dinheiro e comprar ações!) e o tempo que vai deixar o dinheiro investido.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Leia também:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.intercidadania.net/noticia.kmf?noticia=5570634&amp;canal=54&amp;amp;amp;amp;total=98865&amp;amp;indice=0"&gt;Investidores, afinal, são seres humanos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116635372459916722?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116635372459916722/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116635372459916722&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116635372459916722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116635372459916722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/12/ser-investidor-ser-um-estrategista.html' title='Ser investidor é ser um estrategista!'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116551769509118677</id><published>2006-12-07T10:41:00.000-08:00</published><updated>2006-12-17T02:54:03.706-08:00</updated><title type='text'>Migração e Estabilidade Populacional</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7161/33/1600/868089/future.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="156" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7161/33/320/104014/future.jpg" width="239" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Projeções do Censo nos Estados Unidos revelam que metade da população mundial vive em territórios de baixa fertilidade não são suficientes para repor suas populações atuais. Esses países incluem não só os europeus, a Rússia e o Japão, onde o problema é particularmente sério, mas também outras regiões desenvolvidas como Austrália, Nova Zelândia, América do Norte e países do leste da Ásia, como Cingapura, Hong Kong, Taiwan e Coréia do Sul. Alguns países em desenvolvimento como Turquia, Argélia, Tunísia e Líbano, também tiveram queda abaixo de 2,1 crianças por mulher, taxa necessária para se manter a estabilidade populacional a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China é um caso especial, no qual a transição para uma população mais idosa - cerca de 400 milhões de chineses terão mais de 65 anos em 2020 - é particularmente preocupante, e o surgimento de um sério desiquilíbrio de gêneros pode ter graves repercussões políticas, sociais e mesmo internacionais. Um sistema pecuniário problemático indica que muitos chineses terão de continuar a trabalhar na velhice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A migração tem o potencial de ajudar a resolver o problema do declínio da população economicamente ativa na Europa e, em grau menor, na Rússia e no Japão; provavelmente, os movimentos migratórios se tornarão uma característica importante no mundo de 2.020, mesmo que muitos dos migrantes não tenham status legal. Os países que os receberão enfrentarão o desafio de integrar esses novos imigrantes de maneira a minimizar os conflitos sociais em potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A remessa de divisas de trabalhadores migrantes é cada vez mais importante para economias em desenvolvimento. Alguns economistas acreditam que, nos países mais pobres, as remessas são maiores que os investimentos diretos estangeiros e, em alguns casos, maiores até mesmo que a receita das exportações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, metade dos médicos de PhDs nigerianos reside nos EUA. A maioria dos especialistas não espera que a atual tendência de "fuga de cérebros" do Oriente Médio e da África diminua. Na verdade, ela pode aumentar com o crescimento das oportunidades de trabalho, particularmente na Europa.&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/efe/2006/10/31/ult1767u79188.jhtm"&gt;Efeitos negativos do envio de dinheiro à América Latina&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.aei.org/publications/pubID.20999,filter.all/pub_detail.asp"&gt;Four Surprises in Global Demography&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://business.guardian.co.uk/story/0,,1932737,00.html"&gt;Immigrants 'help the economy grow by 3%'&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116551769509118677?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116551769509118677/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116551769509118677&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116551769509118677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116551769509118677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/12/migrao-e-estabilidade-populacional.html' title='Migração e Estabilidade Populacional'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116447891505633153</id><published>2006-11-25T10:18:00.000-08:00</published><updated>2006-11-26T15:59:53.890-08:00</updated><title type='text'>Doença Holandesa no Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2205/26/1600/156791/export.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2205/26/320/533105/export.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um assunto em particular tem chamado a minha atenção nas últimas semanas: a discussão que tem acontecido em função da preocupação de que esteja ocorrendo o fenômeno da Doença Holandesa no Brasil. Para os mais desavisados, calma: não tem nada haver com epidemias como a doença da vaca louca ou a gripe aviária. A preocupação está no fato de se supor que exportar é o suficiente para acumular conhecimento e gerar crescimento.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é a Doença Holandesa&lt;/strong&gt; Basicamente, o conceito econômico tenta explicar a relação entre a exploração de recursos naturais e o declínio do setor manufatureiro. O termo foi formulado por uma dupla de economistas na revista The Economist em 1977 para descrever o declínio da indústria manufatureira na Holanda após a descoberta de gás natural. A teoria diz que um aumento de receita decorrente da exportação de recursos naturais irá desendustrializar uma nação devido à valorização cambial, que torna o setor manufatureiro menos competitivo aos produtos externos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É, porém, muito difícil dizer com exatidão que a doença holandesa é a causa do declínio do setor manufatureiro porque existem muitos outros fatores econômicos a se levar em consideração. Embora seja mais comumente usado em referência à descoberta de recursos naturais, pode também se referir a "qualquer desenvolvimento que resulte em um grande fluxo de entrada de moeda estrangeira, incluindo aumentos repentinos de preços dos recursos naturais, assitência internacional ou volumosos investimentos estrangeiros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bens não comercializáveis&lt;/strong&gt; Essa semana saiu um artigo do professor da FGV, Paulo Gala, na Gazeta Mercantil que discute a ameaça da Doença Holandesa no Brasil e a especialização em bens não comercializáveis causada pela apreciação cambial. Para esclarecer: bens não comercializáveis são produtos que, quer por sua própria natureza, quer devido aos altos custos de transporte por unidade de produto, tarifas elevadas ou outros tipos de restrição não podem ser comercializados no exterior. Exemplos de bens não comercializáveis internacionalmente podem ser encontrados no setor da habitação, de geração de energia, de transporte, de serviços educacionais, de serviços pessoais etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gala argumenta que "a apreciação cambial decorrente da exportação dos recursos naturais com base em rendas econômicas dificulta ou, no limite, torna impossível a produção dos bens comercializáveis (exportáveis) agrícolas e, especialmente, manufaturados que tenham maior potencial de inovações tecnológicas e ganhos de produtividade". Ou seja, em outras palavras, produtos de valor agregado que efetivamente fazer o PIB do país crescer. Ainda segundo Gala, "o setor de recursos naturais ocupa o espaço da produção agrícola e de manufaturas num processo de expulsão e destruição de empresas e empregos. Capital e trabalho são deslocados para a extração de recursos naturais e produção de bens não comercializáveis. A indústria volta-se para o mercado interno, especializando-se na produção de bens não comercializáveis que apresentam maior rentabilidade graças à apreciação cambial. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como não ser contaminado? &lt;/strong&gt;No artigo, o professor divide os países em desenvolvimento em 2 categorias: "aqueles que perseguem um superávit no setor de manufaturas por necessidade de importação de outros tipos de bens e aqueles que, apesar de abundantes em recursos naturais, perseguem uma estratégia de industrialização e exportação de manufaturas." Na segunda categoria, encontram-se países como Malásia, Indonésia e Tailândia. Além disso, ele ressalta também que é necessário que haja ausência de fluxos de capital decorrentes de endividamente externo. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Leia mais em:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dutch_disease"&gt;Wikipedia - Dutch Disease&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pgpblog.worldbank.org/the_dutch_disease_theory_and_evidence"&gt;The "Dutch Disease": Theory and Evidence&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?sourceid=navclient&amp;ie=UTF-8&amp;amp;rls=SUNA,SUNA:2006-24,SUNA:en&amp;amp;q=doen%c3%a7a+holandesa+no+Brasil"&gt;Fontes do Google&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116447891505633153?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116447891505633153/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116447891505633153&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116447891505633153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116447891505633153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/doena-holandesa-no-brasil.html' title='Doença Holandesa no Brasil'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116385081810169302</id><published>2006-11-18T03:41:00.000-08:00</published><updated>2006-11-18T05:16:05.443-08:00</updated><title type='text'>Uma Nova Geração de Idosos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/longevidade.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/longevidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Estamos vivenciando grandes mudanças na sociedade, onde graças aos avanços na tecnológicos que ocorrem sobre diversas áreas, tem se refletido diretamente em nossa longevidade. Os alimentos são melhorados e enriquecidos de vitaminas e minerais necessários pelo nosso organismo; novos medicamentos que estimulam, promovem a cura ou permitem uma sobrevida a um custo muitas vezes subsidiado pelo governo; terapias alternativas e milenares; exercícios físicos; controle de pestes e saneamento. Com todas essas melhorias fica evidente que nações desenvolvidas ou em desenvolvimento tiveram um aumento sensível em sua expectativa de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Teremos vigor aos 110 ou 120 anos de idade&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com todas essas mudanças acontecendo, fica evidente que novas regras para aposentadoria deverão ser criadas. Sem mencionar o fato do decréscimo de nascimentos (menor que 2,1 filhos por mulher) que é base para se manter um equilíbrio na previdência. Por outro lado, uma pressão grande por parte dos aposentados para não parar de trabalhar. Muitas vezes por necessidade, uma vez que sua aposentadoria é insuficiente para mantê-los sem qualquer outra fonte de renda.&lt;br /&gt;Pode parecer que estes efeitos da população envelhecendo demorarão a acontecer, mas estamos enganados, uma que esta relação não é linear e sim logarítmica. Nos Estados Unidos houve um boom de nascimentos em 1960, e nas décadas de 80 e 90 tivemos o "adolescente global" e o que virá a seguir será uma explosão de idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual será o impacto dessas mudanças?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ambiente de trabalho será diferente, onde as empresas começarão aceitar pessoas mais velhas ao invés de rejeitá-las - para se protegerem de processos legais e para melhorarem a eficiência de suas equipes. Isto é fato e já está ocorrendo. Pessoas com mais de 55 anos correspondem a 10% da força de trabalho nos Estados Unidos e segundo estimativas houve um crescimento de 22% desde 1995. A General Eletric por exemplo possui um programa chamado de "Oportunidade de Ouro" onde aposentados da empresa podem trabalhar até 1000 horas por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudança de paradigma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relutância em se contratar pessoas mais velhas se deve ao fato que se aposentariam pouco tempo depois. Logo se não tinham muito futuro, por que investir nelas? Mas a mudança de paradigma está justamente no fato que sua pessoa saudável se sente e vive como se tivesse 40 anos até os 95 anos, então é possível contratá-la aos 60 e mantê-la na empresa durante 25 anos ou mais. Hoje já existem pessoas aposentadas (até pais de amigos meus) que permanecem em seus empregos 15 anos ou mais após terem se aposentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A onda dos idosos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As pessoas continuarão trabalhando até quando ainda estiverem saudáveis e manterão sua produtividade comparável à dos mais jovens. Ainda assim terão fonte de renda proveniente de salários e de investimentos que fazem como complemento de aposentadoria, por exemplo. Demandarão novos serviços voltados às suas necessidades, criando oportunidades para o mercado de serviços, seguros e bem estar. As ramificações dessas mudanças certamente terão impacto na sociedade, governo e serviços. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia"&gt;Políticas demográficas no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Baby_boomer"&gt;Baby Boom&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://usinfo.state.gov/journals/itsv/0699/ijsp/ij069907.htm"&gt;O Nascimento de uma Velha Geração &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116385081810169302?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116385081810169302/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116385081810169302&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116385081810169302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116385081810169302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/uma-nova-gerao-de-idosos.html' title='Uma Nova Geração de Idosos'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116337527173210692</id><published>2006-11-12T15:47:00.000-08:00</published><updated>2006-11-12T15:57:02.803-08:00</updated><title type='text'>Proposta 87</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/biodiesel.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/biodiesel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como o leitor já deve saber, no dia 07 de novembro de 2006 ocorreram as eleições parlamentares nos EUA e, após 12 anos, os republicanos perderam o controle da Câmara dos Representantes e do Senado. Pensei, então, em falar sobre essas eleições, mas durante as pesquisas, outro assunto chamou a minha atenção: a Proposta 87. O assunto me chamou a atenção por ser extremamente relacionado aos tópicos que temos discutido aqui no blog: energia elétrica, fontes alternativas de energia, etanol, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="storytext" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Proposta 87 &lt;/strong&gt;Os democratas possuem uma abordagem diferente para áreas como saúde, energia (incluindo mais ênfase a fontes de energia alternativas) que os republicanos possuem. Um exemplo claro disso é o empenho de figuras como o ex-presidente democrata Bill Clinton, defensor da chamada proposta 87 que foi votada no dia 07 de novembro inclusive. No comercial, veiculado recentemente nos EUA, ele afirma: "Imagine se conseguíssemos deixar de ser dependentes do petróleo internacional. O Brasil conseguiu. Eles fizeram uma simples mudança em seus carros. Mudaram para etanol, fabricado no próprio país. E é 33% mais barato que a gasolina (...) Se o Brasil pode fazê-lo, a Califórnia também pode". A questão a ser votada na Proposta foi a seguinte: "deveria a California estabelecer um programa de 4 bilhões de dólares em um programa de Energia Alternativa Limpa com o intuito de reduzir o consumo de diesel e gasolina em 25% por meio de incentivos a energia alternativa, educação e treinamento?"&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O resultado &lt;/strong&gt;A proposta, que recebeu mais de 3 milhões de votos, não foi vencedora. O resultado foi de 55% para não e 45% para sim. No entanto, isso não é visto como uma total derrota da emenda. A proposta criou suporte e debate o suficiente para chamar a atenção sobre o tema: energia alternativa. Mesmo os que não defenderam a proposta, entendem a necessidade de se desenvolver fontes alternativas. Scott McDonald, por exemplo, diretor de comunicações do "Californians Against Higher Taxes": "Energia alternativa não é a questão. Se você não entende a necessidade de se desenvolver energia alternativa, você precisa entrar de cabeça no assunto. É crítico." &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A oportunidade &lt;/strong&gt;De acordo com a VentureOne, as venture capitals investiram mais de $1.5 bilhão de dólares nos EUA em empresas de teconlogia limpa. in clean-tech companies e, de acordo com Cleantech Venture Networks, espera-se que os investimentos nas chamadas "green technologies" cresça mais do que para $10 bilhões ao ano nos próximos 3 anos somente na América do Norte. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Veja mais em:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/11/061031_clintocomercialbg.shtml"&gt;Clinton cita etanol do Brasil como exemplo em comercial&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/11/061110_entendaeleicoeseua_ac.shtml"&gt;Entenda como fica a política americana depois das eleições&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://ca.lwv.org/lwvc/edfund/elections/2006nov/id/prop87.html"&gt;ALTERNATIVE ENERGY. RESEARCH, PRODUCTION, INCENTIVES. TAX ON CALIFORNIA OIL PRODUCERS&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.mercurynews.com/mld/mercurynews/15977689.htm"&gt;Prop. 87 loses, wins publicity for alternative fuels issue&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="COLOR: #008; TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="COLOR: #008; TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;Powered by&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.qumana.com/"&gt;Qumana&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116337527173210692?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116337527173210692/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116337527173210692&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116337527173210692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116337527173210692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/proposta-87.html' title='Proposta 87'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116311645001822967</id><published>2006-11-09T15:33:00.000-08:00</published><updated>2006-11-09T18:18:51.296-08:00</updated><title type='text'>Previdência em foco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/aposentado.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/aposentado.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As eleições já se passaram e sabemos que nosso governante tem muito o que fazer. O país precisa crescer, educar seus filhos, equilibrar suas contas, melhorar o sistema público de saúde, segurança, etc. Enfim são tantas coisas que me faz lembrar uma cena circense onde o artista precisa manter todos os pratos girando equilibrados numa vara para não cair e quebrar. Gostaria de falar um pouco de assunto que incomoda não só o Brasil, mas muitos países: Previdência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previdência surgiu como um conjunto de políticas sociais que ampararam o cidadão e sua família em situações como velhice, doença e desemprego. Na época em que foram concebidas, poucas pessoas chegam vivas até a idade de se aposentar, uma vez que a expectativa de vida estava em torno de 60 anos para a década de 50. Com o passar do anos, as pessoas começaram a se alimentar melhor e as novas gerações eram mais saudáveis, passando a desfrutar de suas aposentadorias, amparadas pelas contribuições feitas pelos trabalhadores mais jovens. Antigamente no Brasil, trabalhadores com 30 anos de contribuições poderiam se aposentar, logo se começasse a trabalhar com 15 anos, estaria aposentado antes dos 50 anos de idade. Já dá para imaginar o problema que surgia, na medida em que as pessoas começavam a viver mais com uma expectativa de vida de 65 anos ou mais. Mas não basta apenas a expectativa de vida ter melhorado (o que é muito bom), mas também a taxa de natalidade deve se manter adequada para que o equilíbrio entre pessoas que trabalham e contribuem para previdência e as pessoas que usufruem dos benefícios. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Brasil estará experimentando nos próximas anos o que aconteceu na Europa, nos Estados Unidos e Japão, que tiveram um crescimento econômico revertido num melhor padrão de vida da população, acesso a medicamentos e baixa mortalidade infantil. Os casais estão passando a planejar quando ter um filho, que geralmente está ficando para mais tarde. Isto faz com que haja um desequilíbrio grande entre as gerações novas e aquelas que estão envelhecendo. Isto torna necessário uma mudança das regras, como por exemplo, a idade da aposentadoria que tende a aumentar para tentar se equilibrar a conta, diminuindo e até zerando o déficit da Previdência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Equilibrando as contas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atualmente o déficit é de 1,9% do PIB (Produto Interno Bruto) para previdência social (INSS) e de 4 a 5% para os regimes especiais do setor público. Existem vários artigos publicados e várias receitas para se acabar com o déficit da previdência. Segundo um artigo publicado no site da Fazenda, o caminho seria o crescimento médio de 3,4% anual da economia até 2025 para se zerar o déficit. Isto independente dos aumentos no salário mínimo e demais benefícios. Ainda frisa que a gestão previdenciária deve ser bem conduzida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem outros que discordam que haja uma diferença significativa entre as pessoas economicamente ativas e aquelas aposentadas. Segundo elas o Brasil ainda apresenta condições favoráveis ao sistem previdenciário apoiados na idéia que somos um país ainda muito jovem quando comparados com outros países desenvolvidos. Segundo pesquisas realizadas apontam que existem 32 milhões de trabalhadores informais, que não contribuem para a previdência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo apontam que o governo deve atuar incisivamente para formalização do trabalho. E as pessoas "excluídas" não possuem direitos sociais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra teoria, aceita por muitos empresários, apoiam o aumento da idade de aposentadoria gradual, formalização do trabalho, reajustes com base na inflação para não se perder o poder de compra e taxas de juros mais baixas para promover o crescimento, como uma alavanca para se gerar mais empregos e pessoas participantes do sistema previdenciário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A previdência continuará a ser foco não apenas deste governo, mas de muitos outros que virão. Muitas pesquisas tem sido feitas para se chegar a um denominador comum, apoiando ações que serão tomadas para que as políticas sociais que amparam nossos trabalhadores continuem porém sem afetar o equilíbrio e quebrar a previdência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?cod=319458"&gt;Crescimento pode resolver o déficit da Previdência&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.comciencia.br/reportagens/envelhecimento/texto/env04.htm"&gt;Envelhecimento não é causa de crise na previdência&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cenários - As Surpresas Inevitáveis de Peter Schwartz (livro)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116311645001822967?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116311645001822967/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116311645001822967&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116311645001822967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116311645001822967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/previdncia-em-foco.html' title='Previdência em foco'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116285701155738193</id><published>2006-11-06T14:04:00.000-08:00</published><updated>2006-11-06T15:50:11.810-08:00</updated><title type='text'>Democracia à brasileira</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1295/3931/1600/fig1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1295/3931/320/fig1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cheguei a conclusão que é muito bom e muito fácil ser político ou administrador público no Brasil: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praticamente não existem responsabilidades e obrigações e os direitos e privilégios são incomensuráveis (não vou perder meu tempo e tomar o seu citando-0s. Você sabe melhor que eu quais são eles). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E no caso das obrigações, as que existem são espertamente transferidas para os ombros do cidadão, através de leis oportunistas e sem sentido, aumentando ainda mais o peso do estado no dia-a-dia das pessoas, engessando o desenvolvimento econômico, tirando nossa competitividade, sujando nossa imagem no exterior, produzindo corrupção e criminalidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É pouco ou quer mais ????&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vejam alguns exemplos do que estou dizendo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em São Paulo vivemos a sabe-se lá quanto tempo com uma aberração chamada de "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;rodízio de veículos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;", que proíbe quem tenha automóvel de poder circular pelo chamado "&lt;em&gt;centro expandido&lt;/em&gt;" da cidade um dia por semana, durante o horário do rush, justamente o horário em que mais se precisa de carro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O argumento criado pelo governo do estado de São Paulo para esse verdadeiro crime contra o direito de &lt;em&gt;"ir-e-vir" &lt;/em&gt;dos paulistanos é de que era necessário se implantar uma lei que restringisse a circulação de carros pelo centro da cidade para melhorar o trânsito, caso o contrário, a cidade correria o risco de parar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas ninguém do governo disse que os paulistanos são obrigados a tirar seus carros da garagem porque não há transporte público de qualidade para todos, como acontece em outras cidades do mundo: resultado da falta de investimento do estado na ampliação do transporte público e da malha viária da cidade; há também a total inexistência de uma fiscalização decente, que tire das ruas carros e caminhões sem condições de trafegar e que já deveriam estar num ferro velho há muito tempo (conforme determina a legislação de trânsito brasileira). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por isso, como é mais fácil e lógico, mais lucrativo, manter um rodízio de veículos do que investir em infra-estrutura que permita à cidade funcionar com mais eficiência e menos poluição, o governo nos impede de usufruirmos de um direito previsto na constituição, jogando para nós a responsabilidade por um problema que eles têm a obrigação de resolver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outro exemplo: Também em São Paulo, há coisa de uns dois meses, a câmara de vereadores aprovou uma nova lei que proibe toda e qualquer propaganda na cidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já falei sobre isso antes, mas só para complementar, descobri que já havia uma lei aprovada em 2003 que regulamentava a atividade de mídia exterior na cidade, com normas para afixação de outdoors, cartazes, faixas, etc. Essa lei prevê a manutenção da atividade de publicidade na cidade (um direito das empresas  e do cidadão) e a obrigação da prefeitura em fiscalizar qualquer atividade irregular realizada no ambiente urbano. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pois alguém nessa história não vem cumprindo com suas obrigações desde que essa lei foi promulgada: e não são as empresas legalmente estabelecidas. Adivinhem quem é ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ou seja, se a prefeitura não tem competência para fazer aquilo que é de sua alçada, melhor mudar a lei e proibir logo tudo de uma vez. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tudo bem que, quem está desrespeitando a lei não tem registro e tampouco pode ser facilmente identificado, mas sempre há aqueles que têm endereço físico e pagam impostos regularmente. Afinal de contas, como mandar uma multa de R$ 10.000 para quem não existe, não é mesmo ? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim, diminui-se a "&lt;em&gt;poluição visual&lt;/em&gt;" e ainda "&lt;em&gt;ganha-se um troquinho a mais&lt;/em&gt;". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Beleza !!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Querem outro exemplo ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que vimos nessas duas últimas semanas nos aeroportos do país é o retrato da incompetência e do descaso de um governo preocupado única e exclusivamente em se auto-promover, ao invés de trabalhar para desenvolver a infra-estrutura do país e permiti-lo ingressar em pé de igualdade no cenário externo com os demais concorrentes (pretendo falar sobre o caos da infra-estrutura brasileira e suas consequências em breve). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desde 2003 o governo Lula vêm sendo alertado sobre o risco de um "&lt;em&gt;apagão aéreo&lt;/em&gt;", mas ao invés de investir na contratação e na formação de novos controladores de vôos, no aparelhamento da nossa Força Aérea, assim como nas demais forças armadas, preferiram se preocupar com a questão do superávit e assim conseguir passar ao mundo uma imagem de modernidade e austeridade na condução de nossa econômia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os resultados estão aí: Caos nos aeroportos, pessoas aguardando por mais de 20 horas para conseguir chegar aos seus destinos, compromissos perdidos, prejuízos financeiros e morais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quem "pagou o pato" ? As companhias aéreas e, claro, os passageiros, tratados como gado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pergunto: Qual foi a explicação do governo para isso tudo ? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não houve nenhuma explicação. Simplesmente porque o governo federal não tem o que explicar. O caos na aviação é resultado de sua irresponsabilidade e portanto, nenhuma justificativa seria aceita nesse caso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E no fim das contas, quem terá que se adaptar a mais essa novidade no cotidiano do país seremos nós: cidadãos honestos, que mudaremos mais uma vez  nossa rotina para podermos cumprir com nossos compromissos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pior serão as empresas que investiram milhões na aquisição de aeronaves e contratação de pessoal, preparando-se para o crescimento do volume de passageiros e claro, tiveram prejuízo com toda essa confusão. Prejuízo esse, que eu duvido, será ressarcido algum dia pelo governo. Alguém aí se lembra do caso da Transbrasil ? E da VASP ? Pois é: As empresas vão engolir mais essa, se adaptar à nova realidade e tudo vai "&lt;em&gt;voltar ao normal&lt;/em&gt;"...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas a notícia campeã dessa semana é o projeto do senador do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;PSDB&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; mineiro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eduardo Azeredo,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que cria controles para acesso à internet no Brasil, obrigando os internautas a se idenficarem junto aos provedores através do fornecimento de informações pessoais como &lt;em&gt;nome, RG, CPF, telefone e endereço&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;!!!!!!&lt;/strong&gt;), ficando sob responsabilidade dos provedores (&lt;em&gt;claro que não seria do governo&lt;/em&gt;) a manutenção dessas informações. Pela criativa idéia do senador mineiro, essa obrigatoriedade inibirá a ação de hackers e pedófilos, através do uso de identidades falsas. Como se hackers e demais criminosos fossem utilizar suas verdadeiras identidades para cometer crimes na internet... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É claro que essa obra-prima da legislatura brasileira já recebeu diversas críticas, inclusive do próprio executivo, que se manifestou contrário ao projeto, através do ministo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Hélio Costa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, que se mostrou preocupado com as prováveis consequências  no processo de inclusão digital e à atividade dos provedores brasileiros (&lt;em&gt;quem diria&lt;/em&gt;...). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E alguns provedores já se manifestaram, avisando que se essa lei for aprovada, simplesmente fecharão suas operações no Brasil e oferecerão acessos por outros países, demitindo pessoal e reduzindo a arrecadação no segmento. (&lt;em&gt;parece que já ouvi essa história antes...)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mais uma vez o estado brasileiro mostra sua criatividade, tentando transferir uma responsabilidade que é sua para o colo da iniciativa privada. Afinal, a obrigação pela prevenção de crimes na internet e pela punição de quem os comete é do estado e não dos provedores e dos internautas, que não têm poder de polícia, muito menos de justiça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ou será que algum parlamentar pensa também em propor a extinção das polícias e da justiça e passa-las para a responsabilidade da população ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se isso acontecer, já sei o nome de uma centena de "&lt;em&gt;elementos&lt;/em&gt;" que adoraria mandar para o &lt;em&gt;xilindró&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;E você ? Tem alguma sugestão ?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116285701155738193?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116285701155738193/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116285701155738193&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116285701155738193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116285701155738193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/democracia-brasileira.html' title='Democracia à brasileira'/><author><name>Marcel</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116243609488350871</id><published>2006-11-01T18:53:00.000-08:00</published><updated>2006-11-01T19:35:22.583-08:00</updated><title type='text'>Relatório Stern - Mudanças Climáticas e Economia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/industry.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/200/industry.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi publicado no jornal inglês &lt;a href="http://www.guardian.co.uk"&gt;GuardianUnlimited &lt;/a&gt;, no dia 30/10 um artigo sobre os efeitos que as mudanças climáticas, ocasionados pela emissão de gás carbônico, podem causar na economia mundial, bem como as adaptações que deveríamos fazer para que tais efeitos fossem mitigados. O relatório foi feito por Nicholas Stern (conselheiro do Governo sobre desenvolvimento e mudanças climáticas na economia) e tem sido levado a sério pela comunidade internacional e principalmente pelo governo inglês. Será que ainda poderemos viver do mesmo modo que vivemos atualmente? Quais as consequências e o custo disto? É possível experimentarmos um desenvolvimento de nossas economias baseado num crescimento sustentável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O relatório&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo Stern, estamos vivendo um período de aquecimento global onde o aumento médio da temperatura pode chegar 5ºC devido ao acúmulo excessivo de CO2 na atmosfera. Para se ter uma idéia, os níveis de CO2 eram de 280 ppm na era pré-industrial e hoje 430 ppm. E se continuarmos tocando nossos negócios do mesma forma, teremos algo em torno de 850 ppm num futuro muito próximo. As consequências disto não poderiam ser mais devastadoras, como: enchentes, desertificação, pragas, perdas de safras, cidades litorâneas invadidas pelo mar. Os danos causados atingiriam de 5 a 20% porcento do o consumo mundial. E os países mais pobres sofreriam as piores consequências por não terem uma estrutura apropriada e desenvolvida para enfrentar tais mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório que levou em consideração os recentes estudos sobre os gases do efeito estufa e verificou que os efeitos econômicos em nossa vida e no ambiente poderá chegar a 20% do PIB nos países mais pobres. Por outro lado, os custos para redução da emissão de gases para se evitar impactos desastrosos poderia ser limitado a 1% do PIB global por ano. As pessoas pagariam um pouco mais por bens de uso intensivo de CO2, mas nossas economias poderiam continuar crescendo fortemente. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ainda de acordo com o relatório as ações que deveremos tomar necessitaria de uma política global guiada por um entendimento internacional com objetivos de longo prazo e uma forma bem estruturada para cooperação. Estes elementos chave para esta estrutura seriam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comércio de Carbono (emissões):&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Expandir o comércio crescente de emissões ao redor do mundo como uma maneira de promover redução efetiva do custo nas emissões com ações em países nos desenvolvimento. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pontos alvo em países ricos poderiam destinar dezenas de bilhões de dolares por ano para suportar a transição para o caminho do desenvolvimento para baixa emissão de carbono. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cooperação Tecnológica:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acordos formais e informais podem acelerar a efetividade dos investimentos em inovação ao redor do mundo. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Globalmente, deveríamos dobrar o suporte para as pesquisas em energia, e quintuplicar pesquisas relativas ao desenvolvimento de baixa emissão de carbono. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cooperação Internacional na criação de padrões de produtos para estimular rapidamente eficiência no uso de energia. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ações para reduzir o desflorestamento: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A perda de florestas naturais no mundo contribui todo ano nas emissões globais mais que o setor de transporte. O controle do desflorestamento e a sua utilização planejada é caminho para se reduzir as emissões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adaptação: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os países mais pobres são os mais vulneráveis às mundanças climáticas. É essencial que as políticas de desenvolvimento contemplem este assunto, e que os países ricos aumentem seu suporte. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um fundo internacional deveria também ajudar com informações sobre o impacto da mundaça climática e pesquisa de novas variedades de grãos, frutas, plantações que sejam mais resistentes aos períodos de seca e enchentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os países em desenvolvimento como China, Índia, Rússia, Brasil por exemplo dependem de muita energia para o crescimento de suas economias. A matriz energética em questão está baseada principalmente no petróleo, gás e carvão e contribuem negativamente para emissões de CO2. Mudar esta matriz significa investir muito dinheiro e tempo em pesquisas e viabilizar alternativas como fontes renováveis e de baixa emissão de CO2. Porém, se isto não acontecer os prejuízos a médio e longo prazo serão catastróficos para os mesmos. Logo, não adianta postergar ou fingir que a mudança climática não nos atingirá. O recado foi dado no relatório, sendo que é preciso começar com ações agora para garantirmos um crescimento econômico sustentável nas próximas décadas. Por fim, ainda podemos ver na mudança climática uma oportunidade para desenvolvermos tecnologias de baixa emissão de carbono. Já possuímos o álcool que emite muito menos CO2 que a gasolina, por exemplo. Estima-se que o mercado para tecnologias de baixa emissão de carbono movimentará pelo menos 500 bilhões de dolares ou mais até 2050.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://environment.guardian.co.uk/climatechange/story/0,,1935201,00.html"&gt;We must pay now to avoid climate disaster, says Blair&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.hm-treasury.gov.uk/newsroom_and_speeches/press/2006/press_stern_06.cfm"&gt;Publication of the Stern Review on the Economics of Climate change&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/out/30/321.htm"&gt;Relatório prevê colapso econômico com aquecimento global&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116243609488350871?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116243609488350871/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116243609488350871&amp;isPopup=true' title='14 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116243609488350871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116243609488350871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/11/relatrio-stern-mudanas-climticas-e.html' title='Relatório Stern - Mudanças Climáticas e Economia'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116221468107263960</id><published>2006-10-30T05:18:00.000-08:00</published><updated>2006-10-30T06:27:26.640-08:00</updated><title type='text'>Seminário de Energia Elétrica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/00000052.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/00000052.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na semana passada eu tive a oportunidade de participar como ouvinte do Seminário "Energia como Fator de Competitividade Econômica" organizado pelo jornal Valor Econômico no Hotel Unique em São Paulo. O evento contou com a participação de figuras importantes do setor, como Maurício Tolmasquim (presidente da Empresa de Pesquisa Energética), Cláudio Langone (Secretário Executivo do Ministério do Meio-Ambiente), Eduardo Spalding (vice-presidente da Abrace), Érico Sommer (diretor de energia do grupo Gerdau) entre outros. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Apagão&lt;/strong&gt; Um dos assuntos mais polêmicos abordados foi o artigo publicado pelo jornal O Estado de São Paulo em que se dizia haver um risco de apagão de 50% em 2007 com base em simulações feitas pelo mercado, a partir das novas regras que serão definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para calcular qual é o real risco de falta de energia no País. A Aneel deverá tirar dessa conta as usinas termelétricas que não estão conseguindo gerar energia por falta de gás natural. A notícia foi desmentida pelo Ministério de Minas e Energia em nota posterior, onde afirma que a dificuldade no suprimento de gás a algumas termelétricas, ocorrida em setembro, que comprometeu a geração de energia por essas usinas, "referem-se a situação conjuntural e ações já foram tomadas para garantir sua normalização". "Apesar de o fornecimento de gás da Bolívia para o Brasil ainda não estar totalmente normalizado, a Petrobras vem tomando todas as medidas necessárias para contornar as restrições decorrentes dos danos nos gasodutos causados pelas chuvas", diz a nota, acrescentando que esses problemas técnicos devem ser solucionados no próximo mês. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Fontes de Energia &lt;/strong&gt;Como se sabe, as fontes de geração de energia elétrica atualmente são hidráulica, biomassa (bagaço de cana, etanol, etc), carvão mineral, nuclear, gás natural e petróleo. Atualmente, aproximadamente 40% da energia no Brasil provém do petróleo, 10% do gás natural, 6% do carvão e o restante de fontes renováveis (carvão, lenha, etc). No seminário chamou-se a atenção para a necessidade do uso de fontes renováveis. Destacou-se que o país possui todas as condições necessárias para a utilização da bioenergia: condições naturais favoráveis, tecnologia desenvolvida (etanol, açúcar, etc) e custo de produção relativamente baixo (o custo de produção do etanol - US$/ litro foi mensurado entre 0,22 e 0,28 no Brasil enquanto nos EUA é de 0,30 a 0,33). O segundo painel que falava da Matriz Energética brasileira enfatizou a necessidade do aproveitamento destas fontes renováveis, porém também falou da dificuldade do governo brasileiro em popularizar as tecnologias desenvolvidas aqui nos países do exterior. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nem tudo são flores...&lt;/strong&gt; O deputado José Carlos Aleluia que integrava o último e mais polêmico dos painéis, o de Competitividade e Crescimento, falou sobre os problemas enfrentados pelo setor: falta de comunicação com a sociedade, velocidade muito lenta das ações do governo e falta de investimento em hidroelétricas foram os pontos citados. Quanto à falta de comunicação com a sociedade, o deputado referia-se à necessidade das empresas do setor serem mais bem-vistas, desenvolvendo programas sociais. Uma empresa exemplar neste quesito é a CEMIG, indicada por 7 anos consecutivos ao Dow Jones Sustainability World Index. Quanto à indústria, as maiores reclamações são em relação aos encargos cobrados, causando diminuição da competitividade em relação ao exterior. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;E agora? Algumas sugestões!&lt;/strong&gt; Bom, não adianta nada reclamar sem sugerir soluções! O seminário também serviu para levantar algumas ações corretivas como: disciplinar encargos setoriais, realinhamento tarifário, opção pela hidroeletricidade, legislação ambiental, eliminação de obstáculos regulatórios para investimento em autogeração, entre outros. A maior preocupação por parte dos órgãos governamentais sendo a mudança para fontes de energia renováveis e para a indústria, o foco em diminuição de tributos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br/valoronline/Geral/brasil/energia/Indice+que+mede+risco+de+racionamento+de+energia+podera+ser+revisto+para+cima+diz+Tolmasquim,,,4,3968319.html"&gt;Índice que mede risco de racionamento de energia poderá ser revisto para cima, diz Tolmasquim&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://br.news.finance.yahoo.com/061024/25/1a6rp.html"&gt;Ministério de Minas e Energia descarta apagão em 2007&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.abrace.org.br/salaimprensa_noticia.asp?id=268"&gt;ABRACE faz seminário com Valor Econômico&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="ttp://www.epe.gov.br/"&gt;Empresa de Pesquisa de Energia Elétrica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116221468107263960?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116221468107263960/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116221468107263960&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116221468107263960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116221468107263960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/seminrio-de-energia-eltrica.html' title='Seminário de Energia Elétrica'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116180272396698406</id><published>2006-10-25T11:55:00.000-07:00</published><updated>2006-10-25T12:03:55.906-07:00</updated><title type='text'>O voto afetando o microempresário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/finance_astricts.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/200/finance_astricts.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eu escrevi este breve artigo há algum tempo com o intuito de relacionar a Economia ao empreendedorismo no Brasil. Está baseado no estudo do SEBRAE intitulado “Sobrevivência e mortalidade das empresas paulistanas de 1 a 5 anos” que nos ajuda a entender a importância do desenvolvimento da Economia nos pequenos negócios. A cada ano, somente no Estado de São Paulo, são fechadas cerca de 78 mil novas empresas, acabando com 281 mil empregos. A boa notícia é que há quatro anos, a taxa de mortalidade dessas empresas era de 71% e hoje é de 56%. Isso indica que as ações em prol dos pequenos negócios como programas de estímulo ao empreendedorismo e outras políticas de apoio ao segmento têm funcionado no Estado. Mais do que isso, indica também que nossa Economia em geral está melhorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que você entenda a importância do governo eleito, vejamos um exemplo. Ainda no estudo do SEBRAE, perguntou-se aos empreendedores que tiveram que fechar capital, qual teria sido o auxílio mais útil para evitar o fechamento (note que podiam ser dadas mais do que uma resposta). O resultado foi o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Menos encargos e impostos (31%)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Consultoria empresarial (31%)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Melhora na Economia (30%)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Empréstimos bancários (19%)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nenhum (17%)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Outros (10%)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não sei (3%)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Notamos que duas respostas estão diretamente correlacionadas à Economia e aos próximos políticos a serem eleitos (não estamos falando somente de governo federal, mas também do estadual): impostos e melhora na Economia. Claro, não é só isso que vai decidir se seu empreendimento vai dar certo ou não, mas afeta grande parte dele. Os empreendedores reclamam da insuficiência de políticas de apoio (peso dos impostos, burocracia, falta de crédito e de política de compras governamentais) e do baixo desempenho da economia, gerando baixa demanda e concorrência forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você for votar no próximo presidente ou governador, não se esqueça de tudo isso que falamos. Os governantes do país devem ter planos para manter a Economia aquecida e a inflação controlada. Parece fácil mas, acredite, não é. Lembre-se que os políticos devem ter planos bem definidos, assim como aquele que você fez para abrir seu negócio. Vote consciente, pois isso afeta seu negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.sebraesp.com.br/principal/conhecendo%20a%20mpe/mortalidade%20de%20empresas/sobr_mortalidade_versao_2004_2005.aspx"&gt;Estudo do SEBRAE&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.blog-ae.blogspot/"&gt;Blog da Aliança Empreendedora&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u89621.shtml"&gt;Carga tributária cresce de 36,91% para 38,11% do PIB, diz IBPT&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116180272396698406?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116180272396698406/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116180272396698406&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116180272396698406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116180272396698406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/o-voto-afetando-o-microempresrio.html' title='O voto afetando o microempresário'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116174171224362408</id><published>2006-10-24T18:08:00.000-07:00</published><updated>2006-10-30T05:18:19.110-08:00</updated><title type='text'>MP do Bem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1295/3931/1600/PC%20Build%20042%20thumb.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1295/3931/320/PC%20Build%20042%20thumb.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recente artigo publicado no jornal &lt;strong&gt;Valor Ecônomico&lt;/strong&gt; mostra que a venda de PCs para as classes C e D aumentou significativamente este ano, graças à queda nos preços praticados no varejo em cerca de 17% e ao aumento do crédito para a aquisição de computadores pessoais, o que contribuiu para os resultados de empresas como: &lt;strong&gt;Amazon PC&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Positivo&lt;/strong&gt; e mais recentemente, &lt;strong&gt;CCE&lt;/strong&gt;, que focaram suas estratégias de mercado na conquista do chamado "consumidor de baixa renda".&lt;br /&gt;Tal fator foi possível principalmente após a aprovação da "&lt;strong&gt;MP do Bem&lt;/strong&gt;", que reduziu a carga tributária sobre a indústria da informática e proporcionou uma diminuição no preço médio dos microcomputadores de configuração mais acessível ao consumidor final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os benefícios que inicialmente se mostraram mais evidentes na indústria do "&lt;em&gt;hardware&lt;/em&gt;", começam a se estender para outros segmentos relacionados a tecnologia da informação, como os provedores de acesso à internet, empresas de comércio eletrônico, anunciantes, agências de propaganda, entre outros. Alguns exemplos para exemplificar esses dados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consultoria sobre comércio eletrônico &lt;strong&gt;e-bit&lt;/strong&gt; divulgou no mês de setembro dados sobre a participação da "&lt;em&gt;Classe C&lt;/em&gt;" no comércio eletrônico brasileiro: Segundo o estudo, o crescimento no varejo "&lt;em&gt;on line&lt;/em&gt;" se deu mais fortemente entre os consumidores com renda mensal entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00. Em 2001, as pessoas com renda até R$ 1.000,00/mês representavam cerca de 6% do total de transações de comércio eletrônico geradas na web brasileira, enquanto aqueles com renda entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00 foram responsáveis por cerca de um terço das vendas realizadas na rede. Em 2006, esses números cresceram para 8% e 37%, respectivamente, enquanto que, entre os consumidores com renda entre R$ 3.000,00 e R$ 8.000,00 se registrou uma queda de aproximadamente 2% no volume de transações no período.&lt;br /&gt;Outro fator que mostra a mudança no perfil dos consumidores é a escolaridade dos usuários: A participação dos consumidores com curso superior ou pós-graduação caiu 2 pontos percentuais, ao passo que entre aqueles com apenas o ensino médio se notou um forte crescimento, contribuindo para a comercialização de produtos com "&lt;em&gt;tíquete médio&lt;/em&gt;" de cerca de R$ 30,00 (CDs, DVDs, livros e cosméticos), que impulsionaram ainda mais o crescimento de sites como &lt;strong&gt;Submarino&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Americanas. com&lt;/strong&gt;, que juntos movimentarão este ano algo em torno de 2,2 bilhões de reais.&lt;br /&gt;Outro dado que mostra essa nova realidade são os números apresentados pela &lt;strong&gt;e-bit&lt;/strong&gt; sobre os resultados das vendas do &lt;em&gt;Dia das Crianças &lt;/em&gt;realizadas pela internet, com um crescimento de 80% sobre o volume no mesmo período do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem também vem se beneficiando desta situação são os provedores de acesso via banda larga, que em 2006 registram crescimento constante em sua base de assinantes, como a &lt;strong&gt;Telefónica&lt;/strong&gt; com o serviço &lt;strong&gt;Speedy&lt;/strong&gt;, que já responde pela liderança no mercado de São Paulo, oferecendo alguns pacotes de acesso diferenciados, através de planos de assinatura com valores reduzidos, embora ainda a oferta desse serviço não esteja disponível em muitos dos bairros periféricos das cidades em que o &lt;strong&gt;Speedy&lt;/strong&gt; é oferecido, mas isso com certeza mudará em breve, já que a procura pela "&lt;em&gt;internet de alta velocidade&lt;/em&gt;" vem crescendo muito entre os internautas da Classe C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situação não vem passando desapercebida às agências de publicidade, que já notaram o aumento da audiência nos grandes portais e nos sites de diversos anunciantes, principalmente àqueles com conteúdo multimidia, o que comprova o crescimento no acesso de banda larga por parte dos internautas brasileiros. Diante disso, os investimentos em mídia on line tiveram um aumento de 31,85% em relação ao ano passado, chegando a 158 milhões de reais, conforme dados do projeto "&lt;strong&gt;Inter-Meios&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que podemos concluir através dessas notícias ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o brasileiro de baixa renda está se "informatizando" e se qualificando para as exigências cada vez maiores do mercado de trabalho ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o Brasil vem democratizando o acesso à informação para o cidadão de baixa renda, através do acesso facilitado à computadores e à internet ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que as empresas já perceberam que a internet é um excelente local para se fazer negócios, vender e se relacionar com seus clientes e quem não investir em &lt;em&gt;e-commerce&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;e-marketing&lt;/em&gt; deverá ser "&lt;em&gt;deletado&lt;/em&gt;" do mercado ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que reduzindo impostos e permitindo que as empresas trabalhem num ambiente de competição saudável todos só tem a ganhar ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você disse sim para todas, então você pensa como eu. Queira Deus que o próximo presidente, seja quem for, também pense assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116174171224362408?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116174171224362408/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116174171224362408&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116174171224362408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116174171224362408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/mp-do-bem.html' title='MP do Bem'/><author><name>Marcel</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116145514798398093</id><published>2006-10-21T11:07:00.000-07:00</published><updated>2006-10-23T14:05:51.026-07:00</updated><title type='text'>Offshoring</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/offshoring_globalis_668880h.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/offshoring_globalis_668880h.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/Brasil_Bandeira.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Faz alguns dias que eu li um artigo na &lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/"&gt;computerworld&lt;/a&gt; sobre uma empresa de tecnologia brasileira que fechou um contrato para atender empresas alemãs na produção de software. Vi isto com muito bons olhos pois é um caminho com grandes possibilidade de se realizar bons negócios para o Brasil. É um nicho que outros países em desenvolvimento também vêm buscando, mas que necessita de investimentos tanto do lado do Governo (educação, incentivos fiscais, propriedade intelectual), quanto do lado da iniciativa privada, capacitando seus colaboradores e se adequando a metodologias que focam organização, processo e qualidade para atender um mercado muito exigente. Esta modalidade de negócios é conhecida como offshoring, que vou explicar mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Offshoring &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode ser definido como uma recolocação de processos de negócios de um país para outro. E pode ser tanto para o processo de produção e/ou manufatura, quanto serviços. Muitos países tem atraído e vistos como destinos para offshoring, como a China e a Índia. A China principalmente em processos de produção e a Índia em processos de serviços, com destaque para fábricas de softwares e call centers. Como todos sabem, existe o preço chinês que faz com que os olhos brilharem das grandes empresas do mundo desenvolvido. A lógica por trás está sempre na redução de custos. Segundo Thomas Friedman (O Mundo é Plano) offshoring é uma das grandes forças niveladoras do mundo, movimentando bilhões de dolares nestes "paraísos" de fábricas de mão-de-obra barata e altamente qualificada. Por outro lado, é grande oportunidade para países gerarem novos negócios tanto do lado país contrante e país contratado, se é que podemos pensar assim. Novos empregos são gerados, pessoas se tornam melhor qualificadas e preparadas para lidar com culturas diferentes. Isso também faz com que postos de trabalho migrem do país desenvolvido para o país em desenvolvimento, por vários motivos, mas o principal sem dúvida será o cuso geral de se manter uma mão-de-obra (salário, leis trabalhistas, sindicatos, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propriedade Intelectual&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No Offshoring ocorre um processo de transferência de informações valiosas para o site de offshore, isto é, se fosse uma empresa brasileira, teríamos funcionários daqui produzindo resultados comparáveis aos da matriz em seu país. Isto inclui a transferência de materiais, como documentos confidenciais e segredos comerciais, protegidos por leis que asseguram sua propriedade intelectual, desde que o país respeite as mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cenário Brasil&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mercado de terceirização de TI no modelo offshore vai movimentar 29,4 bilhões de dólares até o ano de 2010, impulsionado principalmente pela demanda norte-americana, aponta pesquisa da IDC.Segundo o levantamento, haverá um foco crescente na oferta de serviços que contribuem com relações operacionais e estratégicas entre clientes e fornecedores. A competição crescente vai exigir que os fornecedores façam investimentos significativos para se diferenciar nesse mercado.&lt;br /&gt;Os executivos à frente das subsidiárias brasileiras de grandes organizações são unânimes ao afirmar que o Brasil está sim entre os países emergentes com maior potencial de crescimento no setor de tecnologia da informação (TI). E mais: é destino certo de investimentos estrangeiros. No entanto, especialmente quando consideramos o noticiário do dia-a-dia, que anuncia investimentos de centenas de milhões de dólares destinados aos países asiáticos, o que vem à cabeça é que a visão desses profissionais estaria contaminada por doses excessivas de patriotismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasil, Rússia, Índia, China - BRICs&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De fato, em 2003, o Goldman Sachs criou o termo BRIC para referir-se às economias de Brasil, Rússia, Índia e China. No estudo que difundiu a terminologia, a consultoria mapeou suas economias até 2050 e concluiu que, se elas se comportassem como esperado, em menos de 40 anos, somadas, seriam maiores do que as de Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha, França e Itália (países que compõem o chamado G6) juntas. Conforme a previsão, o Brasil representaria a 5ª maior economia mundial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil está no fim da fila (BRIC) como destino de investimentos. Está a frente da Rússia, porque lá o crime organizado consegue ser pior do que o nosso.&lt;br /&gt;Talvez a nossa vontade de ver a "coisa acontecer" aqui pulse mais forte dentro de alguns executivos. Resta agora esperar que a realidade que ainda mantém o País entre os pólos de investimentos, mesmo que reduzidos, ganhe a maturidade necessária para fazer do Brasil referência em exportação de TI. E que seja feita nossa vontade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/outsourcing/2006/10/10/idgnoticia.2006-10-10.2169520958/IDGNoticia_view"&gt;Brasil é pólo de offshore de software para a Alemanha&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/outsourcing/2006/08/15/idgnoticia.2006-08-15.5994128156/IDGNoticia_view"&gt;Offshore movimentará US$ 29,4 bilhões até 2010&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2006/07/10/idgnoticia.2006-07-10.2665069945/IDGNoticia_view"&gt;Brasil desponta como provedor de terceirização, diz Forrester&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116145514798398093?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116145514798398093/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116145514798398093&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116145514798398093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116145514798398093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/offshoring_21.html' title='Offshoring'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116119299966345959</id><published>2006-10-18T10:36:00.001-07:00</published><updated>2006-10-18T10:47:57.670-07:00</updated><title type='text'>Privatização da Telebrás</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/telefonia.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/telefonia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nos últimos dias tem corrido um boato envolvendo o candidato Geraldo Alckmin e supostas privatizações aos quais ele daria andamento se eleito. Nessa história toda, surgiram boatos de que seriam privatizados a Petrobrás, os Correios, o Banco do Brasil e a Caixa. O candidato desmentiu a história e acrescentou: "A única coisa que realmente vai acabar é a 'mentirobrás' do Lula. O que vemos são ministros se transformando em boateiros e o presidente da República falando mentira.&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;" &lt;/span&gt;Polêmicas à parte (não estamos aqui para dizer quem mente ou quem diz a verdade), o tema "privatização" é um tópico mais do que interessante para o blog e resolvi falar de uma das mais polêmicas delas: a da Telebrás.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Telebrás&lt;/strong&gt; O candidato Lula, em entrevista ao jornal O Globo, condenou a privatização da Telebrás e da Vale. Antes da privatização, toda a infra-estrutura de telefonia e transmissão de dados do Brasil era controlada pela Telebrás. O processo de estatização culminou com a consolidação de empresas estaduais de telefonia (um monopólio para cada estado da federação) interconectadas pela Embratel. Desde então e até 1998 esse setor econômico ficou nas mãos de um gigantesco monopólio estatal totalmente verticalizado, que incluia o controle e regulamentação dos serviços em uma única “holding”. A privatização do Sistema Telebrás ocorreu no dia 29 de julho 1998 através de 12 leilões consecutivos na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro – BVRJ, pela venda do controle das três &lt;em&gt;holdings&lt;/em&gt; de telefonia fixa, uma de longa distância e oito de telefonia celular, configurando a maior operação de privatização de um bloco de controle já realizada no mundo. Com a venda, o governo arrecadou um total de R$ 22 bilhões, um ágio de 63% sobre o preço mínimo estipulado. Até a privatização, o poder do setor estava centrado no Ministério das Comunicações, organismo controlador da Telebrás e da empresa estatal de correios (EBCT).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Anatel &lt;/strong&gt;A preparação legal para o processo de privatização culminou com a Lei Geral das Telecomunicações, de 1997. Uma das mudanças significativas na estrutura de regulação e controle foi a criação da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel (outubro de 1997), órgão regulador federal das telecomunicações concebido nos moldes da Federal Communications Commission (FCC) dos EUA. A deterioração dos serviços, particularmente de telefonia, combinada com a impossibilidade na prática de obter melhora de serviços através de ações legais dos consumidores - havia uma única empresa provedora de serviços, que também era a reguladora da concessão - favoreceu os argumentos pró-privatização. Com a privatização, o papel fundamental da Anatel passou a ser o de regulamentação, outorga e fiscalização de serviços de telecomunicações no país. As concessionárias passaram então a responder perante a Anatel pela qualidade dos serviços e pelas metas estabelecidas nos contratos de concessão. Estão entre as determinações nos contratos: prazo de 18 meses a partir da aquisição para cumprir as novas regras; qualidade de serviço consistente com padrões internacionais até o ano 2000 (incluindo a instalação de linhas fixas residenciais em até 72 horas da solicitação do cliente); metas de instalação de terminais telefônicos compatíveis com a missão de serviço universal quantitativamente definidas ano a ano; redução progressiva de tarifas, com queda expressiva prevista até 2005. Não é surpresa saber que uma das tarefas da Anatel tem sido multar as concessionárias por não cumprimento das metas de qualidade e extensão dos serviços.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão &lt;/strong&gt;A privatização da Telebrás é um exemplo de sucesso, mas deve-se a fatores específicos: a criação de um órgão regulador independente (Anatel) foi fundamental neste processo. Cabe lembrar também que a privatização não acabou com os problemas da telefonia (tanto que estas empresas são campeãs de reclamação do Procon) mas melhorou consideravelmente a situação do consumidor. Quem se lembra que as linhas telefônicas custavam 5.000 dólares? Telefone fixo era um item de luxo. Hoje, todo mundo tem seu celular. Difícil é imaginar como seria se a Telebrás ainda existisse... &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.anatel.gov.br/"&gt;Site da ANATEL&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://veja.abril.uol.com.br/181006/p_054.html"&gt;Matéria da Veja sobre Privatizações&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,AA1300301-5601,00.html"&gt;Alckmin nega existência de plano sobre privatizações ao jornal O Globo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116119299966345959?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116119299966345959/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116119299966345959&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116119299966345959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116119299966345959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/privatizao-da-telebrs.html' title='Privatização da Telebrás'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116078740575414697</id><published>2006-10-13T17:41:00.000-07:00</published><updated>2006-10-13T17:56:45.773-07:00</updated><title type='text'>Publicidade em São Paulo. Quem está está com a razão ?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1295/3931/1600/IMG_1446.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1295/3931/320/IMG_1446.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi recentemente aprovado pela Câmara de Vereadores da cidade de São Paulo o projeto de lei que proíbe toda e qualquer publicidade externa, incluindo outdoors, painéis, frontlights, placas em ônibus e taxis, entre outras modalidades de propaganda em espaços públicos, já à partir de janeiro do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastante polêmica, essa decisão promete varrer do mapa a chamada “&lt;em&gt;poluição visual&lt;/em&gt;”, provocada pela publicidade indiscriminada, realizada na cidade. Muito comemorada por urbanistas e arquitetos, que consideram as mensagens publicitárias entre as maiores responsáveis pela degradação do espaço público nas ruas de São Paulo, essa nova lei promete ainda muita polêmica até sua efetiva aplicação no ano que vem, pois, se de um lado há o apoio por parte destes profissionais, além de alguns setores da imprensa e da opinião pública, por outro, profissionais do setor de propaganda e marketing prometem reagir, indo à justiça contra o que alegam ser uma “&lt;em&gt;decisão autoritária e inconstitucional&lt;/em&gt;”, tendo inclusive o apoio de alguns importantes juristas nesta posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polêmicas à parte, não podemos negar que a adoção dessa regulamentação, se realmente levada à cabo, poderá ajudar a cidade a ficar mais limpa e bonita. Alguns lugares em São Paulo realmente sofrem com a quantidade excessiva de material publicitário, como por exemplo, a Marginal Pinheiros, tomada por todo o tipo de cartazes, outdoors e painéis, apresentando toda a sorte de campanhas publicitárias, criando em alguns casos um resultado, no mínimo, questionável, quanto à eficácia dos resultados obtidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudos já comprovaram que a superexposição de uma mensagem publicitária perde seu efeito, pois quando repetida em excesso, se torna “&lt;em&gt;lugar comum&lt;/em&gt;” na mente do consumidor, chegando a casos extremos, ser repelida pelo público, criando um efeito contrário ao pretendido pelo anunciante. Certamente os publicitários e profissionais de marketing terão um grande desafio a enfrentar, caso fiquem impedidos de veicular suas campanhas em espaços públicos, o que levará a procura de alternativas que supram a necessidade dos anunciantes por divulgação de suas marcas e produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, não podemos negar que em alguns casos, a propaganda é benéfica, criando inclusive, um vínculo do anunciante junto à população. Vejam o caso, por exemplo, do famoso relógio do Banco Itaú, afixado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, já há muitos anos uma referência na região e para muitos, um marco na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois em uma de suas edições, a revista Veja São Paulo informa que tão logo a proibição à propaganda urbana entre em vigor, o Itaú deverá retirar seu logotipo do relógio, ou seja, apenas a propaganda deverá sair, o relógio poderá continuar onde está. Mas será que o banco Itaú concordará em pagar pelo seu patrocínio se não puder, de alguma forma, exibir junto sua marca?&lt;br /&gt;Essa é uma provável conseqüência que teremos na cidade com a efetivação dessa norma: a retirada dos chamados “&lt;em&gt;apoios da iniciativa privada&lt;/em&gt;” na manutenção de espaços pertencentes à administração municipal, pois nenhuma empresa, por mais politicamente correta que seja, investe em algo que não ofereça algum tipo de retorno. E nesse caso, é praticamente certo que muitas empresas abandonarão projetos de apoio à manutenção destas áreas, pela perspectiva negativa de retorno publicitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, devemos levar em consideração que esta lei atinge mais fortemente as empresas devidamente estabelecidas e que trabalham dentro da lei, pois aquelas que agem de forma irregular e clandestina já desrespeitam há muito tempo as atuais normas municipais existentes e certamente continuarão a fazê-lo na nova lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante a se pensar é a questão social e do emprego, uma vez que milhares de pessoas dependem desta atividade para continuar trabalhando e sem poder funcionar na cidade, as empresas de mídia exterior fatalmente reduzirão ou mesmo encerrarão suas atividades e consequentemente, demitirão pessoal, aumentando ainda mais o número de desempregados na região metropolitana da Grande São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devemos nos questionar se a  poluição visual em São Paulo é provocada apenas pela publicidade realizada à céu aberto, pois no meu entender, pixações, lixo jogado na rua, parques e praças, calçadas quebradas e buracos também agridem a paisagem urbana e já poderiam estar sofrendo algum tipo de intervenção por parte da Prefeitura, sem a necessidade de adoção de nenhuma lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, uma informação: Tão logo entre em vigor a nova legislação, a Prefeitura promete enviar um novo projeto para a Câmara, regulamentando as novas normas para a realização de publicidade na cidade, limitando sua veiculação no chamado “mobiliário urbano” (pontos de ônibus, placas de rua e demais espaços administrados pela administração municipal), com a abertura de uma nova concorrência, onde uma única empresa vencedora ficará responsável pela exploração comercial destes locais em toda a cidade.&lt;br /&gt;Conhecendo o que conhecemos dos nossos governantes, devemos acompanhar muito de perto o desenrolar dessa história, que ainda terá muitos capítulos pela frente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116078740575414697?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116078740575414697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116078740575414697&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116078740575414697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116078740575414697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/publicidade-em-so-paulo-quem-est-est.html' title='Publicidade em São Paulo. Quem está está com a razão ?'/><author><name>Marcel</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116058816252872472</id><published>2006-10-11T10:36:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T13:33:50.496-07:00</updated><title type='text'>Tudo está na expectativa!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/nobel_prize_economy_03.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/nobel_prize_economy_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O norte-americano Edmund S. Phelps foi o vencedor do Prêmio Nobel de Economia deste ano. Só por curiosidade, o Prêmio Nobel foi instituído por Alfred Nobel em seu testamento e premia pessoas que fizeram pesquisas importantes, inventaram técnicas pioneiras, ou deram contribuições destacadas à sociedade nas áreas de Literatura, Física, Química e Medicina. "Espera um pouco" - pode perguntar o leitor incauto. "E o Prêmio Nobel de Economia?" O Prêmio Nobel de Economia é assim chamado pois originalmente criado pelo Sveriges Riksbank (o Banco Cetrnal da Suécia) com o nome de Prêmio de Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel. Este prêmio não é pago com o dinheiro privado da Fundação Nobel, mas sim com dinheiro público do Banco Central da Suécia. Este ano, Phelps levou o modesto prêmio de 1 milhão e 400 mil dólares.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele venceu o prêmio deste ano por sua análise na área de política macroeconômica, especialmente o estudo da relação entre inflação e expectativa de desemprego. A Real Academia de Ciências da Suécia destacou que o trabalho do professor da Universidade de Columbia contribuiu substancialmente para a melhor compreensão da relação entre os efeitos de curto e longo prazo da política econômica. "Ele enfatizou não somente a questão inflação e desemprego, mas principalmente questões sobre a distribuição do bem estar social ao longo do tempo" - afirmou o comitê do Prêmio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Consumo atual e das futuras gerações &lt;/strong&gt;A pesquisa de Phelps demonstrou que, embora o emprego, preços estáveis e rápido crescimento sejam objetivos primordiais para uma economia política, é necessário se considerar um trade-off entre o consumo atual e o de futuras gerações. Phelps demonstrou que as possibilidades de políticas de estabilização no futuro dependem nas decisões atuais: baixa inflação hoje leva a expectativas de baixa inflação no futuro, dessa maneira, facilitando a formulação de políticas no futuro. As baixas taxas de inflação atuais da economia americana influenciam decisões futuras de setor privado, levando a uma expectativa de menor de inflação no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Phelps e Philips&lt;/strong&gt; No blog Marginal Revolution, Tyler Cowen afirma que a maior contribuição de Phelps é uma melhor compreensão da já conhecida curva de Philips e as dinâmicas de desemprego de curto prazo. A Curva de Philips original, elaborada por A.W. Philips demonstrava existir uma correlação negativa entre desemprego e inflação. Ou seja, quanto mais alta a taxa de desemprego, menor a taxa de inflação. Ou, em outras palavras, o preço de uma taxa de desemprego reduzida é o aumento da inflação. Phelps desafiou esta visão ao realizar estudos mais embasados sobre a determinação de salários e preços, levando em conta problemas de assimetria de informação na Economia. Agentes individuais teriam informação incompleta sobre a ação de outros e precisam embasar suas decisões em expectativas. Phelps, então formulou a chamada "expectations-augmented Phillips curve", segundo o qual a inflação depende igualmente das &lt;strong&gt;expectativas &lt;/strong&gt;de inflação e desemprego.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/2006/press.html"&gt;Release oficial do Prêmio Nobel sobre o vencedor do prêmio&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Edmund_Phelps"&gt;Edmund Phelps - Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.marginalrevolution.com/marginalrevolution/2006/10/nobel.html"&gt;Blog Marginal Revolution sobre o Nobel Prize&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;Powered by&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.qumana.com/"&gt;Qumana&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116058816252872472?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116058816252872472/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116058816252872472&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116058816252872472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116058816252872472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/tudo-est-na-expectativa.html' title='Tudo está na expectativa!'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116024493098299222</id><published>2006-10-07T11:15:00.000-07:00</published><updated>2006-10-07T11:26:14.996-07:00</updated><title type='text'>Lula x Alckmin, o que acontecerá na nossa Economia afinal?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/lula_geraldo.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="166" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/lula_geraldo.0.jpg" width="219" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não teve como fugir do assunto, o que todo mundo está comentando, em todas as conversas desde o escritório até a rodinha no bar é a mesma: quem será o novo Presidente do Brasil? Segundo a pesquisa do Datafolha publicada ontem, dia 06 de outubro de 2006, considerando apenas os votos válidos (excluídos votos nulos, em branco e os eleitores que se declaram indecisos) Lula tem 54% e Alckmin 46%. A pesquisa Datafolha ainda mostra informações interessantes sobre o perfil das pessoas que votam em cada candidato: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lula atinge 57% das intenções de voto entre os eleitores que têm até o ensino fundamental e Alckmin, somente 36%. Os eleitores que têm escolaridade média se dividem: 48% votariam Alckmin e 45%, Lula. Já a maioria (56%) dos eleitores com escolaridade superior prefere o tucano; Lula tem 35% dos votos entre os mais escolarizados;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lula lidera com folga entre os eleitores com renda familiar mensal até dois salários mínimos: nesse segmento, ele tem 59% das intenções de voto contra 34% de Alckmin. No entanto, à medida que aumenta a renda do eleitor, Alckmin passa à frente: 49% a 45% entre os que têm renda entre dois e cinco salários mínimos, 51% a 41% entre os que têm rendimentos entre cinco e dez salários e 69% a 24% entre os que ganham mais de 10 salários mínimos;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para quem acha que o Lula vence devido ao fator "Nordeste" e o Alckmin ao fator, "São Paulo", vai perceber que essas regiões têm, sim, fator fundamental na decisão: entre os eleitores do NE, Lula tem 67% das intenções de voto e Alckmin, 28%. Nas regiões Norte e Centro-Oeste o resultado é similar ao verificado entre o total de brasileiros: 50% pretendem votar pela reeleição do atual presidente e 44% no candidato do PSDB. No Sul, Alckmin fica 24 pontos à frente de Lula (57% a 33%) e no Sudeste ocorre empate (47% para o peessedebista, 45% o petista).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;E o que o mercado financeiro acha disso tudo? &lt;/strong&gt;No blog do Fernando Rodrigues no UOL, ele comenta sobre a expectativa dos dados desta pesquisa do Datafolha no mercado financeiro. Ele chama atenção ao boletim emitido pela Merrill Lynch a seus clientes, onde o Banco afirma que a pesquisa, juntamente com o debate de domingo entre Lula e Alckmin na Band são fatores fundamentais a se considerar. No entanto, como já falamos anteriormente, o mercado financeiro não demonstra grandes preocupações com quem será eleito, como o ocorrido quando da eleição do atual presidente Lula. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;E as provas?&lt;/strong&gt; Bom, não adianta apresentarmos certezas sem mostrar os fatos, certo? Lendo o site da Veja Especial sobre as eleições encontrei um comparativo muito interessante sobre as propostas na Economia dos dois candidatos que nos esclarece muita coisa sobre o assunto. Primeiro, a revista apresenta um comparativo entre o que Lula prometia em 2002 e o que atingiu durante seu governo:&lt;/p&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;O que prometia em 2002: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Crescimento do PIB na faixa dos 5% ao ano;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Preservar o superávit primário (economia feita para o pagamento dos juros da dívida pública), reduzindo e relação dívida interna/PIB;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Reduzir a vulnerabilidade externa e os juros;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Respeitar contratos internacionais.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;O que está fazendo agora:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Conforme dados do IBGE, o PIB cresceu 0,5% em 2003, 4,9% em 2004 e 2,3% em 2005. Em 2006, não deve chegar a 4%;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O governo superou as metas de superávit previstas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A divida interna e o Risco Brasil caíram, mas os juros continuam elevados;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O governo não quebrou contratos firmados anteriormente.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Passado é passado. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A questão é: e daqui em diante? &lt;/strong&gt;O presidente Lula segue planejando reduzir a relação dívida pública/ PIB, aprofundar o processo de redução da taxa de juros para que o PIB apresente um crescimento maior, elevar os investimentos federais a 25% do orçamento (também com o intuito de promover o crescimento econômico) e promover a desoneração tributária. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alckmin, por outro lado, planeja promover um crescimento de 5% a 6% ao ano baseado no corte das despesas dos governos federal e estaduais, da redução da taxa de juros, da redução dos números de ministérios e da demissão de funcionários contratados pela atual administração, bem como resgatar a capacidade do investimento do Estado e do setor privado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ambas as plataformas parecem, quanto à questão econômica, focar no crescimento econômico. O que difere um do outro é a maneira como pretende chegar lá, embora as ferramentas também tenham vários pontos em comum: diminuição dos gastos públicos e taxa de juros, reforma tributária. Não é à toa que o mercado financeiro não está prreocupado com o resultado da eleição. Deixo aqui somente uma questão para o eleitor preocupado com o desenvolvimento da Economia brasileira: será, realmente, que estamos imunes a crises de credibilidade, independente do candidato que for eleito? &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://uolpolitica.blog.uol.com.br/"&gt;Blog do Fernando Rodrigues no UOL&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/eleicoes_2006/programas.html"&gt;Eleições 2006 - Comparativo de Programas da Veja&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes2006/"&gt;Cobertura Eleições 2006 - Último Segundo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/"&gt;Cobertura Eleições 2006 - Folha Online&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fonte da imagem: Luiz Carlos Murauskas/UOL&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116024493098299222?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116024493098299222/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116024493098299222&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116024493098299222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116024493098299222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/lula-x-alckmin-o-que-acontecer-na.html' title='Lula x Alckmin, o que acontecerá na nossa Economia afinal?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-116009666717535986</id><published>2006-10-05T18:02:00.000-07:00</published><updated>2006-10-05T19:51:45.613-07:00</updated><title type='text'>Investimento de Risco?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/dinheiro2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/dinheiro2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Falar em risco nos investimentos é como falar de um bicho de sete cabeças para muitas pessoas. Isto tem suas lá suas razões de existir, mas não se sustenta. A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) é uma prova disso. Com bons resultados no longo prazo e facilidade de acesso ao investimento e suas informações, tem crescido muito entre pessoas físicas e jurídicas. E segundo analistas, há espaço para crescer mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mas como poderíamos definir o mercado de ações e seus riscos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado de ações é um investimento de renda variável e tem mesmo uma pitada de risco, porque quando você compra uma ação, compra um pedaço da empresa que pode ou não ter sucesso. Tudo vai de como a mesma será gerida, dos investimentos que vai realizar, das metas para os próximos anos, do segmento econômico ao qual pertence etc. O risco está inserido em todos esses fatores. Se há uma crise no país, por exemplo, as empresas vão passar por uma desconfiança. Se você investe em uma empresa de construção civil e ela tem um provlema com um dos empreendimentos, também poderá haver desvalorização nas ações. Isso não quer dizer será para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas as pessoas temem oscilações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As quedas diárias refletem um momento, e não podem ser fator de desespero. Quando o mercado de ações cai, todo mundo se assusta e ao invés de comprar as ações que ficam mais baratas, elas saem vendendo e realizam prejuízo! O risco para o brasileiro ainda assusta. Mas esse temor vem caindo devido a um trabalho da Bovespa de educação e popularização dos conceitos do mercado de ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como tem sido a participação das pessoas físicas nesse mercado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada em 93 e 94, que perguntava o que era longo prazo, obtinha uma resposta de 3 meses. Por isso o mercado de ações não fazia parte da agenda das pessoas físicas e também porque está ligado ao planejamento do investimento de longo prazo. A mesma pesquisa realizada em 2002, o longo prazo para nós, passou a ser 7 anos. Cresceu porque hoje você tem estabilidade. Antes, convivíamos com uma inflação alta. Para proteger o dinheiro do dia a dia. em 2002, o volume diário era de 350 milhões de reais na bolsa, e hoje é de 2,5 bilhões. A participação de pessoas físicas nesse mercado era de 12% a 15%. Hoje é de 25% a 28%. A porcentagem já é muito boa, mas tem potencial para crescer mais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o que falta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pessoas podem participar por meio de clubes de investimentos de pessoas conhecidas, que investem um "X" de reais mensalmente na bolsa. Outra maneira, seria através de fundos de ações e fundos de pensão. As pessoas tem grande vontade de participar, mas falta entenderem o processo. O mercado de ações não é a única maneira de se investir. E não seria bom colocar todos os ovos numa cesta, mas diversificar aplicações. Você pode criar um "mix", onde existam aplicações em renda fixa, poupança, fundos, e ações. Quando a taxa de juros é alta, a renda fixa remunera bem, porém, quando a renda fixa cair, você precisa ter uma alternativa de investimento que te garanta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bovespa.com.br/Home/redirect.asp?end=/Investidor/PalestrasVirtuais/PalestrasVirtuais.asp"&gt;Bovespa-Palestras Virtuais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-116009666717535986?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/116009666717535986/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=116009666717535986&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116009666717535986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/116009666717535986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/investimento-de-risco.html' title='Investimento de Risco?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115982227206766084</id><published>2006-10-02T13:51:00.000-07:00</published><updated>2006-10-02T14:36:00.146-07:00</updated><title type='text'>Expomoney São Paulo - Educando Investidores</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/expo3.0.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 269px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px" height="197" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/expo3.0.png" width="293" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Eleições&lt;/strong&gt; Essa semana está extremamente movimentada, principalmente com a primeira etapa das eleições no domingo passado. As notícias do dia se referem ao segundo turno entre Lula e Alckmin. O atual presidente recebeu praticamente 47 milhões de votos representando 48,61% dos votos válidos e Geraldo Alckmin, 40 milhões de votos representando 42,64%. Um resultado impressionante, com Lula, como as pesquisas já indicavam, vencendo o concorrente nas regiões Norte e Nordeste principalmente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Particularmente aqui em São Paulo, as rádios comentavam a decepção do candidato Mercadante com seu resultado. Resultado este que ele atribui em grande parte ao escândalo ocorrido nos últimos meses onde representantes petistas estavam envolvidos na compra de fotos que suspostamente incriminavam o candidato Serra do PSDB. Conforme apurado pela rádio Jovem Pan, Mercadante, na última eleição havia conseguido 10 milhões de votos e nesta teve somente 6 milhões. Mesmo o senador Eduardo Suplicy se surpreendeu com o desempenho do candidato Guilherme Afif do PSDB que começou sua campanha há pouco mais de um mês antes das eleições.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Expomoney&lt;/strong&gt; Bom, mas não estou aqui para falar de eleições, mas sim de um evento ao qual tive oportunidade de participar na semana passada, a Expomoney. Este evento é gratuito e aconteceu no Centro de Convenções Frei Caneca aqui em São Paulo. Foram 3 dias de palestras para discutir os diversos investimentos existentes no mercado financeiro: de mini-contratos a opções e hedge. Para quem gosta do assunto, pôde além de visitar os estandes de corretoras como a Fator, Planner, Itau, Bradesco, Banif aprender um pouco sobre o mercado de ações. Eu tive a oportunidade de assistir algumas palestras sobre perspectivas da Economia para o próximo ano. As corretoras acreditam que haverá crescimento econômico para o próximo ano e que as eleições não devem afetar o mercado financeiro, independente do candidato que vencer. Isso está claro, afinal o presidente Lula (afora os ocorridos escândalos de corrupção) manteve a Economia estável e seguiu a cartilha do desenvolvimento conservador.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De olho nos americanos&lt;/strong&gt; Uma das palestras mais interessantes que assisti foi a de Flávio Conde, professor do Ibmec e estrategista da Itau Corretora. Ele alerta os investidores a prestarem atenção principalmente no preço do petróleo (por afetar não somente a indústria do petróleo, mas inúmeras outras empresas), a atividade financeira americana (aumento dos juros ou redução de juros) e a inflação no varejo americano. Você pode estar se perguntando agora: por que tanta preocupação com o mercado americano? Primeiro, os grandes investidores da Bolsa brasileira são os estrangeiros. Segundo, o que acontece nos EUA afeta sobremaneira o que acontece no Brasil, principalmente após o início da globalização na déca de 90. Não há como ganhar dinheiro sem saber o que acontece principalmente nos EUA e nos países emergentes. Terceiro, o consumidor americano consome de tudo. Por isso o índice de varejo americano é tão importante, pois é ele que afeta o crescimento da indústria mundial.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Concluindo &lt;/strong&gt;As perspectivas no geral eram positivas e as previsões é que a Bovespa feche o ano em torno de 32.000 a 35.000 pontos. As corretoras, como já era de se esperar em um evento como este, acreditam que a Economia vá crescer no próximo ano, independente do presidente e sinalizam bons ganhos em ações para 2007.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.expomoney.com.br/newsletter/"&gt;Newsletter Expomoney&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.itautrade.com.br"&gt;Itautrade - Corretora&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.bolsahoje.blogspot.com/"&gt;Blog do palestrante Humberto Santos sobre Como ter Sucesso com Ações&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115982227206766084?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115982227206766084/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115982227206766084&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115982227206766084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115982227206766084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/10/expomoney-so-paulo-educando.html' title='Expomoney São Paulo - Educando Investidores'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115940035830034061</id><published>2006-09-27T16:28:00.000-07:00</published><updated>2006-09-29T04:44:25.566-07:00</updated><title type='text'>Skype - vale a pena?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/Right_ang.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/200/Right_ang.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esses dias estive pensando seriamente em trocar meu telefone fixo de casa por um telefone via internet, utilizando o famoso aplicativo Skype. Isto porque, em qualquer lugar que você vá, tem sempre alguém falando sobre Voip (protócolo de voz sobre IP), o qual o Skype utiliza e na economia gerada por esta modalidade de telefonia. Sem contar meus amigos que tem o Skpe instalado em seus computadores e ficam tentando me convencer a instalar um também! Vamos dar uma olhada nas vantagens e desvantagens, se é que existem desvantagens. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista tecnológico, o conceito é simples, uma vez uma conexão de banda larga é o suficiente. Compre um headset (fone e microfone), baixe e instale o programa Skype no seu computador. Procure e adicione seus contatos (registrados no Skype) à sua lista. Você está pronto para começar a conversar! &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E se você não quiser ficar com o seu computador ligado, compre uma aparelho chamado ATA (Analog Telephone Adapter) que permite a utilização de um telefone Voip, bastando tirar do gancho, quer seja sem fio ou não e disque normalmente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Skype também oferece serviços pagos: o SkypeIn, para que as pessoas possam ligar para você por meio de um número, sem um PC; e o SkypeOut, que permite que você ligue para telefones comuns. Os valores devem ser consultados no site (&lt;a href="http://www.skype.com/intl/pt/products/skypeout/rates/"&gt;skype&lt;/a&gt;), mas costumam ser bons. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Skype também tem uma versão que roda em computadores de mão, ou seja, você pode pegar o seu handheld (com sistema Windows Mobile), levar para um lugar com acesso Wi-Fi – uma lanchonete, por exemplo – e fazer ligações via internet de graça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vale a pena?&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se você estiver falando com alguém que também possui o Skype instalado, você não pagará nada, pois a chamada é de graça, mesmo quee a pessoa esteja em outro país. Caso ela não tenha o serviço contratado, tente convecê-la a ter o mesmo serviço de VOIP que o seu. Vale a pena. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E o fixo - convencional? O que faço com ele? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, você está pensando em trocar o fixo pelo Skype ou outro serviço Voip? Muita calma nesta hora. Isto é, depende de como você utiliza seu telefone. Mas vamos criar alguns cenários:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o seu maior gasto for de ligações do telefone fixo para celulares, o fone Skype não vai diminuir sua conta – nessa situação, a telefonia pela internet (Voip) quase sempre é mais cara, sendo até 50% a mais caro do que o fixo. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se você liga principalmente para números locais, também não é vantajoso: enquanto a Telefônica cobra aproximadamente R$ 0,05 por minuto, as tarifas no VoIP começam em R$ 0,07.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se você faz ligações interurbanas e internacionais e fala com outras pessoas que tenham uma linha de VoIP da mesma empresa. Nesses casos, a vantagem é clara.Para ligações interurbanas e internacionais, o VoIP é ótimo. Porquê? A voz digitalizada trafega durante boa parte do caminho via internet, sem utilizar a complexa e cara rede internacional de telefonia convencional.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na prática&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Suponha que eu ligue, por exemplo, para Itália. A Telefônica cobra R$ 1 por minuto. A Embratel, R$ 0,68. Já a operadora digital Hip Telecom, por exemplo, cobra R$ 50 mensais por 250 minutos de ligações internacionais para qualquer lugar – o que dá R$ 0,20 por minuto. E, mesmo se eu estourasse a minha cota, as demais chamadas para a Itália custariam R$ 0,24/minuto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E agora ?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No caso de você ter necessidade fazer muitas ligações de longa distância (DDD ou DDI), troque por uma telefone Voip, que pode ser Skype. São ligações mais baratas que a telefonia tradicional ou até de graça. Nos outros casos, fique com seu telefone fixo e rezar para que as operadoras baixem o custo da ligação. Mas, se mesmo assim, você quiser ter uma alternativa para ligar de vez enquando para pagar menos em chamadas a longa distância, contrate um serviço Voip mínimo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.timesdispatch.com/servlet/Satellite?pagename=RTD%2FMGArticle%2FRTD_BasicArticle&amp;%09s=1045855934868&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;c=MGArticle&amp;cid=1149190870348&amp;amp;path=!business!columnists"&gt;TALKING MONEY: Skype's the limit when you want to save on phone calls&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://br.news.yahoo.com/060925/7/1960s.html"&gt;Estudo aponta qualidade de ligações VoIP&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115940035830034061?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115940035830034061/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115940035830034061&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115940035830034061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115940035830034061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/skype-vale-pena.html' title='Skype - vale a pena?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115929026750798414</id><published>2006-09-26T10:04:00.000-07:00</published><updated>2006-09-26T10:33:47.956-07:00</updated><title type='text'>Reforma não é só política e tributária, é educacional também</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="margin: 5px; float: right" alt="" src="http://www.e-escola.pt/site/img/photo_decorative.jpg" /&gt;A Exame deste mês tem como tema central a educação no Brasil como um dos maiores (senão o maior) fator que entrava o crescimento no Brasil.. A matéria da revista está embasada no estudo que o Banco Mundial realizou sobre o tema. Segundo o estudo, dentre os principais países emergentes (incluem-se aí nossos amigos China, Índia, México, Rússia entre outros) o Brasil é o pior colocado. Temos aqui a maior taxa de analfabetismo 13%), a menor média de escolaridade da população (5 anos), a menor participação de mão-de-obra especializada na força de trabalho (9%), a maior repetência no ensino fundamental (21%) e a menor qualidade do ensino de ciências e de matemática.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Lembram do &lt;a href="http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/brasil-nmero-38-no-ranking-de.html"&gt;artigo sobre competitividade&lt;/a&gt; ?&lt;/strong&gt; O Brasil foi classificado pelo ranking da Fiesp número 38 de um ranking de 43 países. O que este estudo do Banco Mundial demonstra é que o baixo crescimento do país (ou seja, sua falta de competitividade) está altamente relacionado à baixa qualidade de ensino. Embora o estudo do Fiesp tenha demonstrado que o Brasil melhorou o índice IDH e indicadores de educação como taxas de matrícula, alfabetização e escolaridade, essa melhora ainda é insignificante frente ao desenvolvimento dos outros países.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conclusões do estudo&lt;/strong&gt; São duas as principais conclusões que chegamos ao ler o artigo da Exame: (1) o brasileiro passa muito pouco tempo na escola e (2) ainda que o brasileiro passe mais tempo na sala de aula, ainda precisa efetivamente transformar isso em aprendizado. O brasileiro estuda em média 5 anos. Segundo a revista, estima-se que se os brasileiros permanecessem na escola os 12 anos que os americanos, a renda nacional seria mais que o dobro da atual.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fica a questão, como melhorar?&lt;/strong&gt; O que fazer? Fora o óbvio que é melhorar a qualidade da educação nas escolas e investir mais, nos deparamos com outros problemas de mesma importância: para arranjar um emprego, ainda só é preciso ler e escrever. Para que cursar então, o ginásio e o colegial? Não é por acaso que a média de anos de estudo no Brasil é de 5 anos. É preciso reestruturar a educação no Brasil, ensinar a aprender e a estudar como é o sistema americano.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O dilema tostines&lt;/strong&gt; Denise Neumann do Jornal Valor Econômico descreve bem o dilema da educação no Brasil: &amp;quot;Dois movimentos simultâneos vão mudar essa correlação de forças: mais crescimento e mais educação. Mas é quase um dilema de &amp;quot;tostines&amp;quot;, pois elevar o nível de qualificação da população e da mão-de-obra é fundamental para que o país possa elevar seus níveis de produtividade e crescer mais. Ao mesmo tempo, sem mais crescimento, não serão gerados empregos na velocidade suficiente para evitar que a renda média de 8 milhões de famílias continue inferior a um salário mínimo - hoje, R$ 350.&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O contraste&lt;/strong&gt; Enquanto o artigo da Exame fala sobre a dificuldade que empresas como a FNAC, Atento, entre outras possuem para conseguir contratar profissionais qualificados, na mesma revista Exame, algumas páginas adiante há uma entrevista com Aguinaldo Ricieri. Ricieri tem 49 anos, é graduado em física pela USP e engenharia aerospacial no ITA e cobrou 3 milhões de reais pela sua última consultoria. O segredo? Ele usa cálculos matemáticos avançados para solucionar problemas do cotidiano, identificando com precisão a maneira exata de produzir, transportar ou desenhar um produto. Ricieri ajudou a Petrobrás a desenvolver um combustível que deixasse menores resíduos, a Vale a diminuir a emissão de polientes de torres de minérios de ferro e atualmente trabalha no aperfeiçoamento da logística de uma usina de etanol. Alguém ainda tem dúvida do poder da educação?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/brasil/A+face+perversa+da+menor+desigualdade,,,63,3906649.html"&gt;A face perversa da menor desigualdade&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;    &lt;li&gt;&lt;span style="color:Blue"&gt;&lt;a href="http://www.centrodametropole.org.br/divercidade/numero9/6.html"&gt;A escola como forma de superar a pobreza&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/economia/"&gt;Ignorância impõe custo alto ao Brasil - Revista Exame&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.universia.com.br/html/noticia/noticia_clipping_cddih.html"&gt;&lt;span class="pret2"&gt;A matemática é disciplina indispensável&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - entrevista com Aguinaldo Ricieri&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color:#008;text-align:right;"&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;Powered by&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.qumana.com/"&gt;Qumana&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115929026750798414?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115929026750798414/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115929026750798414&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115929026750798414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115929026750798414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/reforma-no-s-poltica-e-tributrias.html' title='Reforma não é só política e tributária, é educacional também'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115885165836034945</id><published>2006-09-21T08:14:00.000-07:00</published><updated>2006-09-21T09:01:17.736-07:00</updated><title type='text'>Fundamentalistas e Grafistas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/mp_graphic2.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" height="186" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/mp_graphic2.png" width="308" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Bovespa fechou ontem em queda de 1,92%, entre outras coisas, reflexo das notícias de corrupção envolvendo o partido do presidente Lula. Já na terça, dia 19, Miriam Leitão na rádio CBN dizia que o ambiente econômico, embora estável, era abalado pela "penumbra" criada sobre o país, o que os economistas chamam de crise de credibilidade. "Existe uma intranqüilidade do mercado em relação ao cenário político interno", afirma Tommy Taterka, operador da corretora Concórdia. "Os investidores estrangeiros continuam deixando o país, porque, se Lula ganhar --o que é o mais provável--, continuará no poder o partido cujos integrantes têm sido envolvidos nas denúncias." &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Frente a tudo isso, o que o pobre investido pode fazer? Existem duas correntes de análise de ações utilizadas no mercado: a fundamentalista e a grafista, que veremos um pouco mais a seguir.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fundamentalistas &lt;/strong&gt;Os fundamentalistas se preocupam com os dados reais da empresa, como produtividade, modernidade da planta, mercado de seus produtos, inserção na economia internacional, nível de endividamento, capacidade de crescimento dadas as expectativas macroeconômicas do país. Estas avaliações todas devem ser quantificadas, ou seja, avaliadas em números, que devem refletir crescimento esperado e comportamento das receitas e despesas. Com base então em dados concretos, avaliados de forma subjetiva, porém metodológica, o analista pode estimar quanto a ação deverá estar valendo num período qualquer. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Gr&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;afistas&lt;/strong&gt; Avaliam o que se deve esperar de uma ação a partir de seu desempenho passado, e a partir de uma suposta repetição de padrão de comportamento que ocorre com qualquer ativo financeiro. Estes analistas tomam suas decisões de compra e venda de ativos apenas olhando o comportamento dos gráficos. Este instrumento é muito utilizado para as operações de daytrading, onde o investidor trabalha com uma posição vendida/ comprada e ganha dinheiro neste curtíssimo prazo. Após breve análise, o grafista define qual o ponto em que deve vender ou comprar a ação e ganha nesse intervalo. Como todo investimento, cautela é a palavra de ordem e, mesmo para os mais empolgados, recomenda-se utilizar essa ferramenta com cuidado e amparar-se em outras ferramentas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;E agora? &lt;/strong&gt;Fundamentalistas ou grafistas, a opinião sobre a situação atual é a mesma: atenção. Segundo o site &lt;a href="http://www.infomoney.com.br"&gt;Infomoney&lt;/a&gt;, o momento é de indefinição para o índice Ibovespa, que tem oscilado entre a resistência do 38 mil pontos e o suporte em torno do patamar dos 35 mil pontos. Lembram-se que os mais otimistas previam que o Ibovespa ia fechar o ano a 50.000 pontos se continuasse no mesmo ritmo do primeiro semestre? Pois é, hoje os fundos de investimentos com gestores mais conservadores projetam que o Ibovespa fechará o ano a 32.000 pontos...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u111169.shtml"&gt;Clima político ruim persiste e Bovespa cai 1%; dólar encosta em R$ 2,19&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://radioclick.globo.com/cbn/"&gt;Escute Miriam Leitão na Rádio CBN&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ext/financas/investimentos/acoes2.htm"&gt;Estadao.com.br: Finanças Pessoais&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115885165836034945?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115885165836034945/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115885165836034945&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115885165836034945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115885165836034945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/fundamentalistas-e-grafistas.html' title='Fundamentalistas e Grafistas'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115871513087757819</id><published>2006-09-19T18:16:00.000-07:00</published><updated>2006-09-21T18:55:13.080-07:00</updated><title type='text'>Golpe na Globalização</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/BangKok.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/BangKok.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dias atrás (20/09), ficamos sabendo através dos jornais sobre o Golpe de Estado na Tailândia. Parece um país tão pequeno ... mas que causou grande impacto negativo nas bolsas ao redor do mundo! Mas porquê? Bem, vivemos num mundo cada vez mais interligado, onde os países fazem parte de um longa cadeia de fornecimento. Cada qual em sua especialidade, onde empresas investem bilhões de dolares para tirarem o máximo proveito das oportunidades e poderem entregar a você consumidor um produto ou serviço que satisfaça suas necessidades. A Tailândia, por exemplo, é um fornecedor de componentes eletrônicos para computadores pessoais da gigante Dell. Pode ser que seu microcomputador possua um Hard Disk da marca Hitachi (gigante japonesa) fabricado lá mesmo, na Tailândia. Quando um elemento da cadeia tem algum problema, todo resto tende a sofrer um efeito "chicote", gerando desconfiança por parte de quem investe. Em um mundo globalizado, todos os participantes do jogo devem estar cientes de seu papel e de como seu comportamento pode influenciar o resto dos participantes e a si próprio. O pior para o país participante do jogo é de ficar fora de várias jogadas por muito tempo. Isto significa que seu crescimento será menor ou nulo e que não haverá prosperidade para sua população. Não haverá dinheiro também para se investir em educação dos jovens e logo não formará uma mão-de-obra de alto nível para o mercado de trabalho. É um efeito em cadeia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Turbulências&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O processo de globalização continua sim, apesar das turbulências e é inevitável, porém existem algumas forças que poderão fragilizá-lo, uma vez que se encontra atrelado ao processo de democratização. São desafios à Governabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desigualdades sociais e falta de oportunidade formando uma grande população de jovens descontentes. Governos que tendem a suprimir as discordâncias através do autoritarismo para manter a ordem, fomentando o surgimento de novas insurgências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O forte nacionalismo e uma tendência de populismo desafiarão a Tailândia, Laos, Birmânia, Camboja, que não tem dado conta das crescentes exigências populares e por isso correm o risco de fracassarem como Estados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A identidade religiosa radical com a proclamação de um novo califado poderia fomentar ainda mais conflitos, com uma nova geração de terroristas, quer sejam muçulmanos ou não. Uma nova onda de insegurança global se faria presente.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Este incidente na Tailândia nos faz refletir sobre países latinos como Bolívia, Venezuela e em nós mesmos, nossas necessidades de crescer e construir um páis melhor para nós e para todos os jovens que hoje sonham em prosperar e como alerta para tirar do ostracismo aqueles que ficaram apáticos à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/efe/2006/09/21/ult1767u76333.jhtm"&gt;Prêmio Nobel de Economia ataca fundamentalistas do mercado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1146697-EI294,00.html"&gt;Exército dá Golpe de Estado na Tailândia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Livro&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Relatório da CIA - Como será o mundo em 2020&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115871513087757819?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115871513087757819/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115871513087757819&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115871513087757819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115871513087757819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/golpe-na-globalizao.html' title='Golpe na Globalização'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115834150954264497</id><published>2006-09-15T10:25:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T08:12:20.456-07:00</updated><title type='text'>A Cauda Longa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/caudalonga.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/caudalonga.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Afinal, o que é a tal da "Cauda Longa" &lt;/strong&gt;É um termo estatístico para identificar distribuições de dados onde o volume de dados descresce ao longo do tempo, durante um período longo. Este termo foi utilizado pela primeira vez em relação ao consumo, por Chris Anderson em 2004 em em um artigo da revista "Wired" e aplica-se à internet, à transação de músicas pela rede, aos vastos nichos da chamada nova economia. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Anderson, produtos que possuem uma baixa demanda ou volume baixo de vendas podem, em conjunto, formar um &lt;em&gt;market share&lt;/em&gt; equivalente ou mesmo superior aos campeões de venda, desde que o canal de distribuição seja grande o suficiente. O varejo tradicional em lojas concentra-se em vender os itens mais populares, pois não é possível ter em estoque cada um dos milhões de livros, CDs e DVDs que é produzido. Os varejistas on-line, no entanto, não precisam preocupar-se com espaço de prateleira limitado; despachando os produtos para os clientes diretamente dos grandes armazéns espalhados pelo mundo, podem anunciar e vender o milionésimo título mais popular tão facilmente quanto o número um dos mais vendidos. O acesso a essa longa cauda de vendas de baixo volume se converte em uma quantidade imensa de renda. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O caso Amazon.com&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;e um exemplo brasileiro &lt;/strong&gt;Ainda de acordo com Anderson, a maior parte das vendas de livros da Amazon.com vem de fora dos seus títulos principais. Suas prateleiras virtuais possuem cerca de 3,7 milhões de livros diferentes, diferentemente de uma livraria convencional. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma “prateleira” maior de livros à venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Daí a razão de haver tanta discussão sobre o assunto. Nas empresas convencionais, segundo a Regra de Pareto, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que o último livro de Paulo Coelho representa uma boa parte do faturamento, portanto é totalmente racional que o dono da livraria deixe um espaço maior (do já limitado espaço) para este lançamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já falamos da Amazon, agora está na hora de falar de um exemplo brasileiro: a Livraria Cultura. Quem visitou o site on-line já viu: tem de tudo: livros de arquitetura, de negócios, de pintura. E vende também o Paulo Coelho. Em inglês, francês, alemão e italino. Ela cresce porque vende Paulo Coelho, best-seller assegurado, mas também porque mantém em estoque os livros menos demandados, atendendo a nichos diferenciados. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Será o fim dos hits? &lt;/strong&gt;Qual a vantagem de possuir esses pequenos produtos no seu catálogo? Por mais que o conceito seja utilizado na chamada Nova Economia, ele se apóia em um conceito para lá de antigo: o custo de manutenção de um produto muito procurado é igual ao custo de manutenção de um produto procurado apenas por um número mínimo de consumidores. Para quem ainda não entendeu, veja o YouTube: o custo de colocar um hit é o mesmo de colocar aquele vídeo da sua formatura de colegial que só interessa a você, seus familiares e alguns colegas de escola. Ótimo sinal, pois isso indica que o mercado pode deixar de ser massificado para, de agora em diante, diversificar. Em uma era sem problema de espaço nas prateleiras e sem gargalos de distribuição, produtos e serviços segmentados podem ser economicamente tão atrativos quanto produtos de massa. &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo bem, a teoria é interessante, mas uma pergunta paira no ar: será que a cultura de nichos vai acabar com o hits? O próprio Anderson responde a pergunta: "Algumas pessoas que analisaram a teoria disseram que seria o fim dos hits, mas elas se enganaram. O livro não diz isso. O que digo é que o monopólio dos hits está comprometido. No século 20 havia os hits ou nada, no século 21 teremos os hits e os nichos. Os hits irão competir com milhares de produtos de nicho, mas sempre teremos hits. A conseqüência é que os mercados serão mais diversificados &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e cada vez menos concentrados. " &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;a href="http://www.longtail.com/"&gt;Blog do Chris Anderson&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75221-5856-433,00.html"&gt;Entrevista de Anderson á Época&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;a href="http://www.techbits.com.br/2006/08/21/a-cauda-longa/"&gt;Tech Bits (fonte do gráfico da Cauda Longa)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115834150954264497?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115834150954264497/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115834150954264497&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115834150954264497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115834150954264497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/cauda-longa.html' title='A Cauda Longa'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115818695400570455</id><published>2006-09-13T15:26:00.000-07:00</published><updated>2006-09-13T18:15:24.753-07:00</updated><title type='text'>Bancos - faturando com as tarifas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/dinheiro.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/200/dinheiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Todos nós temos conta em algum banco e pegamos taxas do momento da abertura da conta até o seu fechamento. Durante o tempo que a conta está aberta, nos são cobradas taxas (tarifas) para todo o tipo de serviço e até alguns que desconhecemos e nos obrigam a ficar ligando para nossos gerentes e pedindo explicações. Bem, quando isto começou? Essas tarifas foram instituídas em 1994, quando a estabilidade econômica eliminou os ganhos dos bancos na ciranda financeira e essas taxas crescem continuamente. Os banqueiros ficaram muito felizes, pois descobriram poderiam oferecer uma quantidade enorme de serviços e cobrar por eles (um extrato é um serviço!!!). De acordo com um levantamento feito pela consultoria Austin Rating para a revista DINHEIRO mostrou que as receitas dessas taxas aumentaram 1.084% em cinco dos maiores bancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns dados sobre o faturamento de 1994 a 2005&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bradesco&lt;br /&gt;1994 - R$510,8 milhões&lt;br /&gt;2005 - R$7,34 bilhões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banco do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1994 - R$1,02 bilhão&lt;br /&gt;2005 - R$7,64 bilhões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unibanco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1997 - Saldou toda sua folha de pagamento com o dinheiro das tarifas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Próxima fronteira&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de criarem mais e mais serviços, os bancos também continuam agressivos no aumento da base de clientes. Na outra ponta, fazem de tudo para cortar seus custos nas agências e nos processos internos, aumentando sua lucratividade. Por outro, lado oferecem a internet banking, onde o custo da transação é baixíssimo e não pagamos para acessá-lo. Problemas de segurança a parte, todos nós preferimos utilizar o Internet banking para os mais diversos serviços porque é mais prático, não temos que ficar bufando nas filas das agências. Além disso, muitos serviços e produtos diferenciados podem ser adicionados ao internet banking e até mesmo plataformas diferentes (além do seu computador pessoal) para que você tenha o seu "banco no bolso" com os serviços para mobiles. Mas fique atento, porque parece que esta fronteira também será taxada. God save the Queen!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/469/financas/insustentavel_taxa.htm"&gt;O insustentável peso das taxas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG58090-6012-264,00.html"&gt;Bancos lucram 92% mais que as empresas &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.feebpr.org.br/lucroban.htm"&gt;Lucros dos Bancos&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/comunicacoes/2006/08/08/idgnoticia.2006-08-04.4624377473"&gt;Bancos enfim sucumbem aos encantos do mobile banking&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115818695400570455?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115818695400570455/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115818695400570455&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115818695400570455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115818695400570455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/bancos-faturando-com-as-tarifas.html' title='Bancos - faturando com as tarifas'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115780872680874403</id><published>2006-09-09T06:23:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T08:17:14.250-07:00</updated><title type='text'>Brasil - número 38 no ranking de competitividade</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/competividade.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/200/competividade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Essa semana gostaria de comentar um pouco sobre o ranking de competitividade elaborado pela Fiesp com 43 países, onde o Brasil se encontra atualmente na posição de número 38 (na frente apenas de Filipinas, Colômbia, Turquia, Índia e Indonésia). Embora todo estudo esteja passível de críticas, acredito ser de extrema importância colocarmos em pauta o assunto "competitividade", principalmente em tempos onde a falta da mesma causa demissões em massa como na Volks. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A defininição da Fiesp sobre competitividade é : "Competitividade é a capacidade de um país de criar condições para que as empresas nele instaladas produzam o maior bem estar possível p&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/competividade.jpg"&gt;&lt;/a&gt;ara seus cidadãos e que façam-no crescer ao longo do tempo em relação ao dos cidadãos de outros países. Envolve, portanto, um conjunto de fatores que devem ser orientados à construção de vantagens competitivas, tais como: Economia Doméstica, Governo, Capital, Infra-Estrutura, Tecnologia, Comércio Internacional, Empresarial e Capital Humano." &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para atribuir notas aos países, o índice avalia 83 indicadores de 43 economias. Os 83 indicadores avaliam desde a situação econômica doméstica e o grau de abertura comercial até as condições de financiamento privado e público e os indicadores sociais. Segundo o diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, a valorização da taxa do câmbio, a alta carga tributária e os juros elevados foram os responsáveis pelo baixo resultado do país. Mesmo assim, o Brasil conseguiu subir um degrau no ranking (no ano passado estava em trigésimo nono lugar) devido a um incremento no comércio internacional, que vem crescendo nos últimos anos. Entre os fatores que contribuíram para esse novo cenário, Roriz destaca a diminuição dos spreads bancários, o leve aumento da produtividade na indústria e na agricultura e os investimentos – estes, no entanto, ainda bem aquém da média dos países selecionados. Embora os spreads e os juros venham caindo, seu valor ainda é superior em relação aos países analisados. Os juros para empréstimos de curto prazo, em 2004, oscilaram em torno de 54,7, ante 6,3% dos países que integram o Índice. Mesmo no bloco das nações menos competitivas, do qual o Brasil faz parte, essa média oscilou em 11,3% ao ano. “A utilização de juros altos como único instrumento de combate à inflação tem sérias conseqüências sobre a competitividade: inibe o desenvolvimento do crédito, e conseqüentemente, o investimento privado”, explicou Roriz. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O estudo ainda analisa os principais fatores de competitividade e chega à seguinte conclusão em relação o Brasil:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ambiente de negócios:&lt;/strong&gt; tem sido marcado pela instalibilidade, alto custo, e portanto, baixa expectativa de crescimento, o que inibe investimentos e reduz gastos sociais;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Comércio internacional: &lt;/strong&gt;melhora na balança comercial com predominância de commodities (fruto de vantagens comparativas) e manufatura de baixo valor agregado;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Produtividade:&lt;/strong&gt; dadas as baixas taxas de crescimento da produtividade total e principalmente industrial, o gap frente aos países de competitividade elevada tem aumentado, e estamos sendo alcançados pelos países selecionados (República Tcheca, Hungria, Polônia, Rússia, Coréia, Tailândia, China, Malásia, Índia, Indonésia e Africa do Sul);&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Recursos Humanos: &lt;/strong&gt;significativa evolução do IDH e indicadores de educação: taxas de matrícula, alfabetização e escolaridade;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia&lt;/strong&gt;: gastos em P&amp;D maiores que a média dos países selecionados e crescente participação de high-tech na pauta, embora menor que nos países selecionados; e &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Infra-estrutura: &lt;/strong&gt;apesar de melhor que dos países selecionados, encontra-se muito defasada em relação aos países competitivos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;O curioso é que, aliado a este resultado, no dia 06 de setembro o Banco Mundial divulgou os resultados de uma pesquisa em que classifica o Brasil como o quarto pior país para realizar negócios na América Latina. O Brasil é o país latino-americano onde mais demora para se abrir um negócio: em média 152 dias, prazo este cinco vezes o necessário no México ou no Chile. Entre os países da América Latina, o Brasil também é o país onde se paga a maior quantidade de encargos trabalhistas e onde se gasta mais horas do ano pagando impostos. Em média, uma empresa gasta 2,6 mil horas por ano envolvida com as burocracias de pagar taxas, mais de quatro vezes o tempo necessário na Argentina. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Hoje eu lia uma matéria na Veja sobre comportamento que dizia que não é possível definir a personalidade de uma pessoa somente pelo DNA ou somente pelo ambiente de criação. Estes dois fatores são, na realidade, inseparáveis e fundamentais na formação de nossa personalidade. O mesmo ocorre com a competitividade: não é possível dizer que seremos mais competitivos somente cortando taxas de juros e spreads bancários, mas sim por meio de ações conjuntas: investimento em infra-estrutura, educação, câmbio competitivo entre outros fatores. Embora cada um seja fundamental, não é fácil definir o quanto cada um influi na "personalidade" de nossa Economia e qual a prioridade.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Dica para o Estudante:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.fiesp.com.br/download/competitividade/ic_fiesp_2006.pdf"&gt;Estudo da Fiesp na íntegra&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.bancomundial.org.br/index.php/content/view_folder/2862.html"&gt;Estudo do Banco Mundial&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.sebrae.com.br/br/parasuaempresa/competitividade.asp"&gt;Site do SEBRAE&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115780872680874403?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115780872680874403/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115780872680874403&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115780872680874403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115780872680874403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/brasil-nmero-38-no-ranking-de.html' title='Brasil - número 38 no ranking de competitividade'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115750313436729355</id><published>2006-09-05T17:22:00.000-07:00</published><updated>2006-09-05T18:47:04.693-07:00</updated><title type='text'>Vôlei - Lição de Planejamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/volei.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/volei.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vocês acreditam que somos Hexacampeões? Não estou louco, somo hexacampeões!!! E no vôlei!!! Esqueçam o futebol de estrelas milionárias que mais pareciam baratas tontas nos jogos da Copa do Mundo da Alemanha. Foi mérito só dos jogadores? Do técnico? Não, isso ajudou mas as vitórias conseguidas e o sucesso alcançado foi devido a Liderança e Planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se analisarmos a estrutura do empresa, isto é, da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), veremos que temos pessoas extramente competentes e focadas em seu negócio, como nas grandes empresas. O presidente da CBV, Ary Graça Filho, foi jogador e depois fez carreira no mercado financeiro onde ganhou o título de presidente de honra do Instituto Brasileiro de Executivos em Finanças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;35 milhões de Reais é o que movimenta o negócio do Vôlei no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como a CBV trabalha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa estrutura onde o Ary Graça seria o Presidente da Empresa, seus técnicos (Bernardinho e José Guimarães) seriam seus CEOS. Eles são os responsáveis pelo treinamento e motivação da equipe e por achar diferenciais que mantenham o grupo no topo do ranking. Sua empresa é assim? Além disso, são responsáveis em conjunto por Inovação! Exemplo: criam equipamentos específicos para avaliar as condições físicas dos atletas. As inovações fazem parte de uma administração muito bem planejada. Talvez seja esse o grande trunfo do vôlei, o planejamento de negócios, nos moldes do que é feito em uma multinacional. E ele começa com o objetivo. Há cinco anos, a CBV decidiu que chegaria ao pódio em todas as competições que disputasse, do infantil ao adulto – e cumpriu a promessa. E isso só foi possível graças à sinergia entre a parte administrativa e técnica. Ou seja, elas se complementam, mas uma não interfere no trabalho da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MERITOCRACIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A CBV possui olheiros (head-hunters) que cuidam da renovação dos atletas. Seus olheiros, os “head-hunters”, acompanham os campeonatos regionais e caçam talentos, que são encaminhados para o centro de treinamento de Saquarema (RJ). Os "aprendizes" que passam na peneira ficam cinco meses no local, que conta com 200 leitos, academia de ginástica, aulas de inglês e espanhol e, é claro, muitas quadras para fazerem o que mais gostam: jogar vôlei. Esses aspirantes ao estrelato têm muitas jogadas pela frente antes de atingirem as pequenas mordomias dos atletas top de linha. “Os benefícios são conquistados com méritos”, diz José Fardim, superintendente da CBV. Portanto, quem chega em Saquarema pela primeira vez divide o quarto com seis pessoas. Já os atletas da seleção têm direito a quarto duplo. E, como os custos são controlados, só os campeões olímpicos podem viajar de primeira classe nos aviões. Mordomia? Não. Meritocracia, um conceito tão comum nas empresas modernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.palestrarte.com.br/system/palestrante.asp?id=163"&gt;Bernardinho&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115750313436729355?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115750313436729355/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115750313436729355&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115750313436729355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115750313436729355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/09/vlei-lio-de-planejamento.html' title='Vôlei - Lição de Planejamento'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115702944135121301</id><published>2006-08-31T05:58:00.000-07:00</published><updated>2006-08-31T08:34:47.483-07:00</updated><title type='text'>COPOM corta a SELIC em 0,5% e PIB cresce somente 0.5% no segundo trimestre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/mantega.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/mantega.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O assunto em voga na quarta-feira dia 30 de agosto, última reunião do Copom antes das eleições, foi o corte da taxa de juros SELIC em 0,5%. A surpresa vem do fato de que o Banco Central havia sinalizado em sua última reunião da ata do Copom, "maior parcimônia" (para quem não entendeu, parcimônia quer dizer moderação). O processo de redução da taxa de juros começou em setembro do ano passado, sendo que na época, a Selic passou de 19,75% para 19,5% ao ano. Embasados na "parcimônia" do governo, analistas projetaram em sua maioria uma queda de 0.5 ponto percentual na SELIC (pesquisa da Reuters na semana passada mostrou que 16 de 20 analistas projetavam redução de 0,25 ponto percentual. Os demais previam corte de 0,5 ponto). O fator que mais justifica o menor conservadorismo do Banco Central é a tendência de queda da inflação que deve ficar abaixo da meta de 4.5% estipulada. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A queda na taxa de juros é um assunto polêmico e sua queda é defendida fortemente pelos setores do comércio, indústria e sindicatos. No entanto, a decisão não agradou a setores do comércio, indústria e sindicatos. A Fiesp considerou a queda como uma manutenção "do seu ritmo tímido e não compromissado com crescimento já". Apesar de aplaudir as sucessivas quedas na Selic, o presidente da Fecomercio diz que o varejo ainda espera uma ação do governo que amplifique a competição entre os bancos e permita reduzir os juros para o consumidor e para as empresas. O presidente nacional da CUT disse que "o Copom permanece insensível aos apelos dos trabalhadores e mantém a política conta-gotas que o caracteriza". Para o sindicalista, a redução de 0,5 ponto é tímida. O presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, disse que o governo voltou a "decepcionar o movimento sindical, cujos dirigentes aguardavam uma intervenção radical para diminuir a taxa Selic e assim reativar a economia e iniciar o processo rápido de geração de emprego e renda". &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliado a tudo isso, foi divulgado pelo IBGE que o PIB registrou uma expansão de 0,5% no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses deste ano, dempenho este o pior desde o terceiro trimestre de 2005. Segundo a Folha de São Paulo, diversos representantes do governo atribuíram a queda na atividade industrial e no comércio a fatores pontuais no segundo trimestre ao número menor de dias úteis e a paralisações em razão de jogos da Copa do Mundo e de greves. Analistas do mercado, no entanto, reforçam que a taxa de investimentos aquém da necessária ainda é o principal fator a inibir um crescimento econômico mais vigoroso no país. Além disso, houve o efeito da apreciação cambial sobre as empresas exportadoras. Conforme Elson Teles, economista-chefe da Concórdia Corretora de Valores, lembra 'Há que se reconhecer o papel desempenhado pela forte apreciação cambial no primeiro semestre (15% sobre o mesmo período do ano passado), tendo em vista que tal situação tem influenciado negativamente o faturamento das firmas exportadoras, provocado maior substituição de produção doméstica por produtos importados e diminuído a capacidade de investimento dessas empresas.'&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Embora o Bacen, às vésperas da eleição tenha mostrado uma postura um pouco menos conservadora em relação às taxas de juros, este comportamento se explica principalmente devido as perspectivas positivas em relação à meta de inflação. Isso demonstra que o governo ainda está extremamente preocupado com o controle da inflação e pouco preocupado com o crescimento. O ministro Guido Mantega continua otimista e diz que mantém a previsão de crescimento de 4%. Para ele, a desaceleração na Economia deve-se a Copa do Mundo em junho, os atos praticados pelo PCC, afetando principalmente o comércio e greve dos fiscais da Receita Federal. A lição disso tudo não é descobrir quem são os culpados pelo recuo, mas projetar para o futuro um crescimento mais agressivo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;DICA PARA O ESTUDANTE:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este blog também é muito visitado por estudantes de Economia, por isso àqueles que queiram entender um pouco mais sobre os efeitos de uma redução na taxa de juros, segue um trecho de um Especial publicado no site da Folha de São Paulo. Também aconselho o acompanhamento no site do Bacen das atas do Copom e o entendimento do Sistema de Metas de Inflação. Para os economistas ortodoxos, tentar entender como funcionam ferramentas como a IS-LM neste caso.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;"A redução dos juros, o Banco Central diminui a atratividade das aplicações em títulos da dívida pública. Assim, começa a "sobrar" um pouco mais de dinheiro no mercado financeiro para viabilizar investimentos que tenham retorno maior que o pago pelo governo.É por isso que os empresários pedem corte nas taxas, para viabilizar investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nos mercados, reduções da taxa de juros viabilizam normalmente migração de recursos da renda fixa para a Bolsa de Valores. É também por esse motivo que as Bolsas sobem em Wall Street ao menor sinal do Federal Reserve (BC dos EUA) de que os juros possam cair.Quando o juro sobe, acontece o inverso. O investimento em dívida suga como um ralo o dinheiro que serviria para financiar o setor produtivo."&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;------------------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115702944135121301?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115702944135121301/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115702944135121301&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115702944135121301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115702944135121301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/copom-corta-selic-em-05-e-pib-cresce.html' title='COPOM corta a SELIC em 0,5% e PIB cresce somente 0.5% no segundo trimestre'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115678400354996999</id><published>2006-08-28T09:40:00.000-07:00</published><updated>2006-08-29T07:04:02.510-07:00</updated><title type='text'>O que eles querem e o que nós queremos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/20060828-ibope-presidente.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/20060828-ibope-presidente.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Há 2 semanas, a revista IstoÉ publicou uma matéria de capa onde questionava o que os candidatos a Presidente do Brasil propunham quando eleitos. Pensei em cfalar um pouco sobre o plano de cada um destes candidatos em relação à Economia que, afinal de contas, é nosso assunto preferido aqui no blog e comparar com o que o eleitor está procurando. Só que me deparei com um problema: ao procurar pelas razões pelas quais os eleitores decidiam votar por candidato x ou y, o que descobri é que o eleitor não sabe o que quer! &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em julho deste ano, o instituto Datafolha indagou aos eleitores que têm um candidato a presidente se votam nele porque se trata do candidato ideal ou por não haver melhor opção. Entre os que votariam em Lula naquela época, 59% afirmam que ele é o candidato ideal, e 36% dizem que não há opção melhor. Entre os que têm intenção de votar em Alckmin, 50% afirmam que ele é o candidato ideal, e 47% declaram que não há outra opção. A maior parte (51%) dos eleitores de Heloísa Helena justifica seu voto dizendo que não há opção melhor entre os candidatos a presidente. A pergunta fica no ar: será que votamos nos candidatos por que oferecem as melhores soluções ou por que não há opção melhor? A revista Veja desta semana publicou um especial sobre as eleições 2006 em que apurou que, se não fossem obrigados a votar, 6 em cada 10 eleitores deixariam de fazê-lo. Esta eleição, segundo o Ibope, é percebida por 53% dos eleitores como "menos animada" que as anteriores principalmente devido a falta de interesse e denúncias de corrupção. Na última pesquisa efetuada pelo instituto, 90% dos eleitores disseram não confiar nos políticos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o intuito de ajudar o leitor a tomar uma decisão mais embasada, publicaremos alguns links e matérias que foram veiculadas recentemente sobre os 2 principais candidatos à Presidência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Revista IstoÉ:&lt;/strong&gt; "O presidente-candidato Lula já deu ordens a seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, para que faça, a partir de agora, uma calibragem com efeito para o próximo ano: um pouco mais de crescimento, no patamar de 5%. Como? Com reduções pontuais nos impostos para as microempresas e para setores estratégicos da economia. "&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;Revista Veja:&lt;/strong&gt; "O programa de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um eventual segundo mandato deverá priorizar o crescimento econômico, a inclusão social e a expansão do emprego, mas sem estabelecer metas numéricas para todas essas áreas. O documento deverá também fazer duras críticas ao governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso, e destacar vulnerabilidades dos rivais. (...) Da mesma forma, o programa de 2002 prometia 10 milhões de empregos, o que não será cumprido até o fim do ano - assim, Lula se comprometerá com a redução do desemprego sem falar em números. "Ele já manifestou preferir crescimento moderado e permanente com distribuição de renda. Não dá para ter China como um parâmetro", diz o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro.&lt;br /&gt;Um dos poucos pontos em que as metas incluem números é a educação, tema classificado de prioritário - Lula faria promessa de elevar os investimentos no setor para 6% do PIB (hoje são 4,5%). A reforma política é outra das prioridades, com as medidas já defendidas publicamente por Lula - fidelidade parrtidária, financiamento público de campanha e outras mudanças no sistema." &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Agora vejamos o que a imprensa tem dito sobre o candidato Alckmin: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Revista IstoÉ:&lt;/strong&gt; "O tucano Alckmin promete cortar gastos com um rigoroso enxugamento e racionalização da máquina pública. Avalia, por exemplo, que poderá economizar R$ 4 bilhões só com a implantação de compras por pregão eletrônico. Assim, terá margem para reduzir impostos. Alckmin quer criar o Simples Trabalhista para as pequenas empresas e unificar o ICMS e o IVA nos Estados. “A carga tributária precisa ser do tamanho dos gastos públicos”, lembra Everardo Maciel, da equipe de Alckmin. "&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Revista Veja:&lt;/strong&gt; "O candidato do PSDB à presidência da República, Geraldo Alckmin, vincula o desempenho econômico do país às denúncias de corrupção no governo Lula. Segundo o tucano, caso se confirme um resultado ruim do PIB (Produto Interno Bruto) nos primeiros seis meses deste ano, será "um sinal vermelho para o país". "Enquanto a gente não tirar essa praga da corrupção, o Brasil não vai para frente", disse nesta segunda-feira, em campanha na Grande São Paulo. "A corrupção espanta crédito, espanta investimento, desestimula a todos, cria um clima horrível porque não há segurança nas instituições".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Para saber mais sobre as eleições e plataformas de outros candidatos:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/eleicoes2006/"&gt;http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/eleicoes2006/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vejaonline.abril.com.br/"&gt;http://vejaonline.abril.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115678400354996999?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115678400354996999/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115678400354996999&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115678400354996999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115678400354996999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/o-que-eles-querem-e-o-que-ns-queremos.html' title='O que eles querem e o que nós queremos'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115646217601191902</id><published>2006-08-24T16:13:00.000-07:00</published><updated>2006-08-24T17:01:59.353-07:00</updated><title type='text'>Pedágio na Internet?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/savetheinternet.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/savetheinternet.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Você já se imaginou pagando pedágio às grandes telecoms, que possuem a infra-estrutura de acesso e tráfego na internet, para ter acesso mais rápido às páginas que você normalmente utiliza atualmente de graça? Ou que se você não pagar, terá um acesso lento ao conteúdo (págs) que gosta de ler frequentemente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, a nossa internet que nasceu num meio acadêmico, tem um modelo de funcionamento na qual as informações trafegadas na rede são iguais a todas as pessoas e de acesso grátis. É o que eles chamam de princípio da neutralidade. Porém, grandes empresas de telecomunicações americanas, como AT&amp;T e Verizon, tem pressionado o congresso americano para realizar "reformas" da lei de telecomunicações, querendo o direito de oferecer acesso rápido a quem pagar por ele, estabelecendo a hierarquia de tráfego na rede. Isso soa estranho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas empresas já conseguiram que uma emenda fosse retirada desta lei. Adivinhem qual? O princípio na neutralidade. Esta legislação ainda terá que ser aprovada pelo Senado americano.&lt;br /&gt;Logo, podemos entender que a falta do princípio da neutralidade permitirá que empresas de telecomunicações facilitem ou dificultem o tráfego na rede, de acordo com o pedágio (pagamento de taxas). Este pedágio daria acesso a vias expressas na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas empresas criaram seu modelo de negócios baseados numa internet livre e sem pedágio, como Google, Yahoo, Amazon, etc. Elas seriam prejudicadas pois dependem dos usuários que trafegam livremente, acessando páginas na rede e fazem parte de sua receita. Por outro lado as empresas de telecom possuem vários argumentos onde afirmam que gastam muitos milhões com infra-estrutura (fibra óptica); redução de empregos; aumento das chamadas telefônicas via rede (VOIP), etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto está acontecendo nos Estados Unidos, mas é onde encontramos os principais sites de acesso e por onde trafegam páginas do mundo inteiro (pela distribuição dos servidores). Logo, tarifando esta ponta, o mundo todo e não só o Brasil, será a afetado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acham disto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja mais em:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20305.shtml"&gt;Novas leis nos EUA poderão cobrar "pedágio" na internet &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/466/ecommerce/pedagio_na_internet.htm"&gt;Gigantes de telecom dos EUA querem cobrar pelo acesso à rede ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.savetheinternet.com/"&gt;Salve a Internet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115646217601191902?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115646217601191902/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115646217601191902&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115646217601191902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115646217601191902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/pedgio-na-internet.html' title='Pedágio na Internet?'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115617243504895586</id><published>2006-08-21T07:49:00.000-07:00</published><updated>2006-08-21T09:51:59.150-07:00</updated><title type='text'>Reforma Política</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/fhc.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/fhc.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em época de eleição, com a propaganda eleitoral a todo vapor, comícios, debates e visitas dos candidatos, não tem como não falar de política no blog. Eu, particularmente, sou adepta da idéia de que temos que ter o máximo de informações possíveis para tomar uma decisão que não é pequena e não é fácil. Não é fácil, neste país de surpresas, dizer o que vai e o que não vai dar certo. Por exemplo, o Plano Real, brilhantemente concebido e executado. O Plano Real não é só um exemplo de que existem economistas, políticos e estudiosos competentes no país, mas também é uma demonstração de que o Brasil tem jeito sim e pode dar certo. Como dizem por aí, é só saber aproveitar a hora certa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há algumas semanas, eu lia a revista Época e me deparei com uma entrevista com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na entrevista, FHC reforça a idéia de que é mais do que necessário fazer uma reforma política, mas teme que a mesma somente aconteça em situação de crise, como foi com o Plano Real. "O Plano Real só funcionou porque estávamos em crise. Na crise, você tem espaço se tiver liderança." Se não houver convergência de governo e oposição em torno da reforma política, diz o ex-presidente, o risco é haver uma cisão política no país. "Quando se divide um país, leva muito tempo para restabelecê-lo", afirma FHC. A reforma seria, portanto, o principal desafio do próximo presidente, seja ele de qual partido for. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A revista questiona o ex-presidente dizendo que a base do governo atual e do anterior é muito parecida, ao que FHC responde: "O Luiz Werneck Viana (cientista político) disse que o problema do Brasil é saber quem comanda o atraso: PT ou PSDB. Mas agora quem está no comando é o próprio atraso. O problema deste governo não foi a base. A base é a mesma. Só que o Lula não manda nada. Para comandar, você precisa saber para onde vai. Mas a sensação é que eles não sabem. O projeto deles é o nosso. Talvez nem haja outro, porque a História não tem projeto novo a todo momento. Mas então que eles assumam e parem de ficar fingindo que é herança maldita. Claro que, se o Lula for eleito, a eleição dá energia política. Mas o Lula não tem paciência para esse jogo. Lula mais conversa com o país que administra ou faz política. Ele é mais simbólico que efetivo. E, se exagerar muito no simbólico, fica sem comando. " &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Reforma Política sem dúvida é polêmica. Para fazê-la, precisamos responder a uma série de questões: quando fazê-la? Quem vai comandá-la? Como fazê-la? Fernando Henrique tentou responder a última pergunta da seguinte maneira: "Reforma política é reforma do sistema eleitoral. Tem de botar o voto distrital no Brasil, porque precisa haver uma relação mais próxima do eleito com o eleitorado. Hoje, não há nenhuma. Quem vota não sabe em quem votou e quem foi eleito não sabe por quem foi votado. Falam em instituir o sistema do recall no Brasil (o mecanismo americano por meio do qual os eleitores podem cancelar um mandato e convocar novas eleições). Mas como? Recall só pode existir quando um distrito que votou no candidato não o quer mais. No Brasil, ninguém sabe em quem votou. É preciso buscar uma forma de identificação, de laço. Eu era favorável ao voto distrital misto. Agora quero o voto distrital puro. O misto se justificava por causa das minorias, como os partidos comunistas e os verdes. Mas esses partidos vão desaparecer com a cláusula de barreira e vão se misturar aos outros. Então, para que misto? Vai direto para o puro. Pode começar pela eleição para vereador em 2008. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há quase 2 anos, o filósofo Hélio Schwartsman publicou um editorial intitulado "Da Reforma Política". Schwartsman demonstrou preocupação sobre o voto distrital citado por FHC. Segundo suas próprias palavras: "muitos defendem a adoção do voto distrital misto para legislativas, mais ou menos nos moldes em que existe na Alemanha. A idéia é manter parte do sistema como é hoje, proporcional, mas criar também distritos onde candidatos ligados àquela região se enfrentariam disputando diretamente a preferência do eleitor. A idéia aqui, inatacável, é aproximar mais representantes de representados.O problema do voto distrital, puro ou em combinação com o proporcional, está na definição dos distritos que nunca é neutra, mas invariavelmente beneficia alguém. O rico idioma inglês até conta com uma palavra específica para designar a criação arbitrária de distritos eleitorais com a finalidade de fazer alguém ganhar e outrem perder. É a palavra "gerrymander" formada a partir do antropônimo Elbridge Gerry e do substantivo salamandra. Elbridge Gerry foi um governador de Massachusetts do início do século 19 que usou e abusou do redesenho de distritos. A adoção do voto distrital também tenderia a dificultar a eleição de parlamentares mais ideológicos ou de lemas específicos, como o da saúde, da educação ou dos direitos de minorias, e a favorecer candidaturas mais clientelistas, que procuram principalmente resolver problemas do distrito." &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O debate sobre a Reforma Política já existe de longa data e, embora todos pareçam favoráveis ao assunto, nada acontece. Enquanto isso, somos obrigados a conviver com notícias como esta que saiu hoje, dia 21 de agosto de 2006: "Parlamentares sanguessugas têm até a meia-noite de hoje para renunciar". Parlamentares estes, que estão sendo abandonados pelos partidos -especialmente por ser ano eleitoral. No entanto, como eu já mencionei anteriormente, algumas decisões não são fáceis. Embora a reforma política seja necessária, é preciso que haja liderança para fazê-lo, ou, como o próprio Schwartsman disse: "Meu único receio é o de que estejamos empunhando a bandeira da reforma sem uma apreciação mais cuidadosa de suas implicações. O mais provável é que o redesenho das instituições políticas apenas nos leve a trocar dificuldades velhas por novas. Às vezes, isso pode até ser uma solução, mas na maioria das vezes não passa de um embuste."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leia íntegra da matéria de Hélio Schwartsman em: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult510u165.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult510u165.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leia íntegra da entrevista de Fernando Henrique Cardoso à Revista Época em:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74975-6009-429,00.html"&gt;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74975-6009-429,00.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115617243504895586?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115617243504895586/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115617243504895586&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115617243504895586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115617243504895586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/reforma-poltica.html' title='Reforma Política'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115573547214191433</id><published>2006-08-16T06:31:00.000-07:00</published><updated>2006-08-16T07:19:22.690-07:00</updated><title type='text'>Petrobrás</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/p-50.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/p-50.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vamos dar uma pausa na macroeconomia e falar um pouco de uma empresa cujas ações quase todo leitor deste blog deve possuir...Hoje, dia 16 de agosto de 2006 saiu uma matéria na Folha de São Paulo cuja chamada é a seguinte: "Petrobrás é a quarta mais lucrativa do setor de petróleo das Américas". Como se sabe, a Petrobrás tem seguido uma trajetória brilhante no mercado. Em abril de 2006 deu início à produção da plataforma P-50, no Campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos, que permitiu ao Brasil atingir a auto-suficiência em petróleo (vide imagem). Adquiriu recentemente participação adicional de 25% no campo de Cascade e de 26,67% no Campo de Chinook da BHP Billiton situados no Golfo do México. Hoje, está em décimo quarto lugar no ranking das maiores petroleiras do mundo. A empresa teve um lucro líquido no primeiro semestre de nada menos que US$ 6,3 bilhões, lucro este menor apenas do que o da:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exxon Mobil (US$ 18,760 bilhões)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chevron Texaco (US$ 8,349 bilhões)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conoco-Phillips (US$ 8,477 bilhões)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;O que dizem os analistas sobre estes números? &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Luiz Octávio Broad, analista da corretora Ágora, diz que a estatal foi beneficiada pela apreciação do real ao ter seu lucro convertido em dólar. É que a companhia gera receitas numa moeda que se valorizou ante o dólar, diferentemente das principais concorrentes na América Latina e EUA.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Marcos Paulo Fernandes, da corretora Fator, diz que o bom desempenho da companhia brasileira está relacionado ao acréscimo na produção de petróleo, que sobe em velocidade maior do que em outras empresas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;José Francisco Cataldo, analista do banco ABN Real, considera que o desempenho da empresa só não foi melhor porque a estatal sofreu com paralisações programadas de plataformas no segundo trimestre.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os analistas ainda confirmam que o lucro poderia ter sido maior se a empresa ajustasse os preços da gasolina e do diesel ao do mercado internacional. O próprio diretor da estatal afirmou que o conjunto dos produtos refinados derivados de petróleo apresenta defasagem de preço no mercado doméstico de mais de 11%. A Folha ainda apurou, por meio da consultoria CBIE (Centro Brasileiro de Infra-Estrutura) uma desafagem no preço da gasolina da Petrobrás de 16% e do diesel em 21% em relação aos preços de referência dos EUA.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para obter maiores informações sobre o plano de metas para 2015 da Petrobrás, leia-o na íntegra em &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www2.petrobras.com.br/ri/port/ApresentacoesEventos/ConfTelefonicas/pdf/Plano_Estrategico_2015_FINAL_1007.pdf"&gt;http://www2.petrobras.com.br/ri/port/ApresentacoesEventos/ConfTelefonicas/pdf/Plano_Estrategico_2015_FINAL_1007.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115573547214191433?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115573547214191433/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115573547214191433&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115573547214191433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115573547214191433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/petrobrs.html' title='Petrobrás'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115540055883070512</id><published>2006-08-12T09:26:00.000-07:00</published><updated>2006-08-15T07:06:33.820-07:00</updated><title type='text'>O Brasil - o emergente !</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/Brasil_Bandeira.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px" height="161" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/Brasil_Bandeira.0.jpg" width="241" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No meio de um cenário econômico e político, onde China e Índia disputam os holofotes como o sendo os principais mercados em crescimento e foco da globalização e de influência política, poderemos ter nossos quinze minutos de fama! Sim, nós brasileiros! Quando? Analistas dizem que por volta de 2020! Calma pessoal, isto é um cenário de longo prazo, mas vamos analisá-lo para entedermos melhor as possibilidades para que isto venha a ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como analistas se referem ao século XX como "o século americano", o começo do século XXI pode ser visto como o momento de alguns países em desenvolvimento - liderados pela China e Índia - chegaram à maturidade econômica. Porém ainda existem uma grande incerteza de como a China e Índia exercitarão seu crescente poder e se relacionarão cooperativamente e competitivamente com outras potências do sistema internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;China - problemas econômicos e crise de confiança&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A China deseja atingir status de "grande potência" no palco mundial, refletindo no grande impulso econômico que ela trará sobre os países daquela e outras regiões. Os países da Ásia Oriental através de laços econômicos e políticos mais fortes a China, estão se preparando para o evento de uma China mais poderosa. Além disso, a China deverá continuar a fortalecer seu exército, ultrapassando a Rússia e se tornando a segunda maior investidora em defesa, depois dos Estados Unidos. Por outro lado. dificuldades econômicas e crise de confiança podem dificultar a emergência da China como potência global. Isto teria um grande impacto no cenário mundial.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O fracasso do governo chinês em satisfazer as necessidades da população de oferta de empregos poderia detonar dificuldades políticas; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A China enfrentará o rápido envelhecimento de sua população por volta de 2020 e terá de lidar com problemas demográficos. Até então, é pouco provável que o país tenha desenvolvido mecanismos sociais - seguro-saúde, sistema de previdência - característico do Ocidente;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se sua economia entrar em queda, a segurança regional se enfraquecerá, resultando em instabilidade política, crime, tráfico de drogas e migração ilegal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Índia - reveses políticos e econômicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como a China, a Índia será um polo econômico, e sua emersão terá um impacto não apenas na Ásia mas também ao Norte, bem como no Irã e nos países da Ásia Central e do Oriente Médio. Conforme a economia da Índia cresce, os governos do Sudeste Asiático (Malásia, Cingapura, Tailândia etc.) podem se aproximar da Índia para, juntos, ter um contrapeso geopolítico em relação à China. Além disso a Índia deve fortalecer seu comércio bilateral com a China.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim como a China, a Índia pode ter reveses econômicos e políticos com a crescente pressão sobre seus recursos naturais - terra, água e reservas de energia - intensificando na medida que o país de modernizar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil - o parceiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Brasil, bem como outros países como Rússia, África do Sul e Indonésia estão bem colocados para atingir níveis elevados de crescimento econômico, mas com uma influência política menor que a China e a Índia. Este crescimento beneficiará os demais países vizinhos, mas sem alterar o fluxo de poder econômico nas suas regiões - elemento chave na ascensão política da China e Índia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Muitos especialitas reconhecem o Brasil como um país-pivô, com sua democracia, economia diversificada, população empreendedora, um grande patrimônio nacional e sólidas instituições econômicas. O sucesso ou fracasso do Brasil em equilibrar as medidas econômicas pró-crescimento com uma agenda social ambiciosa, que busca reduzir a pobreza e igualar a distribuição de renda, terá profundo impacto no desempenho econômico e político da região nos próximos 14 anos. A busca por investimentos diretos, pelo desenvolvimento da estabilidade regional e integração da população marginalizada - inclusive com relação ao comércio e a infra-estrutura econômica - continuarão a ser axiomas da política externa brasileira. O Brasil é um parceiro natural, tanto para os EUA e a Europa, como para potências emergentes China e Índia e ainda o país tem potencial para melhorar seu desempenho como exportador de petróleo e de combustíveis renováveis - álcool e biodiesel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115540055883070512?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115540055883070512/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115540055883070512&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115540055883070512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115540055883070512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/o-brasil-o-emergente.html' title='O Brasil - o emergente !'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115516326090528268</id><published>2006-08-09T15:31:00.000-07:00</published><updated>2006-08-10T07:05:36.920-07:00</updated><title type='text'>O futuro demográfico do Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/team_work_sized.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A pedido estou publicando um artigo do nosso articulista Paulo que fala sobre o futuro da população brasileira. Em outras palavras, como estará a pirâmide populacional distribuída no futuro, uma questão que tem sido discutida e que acredito ser relevante em tempos de PCC. Na TV Globo, fiquei chocada ao ver a matéria de jovens meninas que madrugam e se empurram no metrô, para em seguida enfrentar a morte ao atravessar uma avenida movimentadíssima para conseguir um lugar na fila para seleção de entregadora de folhetos no farol. Nas palavras da menina da entrevista: "são só vinte vagas, quem chega depois fica sem emprego". Cada vez mais o governo e a sociedade em geral (claro, não podemos nos excluir) têm que pensar no mercado de trabalho destes jovens. Deixo-os com o artigo do Paulo, então.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Um estudo publicado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), segundo livro de uma série denominada "Brasil, o Estado de uma Nação", avalia, entre outras coisas, que a proporção de aposentados com menos de 60 anos na ala masculina brasileira aumentou de 45% em 1980 para 56% em 2000. Além disso, prevê que o ritmo de crescimento da população daqui a 25 anos será igual a zero, caso não haja aumento da taxa de fecundidade, hoje situada em 2,1 filhos/mulher e que em 2030 o crescimento populacional será de 0,5%, no ano em que o Brasil atingirá 225 milhões de habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cruzamento destes dados mostra um futuro catastrófico. Mais pessoas se aposentando mais cedo; a pirâmide demográfica indicando envelhecimento da população; o nível educacional dos profissionais entrando no mercado de trabalho nos próximos 20 anos, pelo menos, ainda muito aquém do que é preciso, tudo isso junto me faz concluir que o Brasil pode estar presenciando hoje uma das suas últimas oportunidades de dar um salto qualita e quantitativo em seu desenvolvimento econômico aproveitando mão-de-obra em idade economicamente ativa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo indica que dentro de poucas décadas a população será mais velha e pouco educada. Essa combinação não é a ideal para um país que precisa gerar mais cientistas e pesquisadores, condição básica para que se possa inovar, criar/aperfeiçoar novas tecnologias e, dessa maneira, crescer. E hoje, aqueles que ainda pretendem pesquisar eventualmente são descartados pelas Universidades... Qual é o nosso futuro??&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115516326090528268?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115516326090528268/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115516326090528268&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115516326090528268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115516326090528268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/o-futuro-demogrfico-do-brasil.html' title='O futuro demográfico do Brasil'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115455337782894805</id><published>2006-08-02T14:11:00.000-07:00</published><updated>2006-08-05T12:55:36.216-07:00</updated><title type='text'>Forum de Economia da FGV</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/china.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/china.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Nos dias 31 de julho e 01 de agosto a FGV promoveu a terceira edição do Forum de Economia, com a presença de renomados economistas como Yoshiaki Nakano, Luis Carlos Bresser Pereira, Guido Mantega, Rubens Ricupero, Paulo Nogueira Baptista Jr. entre outros. A abertura do evento, ao qual eu estive presente, tinha como tema a Nova Política Macroeconômica. Os outros painéis tratavam dos seguintes temas: "Choque de Gestão", "A idéia de nação como condição do desenvolvimento" e por fim "Câmbio e Desenvolvimento". &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tive a oportunidade de comparecer ao painel de abertura e ao de encerramento, sobre Câmbio. Na minha opinião, o último painel foi o mais acalorado de todos, com os economistas demonstrando seu desconforto em relação à estratégia de crescimento do Brasil. O que se concluiu é que é difícil projetar a situação futura do país a partir de modelos do passado, pois o Brasil jamais passou por uma situação como esta. Ainda estamos atrelados ao trauma da inflação galopante que impede que o Brasil tenha um crescimento comparado ao do Chile (como foi dito na palestra, o "mais asiático dos países latino-americanos"). As discussões foram longas, mas no final o que se concluiu é que, para se tornar competitivo com monstros como China e Índia, é preciso atuar com um câmbio competitivo e investir.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma pergunta que todo mundo se faz é: por que o Brasil não cresce como a China? Uma questão abordada por Mauricio Mesquita, economista-sênior do Banco Interamericano de Desenvolvimento e um dos expositores do painel de Câmbio. Daqui em diante deixarei-os com uma adaptação breve do artigo que Mesquita escreveu para a Folha de São Paulo (leia na íntegra em &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj3007200613.htm"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj3007200613.htm&lt;/a&gt; se você for assinante da Folha ou do UOL).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Mesquita, existem elementos da estratégia de crescimento chinês como a prioridade ao comércio exterior, os altos níveis de poupança e investimento, a relativa estabilidade macroeconômica e a prioridade dada à educação e ao desenvolvimento tecnológico que deveriam ser seguidos pelo governo brasileiro e que são o diferencial de países com crescimento no mínimo impressionantes como a China. Mesquita concorda que não há como negar que as reformas pró-mercado iniciadas em 1978 foram fundamentais para que a China pudesse explorar todo o seu potencial de crescimento. Por outro lado, é evidente que a presença do Estado em áreas como crédito, educação, ciência e tecnologia tiveram e têm um papel importante para viabilizar as elevadas taxas de investimento e absorção de tecnologia que o país apresenta.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Intervir com êxito em uma economia de mercado depende, entre outras coisas, da qualidade das informações e análise econômica que tem o Estado, da sua capacidade de convencer a sociedade, em especial os prejudicados, dos benefícios da intervenção e da capacidade desse Estado de se defender de interesses particulares. Em governos como o chinês, tanto o segundo como o terceiro itens são resolvidos de forma autoritária e dependem da famosa figura do "ditador benevolente". &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele ainda argumenta que o Brasil precisa criar mecanismos democráticos que ajudem o Estado a melhorar a eficiência de suas políticas em áreas como comércio exterior, crédito, educação, ciência e tecnologia, onde nem sempre o mercado gera a melhor solução. O país precisa abrir e estabilizar a economia, consolidar instituições, racionalizar o gasto público e aumentar o volume e a eficiência do gasto em educação, tecnologia e infra-estrutura. O que o choque chinês muda é o tempo disponível para a implementação dessa agenda. Seja para aproveitar as oportunidades em recursos naturais ou para viabilizar a sobrevivência da indústria é preciso que o país se mova muito mais rápido. Além de "forçar a marcha" de uma agenda conhecida, é preciso repensar a política externa. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;É preciso também atuar mais agressivamente em pelo menos duas direções. &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;Primeiro, no sentido de garantir acesso privilegiado aos mercados do Norte, sejam os EUA ou a Europa. Diante das vantagens competitivas chinesas, a indústria brasileira não pode se dar ao luxo de não ter esse acesso, sobretudo com o alargamento da União Européia e a proliferação dos acordos bilaterais dos EUA com quase todo o resto da América Latina. &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo, no sentido de explorar de maneira mais eficiente os recursos que o país tem. Que o Brasil tivesse sua indústria concentrada no Sudeste na época da substituição de importações, era compreensível. O cenário mudou com a abertura, uma vez que a competição das importações deu maior relevância ao custo dos fatores, em particular ao da mão-de-obra. Mas a mudança levou a um movimento de desconcentração espacial mais tímido do que se poderia esperar. De acordo com o IBGE, o salário médio industrial no Nordeste em 2003 era aproximadamente 50% mais baixo que o do Sudeste e 40% inferior à média do país. Já os salários do Sudeste eram quase quatro vezes mais altos que os chineses. Assumindo que os números não mudaram muito, a transferência para o Nordeste cortaria a diferença salarial em relação à China quase pela metade. Associado a um câmbio mais competitivo e à maior proximidade do Brasil dos mercados americano e europeu, isso colocaria a indústria em condições melhores de competir com a China e de gerar empregos e desenvolvimento regional. É claro que por trás da timidez na desconcentração espacial devem estar problemas como a infra-estrutura precária, o baixo nível de qualificação da mão-de-obra e os problemas que afetam o clima de negócios. A "opção Nordeste", para que seja viável, tem que vir acompanhada de políticas públicas que tratem dessas deficiências e criem condições para que os recursos que estão lá sejam bem aproveitados. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115455337782894805?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115455337782894805/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115455337782894805&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115455337782894805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115455337782894805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/08/forum-de-economia-da-fgv.html' title='Forum de Economia da FGV'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115421812153106266</id><published>2006-07-29T16:52:00.000-07:00</published><updated>2006-07-29T18:26:31.266-07:00</updated><title type='text'>Certezas e Incertezas</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/future.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/future.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/future.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns assuntos que fazem parte do momento presente que estamos vivendo e que contribuem para um cenário futuro para daqui alguns anos. Compilando as coisas que temos ouvido e assistido nas diversas mídias, poderíamos resumí-las da seguinte maneira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;China e Índia se tornando potências econômicas e ganhando importância política;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Energia: Petróleo x Combustíveis alternativos; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A religião-política crescendo em nações de governos não democráticos no Oriente médio, parte da África e Ásia; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grupos terroristas hi-tech, utilizando-se da Internet para se organizar e espalhar o terror; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Países politicamente instáveis com acesso a armas nucleares e biológicas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Conflitos no Oriente-Médio;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estados Unidos aumentando seu orçamento militar; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Europa economicamente estagnada, com altas taxas de desemprego na França, Itália e Espanha;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Globalização menos ocidental; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;População da Europa e Japão envelhecendo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Meio ambiente: crescimento sustentável.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;Será que podemos prever como as coisas serão daqui a 14 anos, isto é, em 2020 ? Um cenário criado em 2004 por especialistas de agências não governamentais (no mundo todo) para o ano de 2020, posicionando tanto as prováveis certezas, como as principais incertezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Certezas Relativas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;A globalização tende a se tornar menos ocidental;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Economia mundial será substancialmente maior;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O crescente número de empresas globais facilita a disseminação de novas tecnologias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A emergência da Ásia e o surgimento de novos “pesos médios” econômicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O aumento do número de idosos nas potências mundiais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Suprimento de energia suficiente para atender atender à demanda global;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Poder crescente de atores não-governamentais (ONGs);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Islã político continuará a ser uma força poderosa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Armas de destruição em massa mais poderosas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arco de instabilidade espalha-se pelo Oriente Médio, Ásia e África;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não é provável que algum conflito deflagre uma guerra mundial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Temas ambientais e éticos serão cada vez mais debatidos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os EUA continuam a ser o mais poderoso ator nos setores econômico, tecnológico e militar;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Incertezas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Economias atrasadas serão introduzidas no cenário mundial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Países asiáticos estabelecerão “novas regras para o jogo”;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crises financeiras ou fragilidade de algumas democracias, aumentarão a distância entre ricos e pobres;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A facilidade de conectividade desafia governos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A emergência da China/Índia ocorrerá suavemente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A capacidade da União Européia e do Japão para acomodar mão-de-obra estrangeira, adaptar sistemas de previdência social e integrar imigrantes; a UE se tornará uma superpotência;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instabilidade política nos países produtores petróleo;Crise no suprimento mundial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Desejo e capacidade das nações para acomodar esses atores;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Impacto da religião sobre a estabilidade dos países, aumentando o potencial para o conflito crescimento da jihad;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não se sabe se haverá mais ou menos potências nucleares; mais facilidade para os terroristas conseguirem armas biológicas, químicas, radiológicas ou nucleares;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Essa Instabilidade precipitará eventos que levarão a queda de diversos regimes;&lt;br /&gt;Capacidade de administrar zonas de conflito e competição por causa de recursos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Novas tecnologias criam ou resolvem novos problemas éticos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Outros países desafiarão Washington mais abertamente, caso os EUA percam a posição de líder científico e tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;Será que estaremos caminhando para um futuro de relativa paz e prosperidade mundial ou para um mundo menos globalizado e mais protecionista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115421812153106266?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115421812153106266/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115421812153106266&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115421812153106266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115421812153106266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/certezas-e-incertezas.html' title='Certezas e Incertezas'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115413176925842365</id><published>2006-07-28T17:09:00.000-07:00</published><updated>2006-07-31T13:32:00.380-07:00</updated><title type='text'>Apple vs. Microsoft</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Vai ser muito difícil a Microsoft derrubar a Apple com seu &lt;i&gt;iPod killer&lt;/i&gt;, o Zune. Isso porque a Apple é a líder no segmento e ocupa uma posição invejável: consegue bolar produtos inovadores numa velocidade incrível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a análise vai além. O Zune se compara ao rei do pedaço até em seu apelido: ele é o "matador do iPod". Quando um cliente for comprar o Zune, ele com certeza vai pensar: "isso aqui é melhor ou não do que o iPod?"&lt;/p&gt;&lt;a title="Which iPod are you?" href="http://www.apple.com/ipod"&gt;&lt;img alt="Which iPod are you?" src="http://images.apple.com/itunes/home/images/ituneswhichipodb20060516.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Você acha que os executivos da Microsoft vão ficar felizes com isso? Afinal, é para os clientes pensarem no Zune como um equipamento legal ou em contraste com o iPod?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Apple ainda tem outras vantagens sobre a empresa de Redmond:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Design: o design é em última análise um ativo para a Apple, fonte de imensa vantagem competitiva. Ninguém faz melhor, ponto final;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nome de categoria: Gilette é sinônimo de lâmina de barbear. Bombril é a mesma coisa para escova de aço. iPod é sinônimo de tocador de música digital, o walkman do século XXI. Em termos de posicionamento de marca, a Apple já se estabeleceu. A Microsoft terá que criar &lt;i&gt;awareness&lt;/i&gt; de seu produto;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O modelo de negócios da Apple é o inverso do que as outras empresas fazem. Tome, por exemplo, a combinação impressora-toner. As empresas vendem impressoras com margens de lucro baixíssimas para ganhar dinheiro com os toners. A combinação iPod-iTunes Music Store é diferente! A Apple não vende iPods para vender músicas; é o contrário! A loja serve de "isca": quanto mais músicas são vendidas pela sua loja, maior é a probabilidade de que os clientes comprem mais iPods, pois caso o cliente queira abandonar o produto, terá que recomprar suas músicas em outra loja digital (as músicas da ITMS só funcionam no iPod). Como isso não é segredo e como as vendas da ITMS não param de aumentar, a única conclusão possível é que os clientes acreditam que os benefícios da loja online superam os custos de mudar de tocador de música. Isso faz com que o mercado restante para os concorrentes do iPod diminua ainda mais a cada compra de música feita na loja da Apple!&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Mas como em qualquer segmento, a concorrência é saudável. Resta agora saber qual o tamanho da fatia do bolo que a Microsoft conseguirá para si no mercado digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite também &lt;a href="http://linhadesombra.blogspot.com"&gt;A Linha de Sombra&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="FONT-SIZE: 8px; TEXT-ALIGN: right"&gt;Blogged with &lt;a title="Flock" href="http://www.flock.com" target="_new"&gt;Flock&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115413176925842365?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115413176925842365/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115413176925842365&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115413176925842365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115413176925842365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/apple-vs-microsoft.html' title='Apple vs. Microsoft'/><author><name>Paulo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115394619877510747</id><published>2006-07-26T13:23:00.000-07:00</published><updated>2006-07-26T14:02:54.300-07:00</updated><title type='text'>Bovespa - Cursos e Desempenho Setorial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Aproveitando que a última mensagem foi sobre o mercado de fusões e aquisições e&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/LogoProjetoEducar.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/LogoProjetoEducar.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; principalmente sobre valorização de ações, achei interessante continuar o assunto mencionando um curso que foi ministrado pela Bovespa na última terça dia 25 de julho em parceria com o caderno Folhainvest da Folha de São Paulo. O curso se intitulava " A estrutura do mercado de ações" e dava uma introdução à Bovespa, ao mercado de ações e à CBLC - Companhia de Brasileira de Liquidação e Custódia. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem quiser participar de cursos semelhantes, a Bovespa tem um projeto intitulado "Projeto Educar" que dá uma introdução ao funcionamento do mercado de ações. Recomendo altamente às pessoas que quiserem investir neste mercado, estudantes universitários e interessados em geral. Para quem achou interessante, pode visitar o site da &lt;a href="http://www.bovespa.com.br"&gt;Bovespa &lt;/a&gt;e procurar por maiores informações. Para quem não tiver tempo para ir ou que mora em outro Estado, o site também disponibiliza cursos on-line. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falemos agora um pouco do ranking setorial disponibilizado pela Bovespa. Este ranking indica o comportamento dos 15 setores mais representativos da Bolsa (que hoje é composta por 231 empresas). O setor Financeiro novamente apresentou o maior valor de mercado ao final do primeiro semestre deste ano, atingindo R$ 276,5 bilhões (crescimento de 58,4% em comparação ao mesmo período do ano passado). Valor de mercado, só para esclarecer, é o valor da ação multiplicado pela quantidade de ações disponíveis. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chama a atenção o setor que representou o desempenho em lucratividade do setor elétrico: alta de 61,4%. Dentre todos os setores analisados este foi o mais lucrativo. Doze setores analisados ainda apresentaram performance acima do Ibovespa: Energia Elétrica (+ 61,4%); Papel e Celulose (+58,6%); Transporte (+55%); Máquinas e Equipamentos (+45%); Siderurgia (+32%); Financeiro (+24,2%); Comércio (+23,1%); Construção e Engenharia (+21,8%); Eletrodoméstico (+17,2%); Petróleo e Gás (+13,7%); Tecidos, Vestuário e Calçados (+10,2%); Alimentos (+10,0%). Abaixo, ficaram Mineração (+8,6%), Telecomunicações (+3,6%), e Petroquímica (-12,9%). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115394619877510747?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115394619877510747/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115394619877510747&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115394619877510747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115394619877510747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/bovespa-cursos-e-desempenho-setorial.html' title='Bovespa - Cursos e Desempenho Setorial'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115367247053840637</id><published>2006-07-23T09:11:00.000-07:00</published><updated>2006-07-24T06:53:38.156-07:00</updated><title type='text'>Sadia e Perdigão</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/logo_3.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/logo_3.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A semana foi tumultada para a Economia nacional: a taxa SELIC&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/sadia.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; foi definida em 14,75% ao ano pelo COPOM, a VarigLog adquiriu a Varig e manteve somente a Ponte Aérea com o intuito de gerar caixa, foi divulgado o índice de inflação ao consumidor nos EUA, ... Dentre todas estas notícias que tumultaram o mercado, uma que chamou a atenção foi a proposta da Sadia em adquirir a Perdigão. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Sadia ofereceu pagar R$ 27,88 por cada ação da Perdigão, mas a proposta só seria válida com a adesão de metade das ações mais uma. O valor oferecido era 21% maior do que o valor da ação da Perdigão no em 14 de julho e 30% maior do que a cotação média do papel nos últimos 30 dias. Por conta do movimento, o resultado foi que a ação da Perdigão teve a maior alta da semana no Ibovespa (17,39%), na frente de Braskem e Copel.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A grande questão na aquisição de 100% da Perdigão pela Sadia seria a concentração no mercado de congelados. De acordo com pesquisas de mercado da ACNielsen, as duas empresas juntas teriam mais 50% do mercado de produtos industrializados e entre 60% e 80%, em alguns itens como hambúrgueres e empanados, de produtos congelados. Sozinha, a Perdigão, por exemplo, informa que responde por 26% dos volumes vendidos no mercado de produtos industrializados e 34% do mercado de congelados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Sadia estaria interessada em adquirir a Perdigão para fazer frente à concorrência internacional, incluindo a Tyson Foods Inc. e a Smithfield Foods Inc. Caso a operação tivesse sucesso, o novo grupo Sadia-Perdigão teria uma receita líquida superior a R$ 12 bilhões, 81 mil empregados, cadeia produtiva com cerca de 16 mil produtores e exportações para mais de centena de países. A nova empresa teria um poder de barganha maior com fornecedores e ainda teria uma rede de distribuição maior. Analistas do mercado diziam que a Sadia teria que vender alguns de seus ativos para evitar a posição dominante no mercado interno, o que faria com que o CADE vetasse a operação. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Dados da FAO, organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, indicam que para atender à demanda por proteína animal nos próximos anos o mundo precisaria produzir três vezes a oferta brasileira. Só de frangos o Brasil exportou no ano passado 2,84 milhões de toneladas. Em 1999, o País exportava 770 mil toneladas de carne de frango. Nesse período, o salto foi de 268,4%. Em suínos, as exportações em 2005 foram de 2,7 milhões de toneladas. O aumento foi de 48,9% em relação a 1999, quando as exportações foram de 1,8 milhão. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A proposta foi recusada pelos controladores da Perdigão por ser menor do que o valor avaliado da empresa pelos acionistas e analistas de mercado e também por ferir o estatuto social da mesma. No entanto, ainda resta a questão: será que uma operação dessa grandiosidade deveria ser permitida pelos órgãos reguladores? Se as empresas mais eficientes são aquelas que sobrevivem no mundo globalizado, deveríamos pesar qual seria o impacto maior: o impacto no mercado interno ou a ineficiência em um mercado externo altamente competitivo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler mais sobre a Sadia e a Perdigão:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&amp;sid=aHrd5UtGS22E&amp;amp;refer=latin_america"&gt;Bloomberg&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2006/07/17/ult29u49391.jhtm"&gt;Folha de São Paulo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&amp;sid=aHrd5UtGS22E&amp;amp;refer=latin_america"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115367247053840637?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115367247053840637/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115367247053840637&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115367247053840637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115367247053840637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/sadia-e-perdigo.html' title='Sadia e Perdigão'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115318365239980307</id><published>2006-07-17T16:56:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T19:19:25.306-07:00</updated><title type='text'>Caos, Incertezas e Certezas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/two_paths.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/two_paths.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Falar sobre o futuro, tentando imaginar qual seria o cenário de um mundo daqui 5, 10 ou 50 anos, parece mais um daqueles papos cabeça ou coisa esotérica. E sempre tem aquele engraçadinho que diz: "Cenário??? De qual filme mesmo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caos e Incertezas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que hoje em dia a turbulência e tensão do mundo em geral ocupam um espaço maior em nossas vidas e dificilmente encontramos alguém que não tenha sido afetado por estas preocupações. Por outro lado, queremos ou achamos que as coisas deveriam ser mais estáveis e seguras e que depois de superarmos uma crise, por exemplo, a vida deveria voltar ao normal. E gostaríamos que nossos empregos, segurança, aposentaria estivessem a parte deste caos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Certezas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe alguma maneira de conviver com essa tensão ao invés de preparar-se para despencar da montanha-russa e ser obrigado a reagir a cada nova surpresa que a vida nos apresenta? Existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem Certezas - fatores que podemos ou não contar, mas não deixarão de existir. E devemos ter em mente três delas, em qualquer contexto turbulento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Primeira:&lt;/em&gt; Sempre teremos surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segunda.:&lt;/em&gt; Conseguiremos lidar com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Terceira:&lt;/em&gt; Muitas podem ser previstas, isto é, podemos fazer suposições boas acerca de como a maioria se dará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cenário&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Criar um cenário, baseia-se na verdade em criar um modelo de realidade onde podemos exercitar como determinadas tendências se manifestarão ou não num futuro delimitado. Essas tendências, são como ondas que se propagam nas esferas: cultural, econômico, tecnológico, social e político. Precisamos estar antenados para captar as mudanças que estão ocorrendo ao nosso redor e se elas configuram tendências que se propagarão por todas as esferas ou ficarão isoladas, perdendo força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas serão as surpresas que enfrentaremos nos próximos 10, 15, 20 anos nas esferas econômica, política e social em nosso mundo, que poderão mudar as regras do jogo que é praticado hoje. Essas mundanças nos levarão a um mundo muito diferente do que conhecemos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender estas surpresas no futuro é essencial para tomarmos decisões no presente. E não importa se você é executivo, político ou alguém que quer cuidar melhor de sua família.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115318365239980307?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115318365239980307/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115318365239980307&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115318365239980307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115318365239980307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/caos-incertezas-e-certezas.html' title='Caos, Incertezas e Certezas'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115288420334536023</id><published>2006-07-14T06:15:00.000-07:00</published><updated>2006-07-14T09:41:14.956-07:00</updated><title type='text'>Mulheres na Economia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/woman_working.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/200/woman_working.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Há tempos tenho vontade de escrever um artigo sobre mulheres na economia e acho que o assunto está mais em voga do que nunca com o crescimento do papel da mulher na sociedade não só em número, mas como também em importância. No ano de 2005 saiu uma compilação da &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/1591397170/qid=1152885813/sr=1-1/ref=sr_1_1/103-6025488-9349400?s=books&amp;v=glance&amp;amp;n=283155"&gt;Harvard Business Review sobre a mulher no mercado de trabalho&lt;/a&gt;. O primeiro artigo, de Hewllet e Luce mostra um comparativo entre as razões pelas quais as mulheres abandonam o mercado de trabalho e as razões pelas quais os homens abandonam o mercado e me chamou a atenção o fato de que as mulheres o fazem, na grande maioria ainda, para cuidar melhor da família. Se olharmos os motivos que levam o homem a deixar o mercado, veremos razões bem mais "egoístas" para fazê-lo. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Principais razões para as &lt;strong&gt;mulheres&lt;/strong&gt; abandonarem o mercado de trabalho americano:&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passar mais tempo com a família - 44%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estudar (ganhar um diploma) - 23%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O emprego não traz satisfação - 17%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mudança (localização) - 17%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mudança de carreira - 16%.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Principais razões para os &lt;strong&gt;homens &lt;/strong&gt;abandonarem o mercado de trabalho americano:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mudança de carreira - 29%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estudar (ganhar um diploma) - 25%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O emprego não traz satisfação - 24%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há interesse na área - 18%;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passar mais tempo com a família - 12%.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das razões pelas quais isso acontecia é porque a mulher não era vista como uma força econômica importante. Ou seja, o homem ainda seria o responsável por prover o sustento da casa. Embora essa visão ainda seja predominante no mundo atual, isso está mudando. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A entrada das mulheres no mercado de trabalho se deve, dentre outras coisas, à mudança do perfil do mercado. Os empregos que exigiam força braçal (em indústria, principalmente) diminuíram com a tecnologia e a necessidade de fornecer serviços aumentaram. As mulheres também estão firmando sua importância como consumidoras, empreendedoras e investidoras. Pesquisas citadas na The Economist confirmam que as mulheres são responsáveis por 80% das decisões de compra - de saúde a aquisição de casas, móveis e comida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/empragos.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/200/empragos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No entanto, as mulheres ainda são apenas 7% das diretorias do mundo - 15% nos EUA e 1% no Japão. O interessante é que a revista The Economist cita um estudo da consultoria Catalyst que descobriu que as empresa americanas com um número maior de mulheres no comando tiveram retornos maiores do que aquelas que posssuem poucas mulheres no topo. As mulheres têm maior facilidade de comunicação e trabalho em equipe, por exemplo, dessa maneira fazendo com que o trabalho renda mais e ajudando na solução de problemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E quanto a Brasil? Há seis anos as mulheres ainda eram minoria no mercado de trabalho, apesar do crescimento da atuação feminina no nível de atividade da economia brasileira. O SNIG (Sistema Nacional de Informações de Gênero) mostra que em 2000 as mulheres tinham participação de 44,1% no mercado de trabalho.O levantamento revela ainda que o maior nível de inserção das mulheres no mercado de trabalho se dá para aquelas com idade entre 25 e 49 anos, com participação de 61,5%, contra 45,3% em 1991. De acordo com o instituto, as mulheres recebem em média 70% do rendimento dos homens.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro, deve-se sempre levar em conta que estas estatísticas incluem mulheres de diversas classes sociais e que ainda há muito a se desenvolver quando se fala entre igualdade entre homens e mulheres no ambiente de trabalho. Isso inclui também uma melhoria na qualidade de vida, evitando a evasão de muitas mulheres qualificadas do mercado. Não devemos, no entanto, ignorar que os sinais são positivos para as mulheres. Quem sabe o que acontecerá nos próximos anos? O mundo é das mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Fonte do Gráfico: The Economist.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115288420334536023?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115288420334536023/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115288420334536023&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115288420334536023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115288420334536023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/mulheres-na-economia.html' title='Mulheres na Economia'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115256685287519550</id><published>2006-07-10T14:25:00.000-07:00</published><updated>2006-07-15T04:45:13.040-07:00</updated><title type='text'>Ortodoxos x Heterodoxos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/Governo_Lula.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/Governo_Lula.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; No dia 05 de julho de 2006, a Veja publicou uma entrevista com a filósofa Maria Sylvia de Carvalho Franco sob o título “Ideologia emburrece”. Nesta entrevista Maria Sylvia ressalta como a característica mais evidente do presidente Lula sua esperteza. Ela acredita que mesmo no período em que era líder sindical, seu projeto era uma mudança de classe. Tanto que para se eleger, Lula contou com o apoio da burguesia, com quem fez importantes alianças. O que mais me chamou a atenção foi quando ela comentou: “quando indivíduos isolados transpõem essa barrreira (mudança de classe) perdem a determinação de outra classe.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, ela ainda falou muito mais sobre eleições, sobre o próprio presidente e os grupos políticos brasileiros e seria injusto resumir todo o conteúdo neste trecho acima que eu citei. Para quem se interessou, recomendo fortemente ler a entrevista na íntegra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que isso tem haver com Economia, afinal?! Mais do que imaginamos...Ainda falando sobre artigos interessantes que saíram na impressa, façamos um paralelo com o artigo publicado pela Folha de São Paulo em 9 de julho de 2006: “Lula é presidente mais ortodoxo em 20 anos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo diz que o atual presidente foi o mais conservador para a economia desde a redemocratização do país. Ou seja, o Governo Lula, ao contrário do que se esperava, limitou-se à disciplina fiscal e ao controle da taxa de juros conforme os manuais ortodoxos pregam. Além disso, manteve todas as características do governo FHC em relação à política fiscal, monetária e cambial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se lembra do caos que foi o mercado financeiro quando Lula foi eleito? A disparada do dólar e a saída de investidores do mercado quase levou tudo a perder. No entanto, a conjuntura internacional foi favorável à manutenção da cartilha ortodoxa e os resultados foram mais do que excelentes para o país: inflação baixa, dívida pública estável (e não mais indexada ao dólar) e aceleração da atividade econômica. Guido Mantega prevê que o crescimento do PIB do Brasil atingirá 4,6% neste ano. Cabe lembrar que Guido é conhecido por ser um economista heterodoxo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leiam que interessante a matéria que foi publicada uma semana após este artigo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://eleicoes.uol.com.br/2006/ultnot/2006/07/14/ult27u56665.jhtm"&gt;http://eleicoes.uol.com.br/2006/ultnot/2006/07/14/ult27u56665.jhtm&lt;/a&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Imagem: Agência Brasil / Wikipedia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115256685287519550?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115256685287519550/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115256685287519550&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115256685287519550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115256685287519550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/ortodoxos-x-heterodoxos.html' title='Ortodoxos x Heterodoxos'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115239387456547161</id><published>2006-07-08T14:23:00.000-07:00</published><updated>2006-07-08T14:28:55.126-07:00</updated><title type='text'>Desafios da Microsoft no mercado digital</title><content type='html'>Temos recebido &lt;a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&amp;sid=awB7Tz6sHEqE&amp;amp;refer=home"&gt; sinais mais fortes &lt;/a&gt;de que a &lt;a href="http://www.microsoft.com"&gt;Microsoft &lt;/a&gt;realmente planeja lançar seu próprio tocador de música digital e sua loja de música online, possivelmente antes das festas de final de ano nos Estados Unidos. Mas a Microsoft não é aquela empresa que licencia seu sistema operacional para milhares de fabricantes de PCs? Por que razão, então, ela se lançaria na aventura de comercializar um sistema de música digital proprietário? Não é essa a estratégia adotada pela Apple desde sua criação, com o seu próprio sistema operacional, o MAC OS, e mais recentemente com o iPod e a loja de música online iTunes, e que recebe frequentes críticas de todos os lados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Microsoft cresceu e é o gigante de hoje porque licenciou seu sistema operacional (que teve suas origens na IBM) para os fabricantes de computadores pessoais. Essa estratégia deu certo no mercado de PCs, onde o Windows responde pela maior parte do mercado. Entretanto, esse mercado atingiu seu ponto de maturação nas economias desenvolvidas. A possibilidade de lucro é mais difícil. Além disso, ao que parece, não é uma estratégia adequada para o mercado digital de conteúdo, principalmente o de música e vídeo. A Apple, com seu iPod e sua loja iTunes, domina o mercado de tocadores digitais e o de download legal de músicas pela internet. E a empresa de Bill Gates não pode se dar ao luxo de deixar a Apple levar sozinha grande parte dos lucros deste mercado em franco crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As barreiras que a empresa de Redmond enfrentará são inúmeras. Entre elas, vai ter que antes de mais nada, explicar detalhadamente a seus atuais parceiros de hardware sua estratégia. Certamente essas empresas, como a &lt;a href="http://www.iriver.com"&gt;iRiver&lt;/a&gt;, não ficarão satisfeitas em saber que sua principal fornecedora de software os abandonará depois de terem trabalhado por tanto tempo no ajuste de seus hardwares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, e o que creio ser o mais difícil de se atingir, a Microsoft deverá superar a Apple no que ela tem de melhor: facilidade de uso do iPod e a integração fácil entre seu tocador digital e a sua loja online. A Apple também não pára no tempo e sua taxa de inovação é altíssima. E, por fim, é um mercado em alta expansão. Tudo Isso criou uma vantagem muito grande para a Apple. Competir em pé de igualdade será um grande desafio para a Microsoft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a estratégia da Apple, de sistemas proprietários, e não a da Microsoft, de licenciamento de software a terceiros, deu certo no mercado de música digital? Essa é uma pergunta que poderemos responder em artigo posterior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115239387456547161?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115239387456547161/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115239387456547161&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115239387456547161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115239387456547161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/desafios-da-microsoft-no-mercado.html' title='Desafios da Microsoft no mercado digital'/><author><name>Paulo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115223662137420720</id><published>2006-07-06T18:38:00.000-07:00</published><updated>2006-07-07T08:12:26.043-07:00</updated><title type='text'>TV DIGITAL - Algumas questões mais...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/lula_gil.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/lula_gil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais (o modelo estaduninse, o modelo europeu e o modelo japonês). Desde 1994, 17 emissoras de TV e pouco mais de uma dezena de empresas interessadas criaram o grupo SET/Abert. A partir de 1998, o trabalho do consórcio técnico intensificou-se, resultando nos testes de laboratório e de campo por seis meses, entre agosto de 99 e março de 2000, com o aval de especialistas da Universidade Mackenzie. Após o término da fase de estudos o Presidente da República Federativa do Brasil assinou (2006) decreto oficializando o modelo japonês como o padrão de TV digital a ser adotado no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais atributos necessários para um sistema digital brasileiro que deveriam ser levados em conta na escolha são: &lt;strong&gt;baixo custo com recepção robusta &lt;/strong&gt;(para atender as classes C, D e E que constituem grande maioria da população brasileira), &lt;strong&gt;flexibilidade &lt;/strong&gt;e i&lt;strong&gt;nteratividade de serviços.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;No quesito baixo custo, o Presidente argumentou que a escolha pelo padrão japonês permitiria uma adaptação mais longa do analógico para o digital. Os japoneses se dispuseram a tornar o período de transição mais longo, o que quer dizer que o consumidor pode manter sua televisão antiga por um período mais longo, sem precisar comprar um decodificador do sinal digital ou um aparelho novo já com o equipamento. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, o que se tem ouvido por aí é que essa conversão pode sair caro para o consumidor brasileiro. O CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) realizou um estudo onde constatou que os conversores feitos para funcionar com o modelo japonês custariam entre R$ 276 e R$ 761. Os lo). Os conversores do padrão europeu custariam entre R$ 233 e R$ 662. O grande "x" da questão é a escala de produção: o padrão europeu é usado em 57 países, e o japonês, só no Japão. Segundo o CPqD, a escolha do governo deveria levar em conta "as perspectivas de mercado, para gerar maior fator de escala de produção, o que influencia diretamente no investimento necessário no setor produtivo e no preço final ao consumidor".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Afinal de contas, quem prefere qual padrão?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Redes de TV:&lt;/strong&gt; preferem o japonês porque querem transmitir em alta definição e para receptores móveis. A transmissão em alta definição não permite a entrada de novos competidores em grandes centros urbanos&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Operadoras de telefonia:&lt;/strong&gt; preferem o padrão europeu, porque dá mais oportunidade de negócios para que elas entrem no ramo de transmissão de conteúdoFornecedores de equipamentos: preferem o padrão europeu, porque dá mais ganho de escala, uma vez que é adotado em 57 países .&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Novamente, o Presidente Lula argumentou que a escolha pelo padrão japonês trará mais vantagens ao Brasil e às grandes empresas de comunicação do país. Como pudemos ver anteriormente, essas empresas que seriam beneficiadas com o padrão são as grandes redes de TV (em especial a Globo). Essas companhias de televisão ainda dizem que o padrão japonês permitirá maior controle nacional sobre o conteúdo transmitido, e o governo que não é bobo nem nada avalia que é uma decisão estratégica defender os interesses das companhias nacionais. Principalmente em ano de reeleição.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Imagem:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O Presidente Lula e o Ministro da Cultura Gilberto Gil, em Londres em março de 2006. Gil disse na ocasião que o que importava no debate sobre a adoção de um sistema de TV digital no Brasil seria a "discussão do modelo cultural da TV digital". &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Foto: Eduardo Martino/Documentography. Fonte: BBC Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115223662137420720?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115223662137420720/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115223662137420720&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115223662137420720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115223662137420720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/tv-digital-algumas-questes-mais.html' title='TV DIGITAL - Algumas questões mais...'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115213656136854055</id><published>2006-07-05T14:54:00.000-07:00</published><updated>2006-07-05T16:56:06.626-07:00</updated><title type='text'>$$$ - TV DIGITAL - $$$</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/TV_DIGITAL.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/TV_DIGITAL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TV DIGITAL&lt;/strong&gt; - uma revolução tecnológica que está acontecendo e que mudará muito a nossa forma de interagir com conteúdo a ser transmitido para nossos novos aparelhos de TV, celulares, e etc, e não apenas assistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Transmissão - até minha antena de casa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lendo algumas publicações, decobri que já estamos cercados de sinais digitalizados, como: câmeras digitais, nos estúdios, transmissões por satélite, via cabo para tvs por assinatura. Mas o que falta ainda é a última milha, o segmento que vai das antenas de transmissão de sinais abertos (broadcasting) terrestres até nossa antena doméstica. Isto acontece porque nossos aparelhos de TV são analógicos. A boa notícia é que existem conversores de sinais digitais para analógicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TV de Alta Definição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos aparelhos de TV analógicos poderão "entender" o sinal digital mas vão além disto. Logo, para termos acesso a todas possibilidades da HDTV (TV de Alta Definição), teremos que comprar outro. E não qualquer um, como estão vendo por ae, mas aquele que esteja de acordo com o padrão adotado que será com a tecnologia Plasma ou LCD (cristal líquido) para uma melhor qualidade (definição) de imagens. Deverá haver um esforço grande do Governo e Fabricantes para que os preços destas TVs cheguem a um patamar que esteja dentro do orçamento das famílias brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Negócio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negócio da China! Ops, quero dizer do Japão. O mercado de TVs está estimado em 54 milhões de unidades. Além disso, uma vez que o sinal é digital, haverá uma convergência de rádio, TV, e telefonia móvel. E hoje já existem 85 milhões de celulares, que no futuro poderão ser tornar uma unidade móvel de TV. Ainda temos os computadores e a internet que poderão usufruir desse conteúdo digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande objetivo da implementação de um sistema de TV Digital será a interatividade, entretenimento fundindo TV e internet. Isso nos dará a possibilidade de escolher o que quisermos, desde selecionar programas, baixar filmes, shows, documentários, disputar partidas de jogos, estudar, participar de videoconferências, responder pesquisas e comprar. Imaginem o salto que dará no comércio eletrônico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padrão Japonês&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os 3 padrões conhecidos: (americano, europeu e japonês), decidiu-se por criar um modelo brasileiro com base no japonês denomidado O SBTVD-T devendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Possuir componentes e software exclusivos criados no Brasil ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Manter as características da TV brasileira, aberta e gratuita para toda a população; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ser captada por receptores fixos ou portáteis.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;O sistema de modulação japonês é o único que, atualmente, permite transmitir imagens com a mesma qualidade, em um só canal, como utilizado no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muita calma nessa hora&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estamos falando de investimentos na ordem de 100 bilhões de dolares que serão feitos num período de 5 a 10 anos. Investimentos ligados a produção de aparelhos digitais, adequação de aparelhos analógicos, aparelhos portáteis, celulares, transmissão e conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As emissoras tem um prazo de até 2 anos para começarem a transmitir sinais digitais. É um começo, ainda que demorado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0207200608.htm"&gt;Um sistema brasileiro para a TV digital &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/459/ecommerce/tv_digital.htm"&gt;A imagem que vem do Oriente&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115213656136854055?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115213656136854055/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115213656136854055&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115213656136854055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115213656136854055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/tv-digital.html' title='$$$ - TV DIGITAL - $$$'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115195021664687569</id><published>2006-07-03T10:12:00.000-07:00</published><updated>2006-07-03T11:10:16.713-07:00</updated><title type='text'>Visita da Ministra das Relações Exteriores do Reino Unido ao Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/margaret.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/margaret.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesta segunda, dia 03 de julho, tive a oportunidade de participar da palestra proferida pela Ministra das Relações Exteriores do Reino Unido aqui na Fundação Getulio Vargas de São Paulo. Foi uma surpresa agradabilíssima. Sua Excelência Margaret Beckett falou sobre o tema: "Desafio do Multilateralismo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela defendeu que não é possível as nações pensarem unilateralmente, mas que é necessário procurar o bem comum. Ao seguir um enfoque unilateral, corremos o risco de ter um nivelamento por baixo em política externa, com cada país defendendo individualmente seus interesses nacionais. O multilateralismo seria, então, uma resposta à globalização das economias e das ameaças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela chamou a atenção da importância do Brasil neste mundo, surgindo nos grupos dos países emergentes (ou reemergentes) mais notadamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G-4: &lt;/strong&gt;Brasil, Índia, Japão e Alemanha. O G4 foi formado com o intuito de apoiarem as propostas uns dos outros para ingressar em lugares permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Ao longo da palestra, a Ministra fez questão de defendera inclusão do Brasil, assim com de outras potências emergentes, no Conselho de Segurança da ONU. Cabe lembrar que hoje, a ONU possui 5 membros permanentes com poder de veto no Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, Reino Unido, França e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRICS&lt;/strong&gt;: Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul. Esse grupo abrange 43% da população mundial! No ano passado, o PIB dos países do BRICS superou 1/10 do total mundial, sendo que tal proporção deve mais do que dobrar na próxima década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamou a atenção a menção que a Ministra fez ao desenvolvimento de projetos no âmbito do Mecanismo ed Desenvolvimento Limpo. Ela ressaltou que o Brasil está dando o exemplo ao mostrar aos outros países em desenvolvimento que é possível que a economia cresça de forma sustentável e com baixas emissões de carbono. Em 2004, ela citou, o Brasil investiu valor superior a US$ 3 bilhões em mais de 100 projetos de energia eólica, biomassa e pequenas hidrelétricas, totalizando 3.300 megawatts de capacidade instalada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ministra ainda ressaltou que a segurança climática e energética deve ser uma prioridade para o governo do Brasil. O governo britânico trabalha em conjunto com o brasileiro para definir formas de encorajar uma produção em escala bem maior que atual de bioetanol a partir de açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, uma palestra fascinante que mostrou a necessidade da inclusão dos países emergentes na tomada de decisões e desenvolvimento da economia mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia as notícias sobre a visita da Ministra Beckett ao Brasil:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2006/jul/03/117.htm"&gt;Estadão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1057633-EI306,00.html"&gt;Terra OnLine&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://news.google.com.br/news?hl=pt-BR&amp;q=margaret%20beckett%20brasil&amp;amp;sa=N&amp;amp;tab=wn"&gt;Google Notícias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem: Margaret Beckett e Kofi Annan. Fonte: Yahoo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115195021664687569?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115195021664687569/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115195021664687569&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115195021664687569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115195021664687569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/07/visita-da-ministra-das-relaes.html' title='Visita da Ministra das Relações Exteriores do Reino Unido ao Brasil'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115169595797300273</id><published>2006-06-30T11:36:00.000-07:00</published><updated>2006-07-02T05:32:36.716-07:00</updated><title type='text'>Fitch melhora o rating do Brasil. E daí?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/rating.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/rating.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/rating.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa semana saiu nos principais jornais a notícia de que a Fitch elevou a classificaçao do Brasil. Para quem não está habituado, fica difícil entender a importância desses ratings para o mercado financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o propósito do blog é desmistificar esses jargões econômicos, vou aproveitar para falar um pouco desse rating da agência Fitch. As definições abaixo foram adaptadas do &lt;a href="http://www.fitchratings.com.br"&gt;site da Fitch no Brasil&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu essa semana é que a Fitch aumentou o rating do Brasil de BB- para BB nos seguintes "quesitos":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rating Internacional de Crédito de Longo Prazo:&lt;/strong&gt; O que quer dizer uma nota BB? Quer dizer que o Brasil está no grau especulativo, ou seja, há possibilidade do risco de crédito aumentar, particularmente como resultado de mudanças adversas na economia, ao longo do tempo. Entretanto, alternativas financeiras ou de negócios podem estar disponíveis, possibilitando que os compromissos financeiros sejam honrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rating Nacional de Crédito de Longo Prazo:&lt;/strong&gt; uma avaliação da qualidade de crédito relativa ao rating do “melhor” risco de crédito dentro de um país. O “melhor” risco será geralmente, embora nem sempre, atribuído para todos os compromissos financeiros emitidos ou garantidos pelo estado soberano. A nota BB denota um risco de crédito relativamente fraco comparado a outros emissores ou emissões do mesmo país. No âmbito do país, a capacidade de pagamento, no prazo esperado, dessas obrigações é incerta e permanece mais vulnerável à mudanças adversas nas condições dos negócios, econômicas ou financeiras ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsão da Fitch é que a dívida pública externa deva diminuir para abaixo de 10% do PIB até o final de 2006, índice este o menor em mais de 10 anos. Além disso, a agência também chama a atenção à boa administração da inflação pelo Banco Central, o que tem possibilitado que a diminuição gradual da taxa de juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a Fitch alerta que mais uma melhora no risco soberano somente ocorreria se o país mudasse a dinâmica da dívida, mais notadamente, um crescimento maior do PIB. Cabe ressaltar a importância do relação dívida / PIB neste contexto. Esse indicador, amplamente utilizado em discussões macroeconômicas, quando crescente, pode indicar aos detentores dos títulos públicos, a incapacidade do governo em pagar a dívida (fica claro pelos ratings).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se o investidor percebe que o investimento não é seguro, tenta automaticamente se proteger, migrando para aplicações com outros ativos como o dólar (com o intuito inclusive de adquirir títulos no exterior), desvalorizando a moeda e causando um impacto relevante com o aumento do preço dos commodities no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais sobre o assunto:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biz.yahoo.com/bw/060628/20060628005508.html?.v=1"&gt;http://biz.yahoo.com/bw/060628/20060628005508.html?.v=1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u108939.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u108939.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.macnation.org/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115169595797300273?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115169595797300273/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115169595797300273&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115169595797300273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115169595797300273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/fitch-melhora-o-rating-do-brasil-e-da.html' title='Fitch melhora o rating do Brasil. E daí?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115135643402502457</id><published>2006-06-26T13:05:00.000-07:00</published><updated>2006-06-29T11:51:08.403-07:00</updated><title type='text'>Varig - uma questão de timing</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/varig.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/varig.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será a Varig ainda tem jeito? Aparentemente, os sinais estão melhorando (ainda que aos poucos). As ações da Varig dispararam com o anuncio da VarigLog como interessada na empresa. O curioso é que esta solução estava sendo discutida há meses, e só foi viabilizada depois que a justiça liberou a compra da própria VarigLog na última semana. Isso levanta uma questão: por que a tortura da Varig está sendo prolongada por tanto tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou fazer mais uma análise da situação da Varig neste artigo, pois acho que já foi demasiado discutido em todos os meios de comunicação existentes. Prefiro falar sobre os casos semelhantes que existiram e deixá-los refletir sobre o assunto. Vejamos os principais casos semelhantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pan Am&lt;/strong&gt; um dos maiores símbolos da aviação americana, a Pan Am acabou em 1991. A empresa aérea tornou-se uma companhia símbolo de inovações que determinaram o modo das atuais aéreas atuarem, como por exemplo: introdução dos jumbos, jets e sistema de reservas computadorizadas. O colapso da Pan Am se deve a fatores como má administração corporativa, indiferença governamental em proteger sua principal companhia aérea internacional e políticas regulatórias deficitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SwissAir&lt;/strong&gt; A Swissair cresceu por meio de uma estratégia chamada de "Hunter Strategy" (traduzido ao pé da letra, "Estratégia do Caçador") onde passou a adquirir pequenas companhias aéreas para formar a empresa ao invés de formar alianças. Esta estratégia mostrou-se custosa a longo prazo e aliada a problemas de caixa constantes da empresa e repercussões dos atentados de setembro de 2001, a crise culminou com os aviões da Swissair no chão e 38 mil passageiros deixando de embarcar. Viten dias depois, em 22 de outubro, o governo suíço estatizou a empresa que passou a operar com a marca Swiss. Em 2005, ela foi adquirida pela Lufthansa. Um ponto a ser ressaltado é que acabar com a Swissair geraria um conflito entre interesses de vários políticos que eram diretores da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Air France&lt;/strong&gt; A Air France foi socorrida em 1994 pelo governo francês qu injetou US$ 4 bilhões na empresa. Nesta época, o governo era dono de 54,4%  das ações da AirFrance e o restante era mantido por outros acionistas. As ações do governo foram reduzidas para 44% quando da união com a KLM. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes exemplos demonstram que os casos de falência de companhias aéreas são muito semelhantes entre si. Quando incapazes de resolverem seus problemas financeiros, coube ao governo de cada país mensurar a importância dessas empresas e decidir se deveria ajudar ou não. Ora, se o fundo americano que comprou a VarigLog não pode adquirir a Varig por ferir os 20% de capital máximo estrangeiro, quem pode comprar a Varig senão o próprio governo? Não seria uma solução (senão a única que parece viável) o governo comprar a Varig e privatizá-la posteriormente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é se salvar a Varig é de interesse do governo brasileiro. E se for, o que o governo está esperando para ajudar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais sobre a crise da Varig:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/crisedavarig/"&gt;Especial Folha: Crise da Varig&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://news.google.com.br/news?hl=pt-BR&amp;ned=pt-BR_br&amp;q=varig"&gt;Google notícias: Varig&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115135643402502457?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115135643402502457/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115135643402502457&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115135643402502457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115135643402502457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/varig-uma-questo-de-timing.html' title='Varig - uma questão de timing'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115094093870338390</id><published>2006-06-21T18:43:00.000-07:00</published><updated>2006-06-23T09:32:56.563-07:00</updated><title type='text'>Energia III - Tensão e Sinergia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/energia.4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/200/energia.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a China deveria restringir seu consumo de energia e preocupar-se com o meio ambiente, se Europa e EUA consumiram toda a energia que precisaram durante seu desenvolvimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia para crescer e se desenvolver...Uma criança precisa de alimentos que se transformam em energia, para atividades físicas, para ler, escrever, tocar um instrumento, comunicar, etc. Corte esta fonte de energia, e estaremos impedindo que esta criança se desenvolva em sua plenitude. Um país em crescimento necessita de energia, muita energia, e hoje este crescimento está baseado no Petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os navios petroleiros do Oriente Médio passam pelo estreito de Malaca para China e Japão. Acontece que a marinha americana controla todo o tráfego destes navios. Dá para notar a pressão exercida pelo "poder da energia" no crescimento da China, Índia, Rússia. Principalmente se for mutuamente excludentes em termos de energia. Esta situação leva a busca de alternativas, mas nem sempre estas alternativas agradam aos "donos da bola". A China obtém 7% de seu petróleo importado do Sudão, onde a mesma investiu 3 bilhões de dolares em infra-estrutura para perfuração de poços. O Irã fornece 13% do petróleo chinês. Perfurações a oeste do mar da China na linha que o Japão considera sua fronteira. O Japão ofereceu maiores vantagens na construção de um óleoduto em direção ao Oriente. A China não gostou. Percebe-se a tensão existente na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso as tendencias atuais persistam, a China passará de 7 milhões de barris/dia para 14 milhões por volta de 2012. Isso significa encontrar uma nova Arábia Saudita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que devemos criticar, mas também dar exemplos. Estimular seriamente a pesquisa e utilização de fontes renováveis alternativas. Carros menores, mais econômicos, hibridos. Planos e projetos em conjunto com outros países como a China por exemplo, para termos alternativas viáveis a todos. Não estamos falando em substituir totalmente gasolina, gas, óleo. Mas sim, em estabelecer metas e ter uma legislação aplicável para que se consiga manter um crescimento sustentável, procurando estabilizar o outro lado da balança - barril de petróleo. E falando em exemplos, temos o nosso projeto pro-alcool e sua mistura à gasolina. É um case de sucesso, como uma alternativa viável (pode não ser a melhor em vista da área de plantio). Outro é o biodiesel ainda em testes. Vamos usar nossos cientistas e energia para que possamos deixar um legado melhor para aqueles que ainda estão por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[]s&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115094093870338390?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115094093870338390/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115094093870338390&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115094093870338390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115094093870338390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/energia-iii-tenso-e-sinergia_21.html' title='Energia III - Tensão e Sinergia'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115084197943248497</id><published>2006-06-20T15:09:00.000-07:00</published><updated>2006-06-20T15:47:08.006-07:00</updated><title type='text'>Energia II - O grande boom</title><content type='html'>A implicações da realização desses sonhos são imensas, principalmente para o meio ambiente, senão surgirem alternativas renováveis logo. Estudos realizados pelo Banco Mundial apontam que 16 entre 20 cidades mais poluídas do mundo são chinesas, e que a poluição e degradação custam a China 170 bilhões de dolares por ano (The Economist, 21 de agosto de 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto é só a ponta do Iceberg. A China já foi exportadora de petróleo e gás de suas reservas. Em 2003 a China ultrapassou o Japão como o segundo maior importador de petróleo no mundo, depois dos Estados Unidos. Ainda nos dias de hoje temos em torno de 700 milhões dos 1,3 bilhão de chineses vivendo em regiões rurais e que metade deles tendem a ir para as cidades nos próximas duas décadas. Quase que duas vezes nossa população entrando num mundo altamente consumidor, aumentando a demanda por serviços de infra-estrutura (prédios de apartamentos, esgotos, hospitais, transporte, energia elétrica), além de aumentar a demanda por(carros, microondas, etc). Conseguem imaginar as conseqüências disto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos já foram sozinhos os grandes consumidores de petróleo, e durante os anos 70 se juntaram Europa e Japão. O que aconteceu? Crise do Petróleo. Mas o que acontecerá tendo China, Índia e Rússia como grandes consumidores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115084197943248497?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115084197943248497/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115084197943248497&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115084197943248497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115084197943248497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/energia-ii-o-grande-boom.html' title='Energia II - O grande boom'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115076681615149477</id><published>2006-06-19T16:33:00.000-07:00</published><updated>2006-06-19T18:36:38.843-07:00</updated><title type='text'>Energia I -Conflitos e Oportunidades</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/1600/1DSC01645.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7161/33/320/1DSC01645.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Faz algum tempo que estamos ouvindo sobre Globalização e acho que continuaremos por muito tempo. Porém existem algumas forças que tendem a atrapalhar este processo, como um obstáculo. De acordo com alguns estudiosos do assunto, não estamos falando de limitações humanas, mas de recursos naturais. Hoje temos milhões de pessoas na Índia,  os países da Cortina de Ferro (ex União Soviética), América Latina, China que viviam fora deste mundo globalizado e que agora, que participam e ao mesmo tempo. E imaginem que todas estas pessoas possuem um sonho de possuir bens, como carros, microondas, TVs, refrigeradores e uma série de gadgets que não conseguiria colocar neste blog de tão longa... &lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para ilustar a dimensão do problema citarei um exemplo de Pequim (China) há uns 3 anos atrás por volta de 2003/04. Qual a imagem que vem a cabeça? Um monte de pessoas andando de bicicletas pelas ruas. Não é assim? Você ainda pensa assim? Bem, hoje em dia não se vê muitas bicicletas (a não ser que vá a alguma academia). Veremos muitos e muitos carros presos em engarrafamentos. Para se ter uma idéia, saem 30 mil novos carros por mês para as ruas de Pequim!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qual a conseqüência disto, caso os sonhos dos Chineses, como dos Indianos, Russos, Americanos, virarem realidade, criando um novo estilo de vida (classe média)  que será uma consumidora de energia, eletricidade, metais, produtos alimentícios.  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja também no &lt;a href="http://www.atimes.com/atimes/China/GB24Ad07.html"&gt;Asia Times On Line&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Continua...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115076681615149477?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115076681615149477/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115076681615149477&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115076681615149477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115076681615149477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/energia-i-conflitos-e-oportunidades.html' title='Energia I -Conflitos e Oportunidades'/><author><name>Marcello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10112354647256263215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115031590141491169</id><published>2006-06-14T11:48:00.000-07:00</published><updated>2006-06-14T13:11:41.490-07:00</updated><title type='text'>O time de 1 bilhão de reais</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/ronaldinho.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/ronaldinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No último domingo saiu uma matéria na Veja sobre quanto valem os jogadores de futebol da seleção brasileira. Resumindo a história: os titulares somam o total de 856 milhões de reais e somando os reservas esse valor sobe para 1,24 bilhão de reais. A revista chegou a esses valores consultando 5 dos principais empresários de jogadores de futebol brasileiro. Esse valor não é exato, claro, pois pode variar conforme uma séries de fatores c0mo o próprio desempenho na Copa e negociação com clubes, entre outros.&lt;br /&gt;O mais bem avaliado no artigo é o Ronaldinho, com a "modesta" quantia de 290 milhões de reais (por que não R$ 300 milhões logo de uma vez?!). Este valor baseia-se na idade, posição que atua, histórico de lesões, tempo que resta de contrato e, claro, na habilidade do jogador.&lt;br /&gt;O Ronaldo, ainda conforme a revista, valeria R$ 70 milhões, quase 4 vezes menos que o Ronaldinho. Bom, agora uma curiosidade, segue abaixo o ranking dos jogadores de futebol mais bem pagos do mundo segundo a revista France Football:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º David Beckham (Real Madrid) 25 milhões de euros - (R$ 80,7 milhões)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;2º Ronaldo (Real Madrid) 19,6 - (R$ 63,3 milhões)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;3º Zinedine Zidane (Real Madrid) 13 - (R$ 42 milhões)&lt;br /&gt;4º Christian Vieri (Inter de Milão) 12 - (R$ 38,8 milhões)&lt;br /&gt;5º Alessandro del Piero (Juventus) 9,5 - (R$ 30,7 milhões)&lt;br /&gt;6º Frank Lampard (Chelsea) 9,4 - (R$ 30,3 milhões)&lt;br /&gt;7º Raúl González (Real Madrid) 9,3 - (R$ 30 milhões)&lt;br /&gt;8º Thierry Henry (Arsenal) 9,2 - (R$ 29,7 milhões)&lt;br /&gt;9º John Terry (Chelsea) 8,6 - (R$ 27,8 milhões)&lt;br /&gt;10º Luis Figo (Real Madrid) 8,5 - (R$ 27,5 milhões)&lt;br /&gt;11º Ruud van Nistelrooy (Manchester United) 8,46 - (R$ 27,3 milhões)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12º Ronaldinho (Barcelona) 8,2 - (R$ 26,5 milhões)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;13º Oliver Kahn (Bayern de Munique) 8,095 - (R$ 26,2 milhões)&lt;br /&gt;14º Roy Keane (Manchester United) 7,92 - (R$ 25,7 milhões)&lt;br /&gt;15º Patrick Vieira (Arsenal) 7,8 - (R$ 25,2 milhões)&lt;br /&gt;16º Michael Owen (Real Madrid) 7,5 - (R$ 24,3 milhões)&lt;br /&gt;17º Francesco Totti (Roma) 7,4 - (R$ 23,9 milhões)&lt;br /&gt;18º Sol Campbell (Arsenal) 7,3 - (R$ 2,6 milhões)&lt;br /&gt;19º Michael Ballack (Bayern de Munique) 6,83 - (R$ 22,1 milhões)&lt;br /&gt;20º Rio Ferdinand (Manchester United) 6,42 - (R$ 20,7 milhões)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe ressaltar que esse ranking é da renda total dos jogadores e não só do salário que ganham nos clubes em que jogam. Beckham, Ronaldo e Zidane possuem salários similares de 6,4 milhões de euros, mas o inglês sai na frente porque tem vantagem devido à publicidade, venda de livros e exclusivas com a imprensa. Ronaldinho recebe um salário de 4,2 milhões de euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí podemos calcular qual o potencial dos craques. Enquanto o valor calculado pela Veja para Ronaldo é de 70 milhões de reais (muito próximo a sua renda atual de 64 milhões de reais), o valor de Ronaldinho é praticamente 10 vezes sua renda. Isso quer dizer que o craque não está utilizando todo o seu potencial de merchandising ainda. Vamos ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115031590141491169?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115031590141491169/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115031590141491169&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115031590141491169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115031590141491169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/o-time-de-1-bilho-de-reais.html' title='O time de 1 bilhão de reais'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29489058.post-115004455792860511</id><published>2006-06-11T09:05:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T09:49:17.960-07:00</updated><title type='text'>Quem vota no Lula?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/lularonaldo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/lularonaldo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Não é raro deparar-me com a seguinte pergunta quando a discussão gira em torno de política: como pode o Lula ser presidente do Brasil se nunca encontramos alguém que votou nele? Visão esta equivocada, uma vez que este "nunca encontramos alguém" normalmente restringe-se a uma classe de pessoas que com certeza não faz parte da grande realidade brasileira. Ora, está certo, o presidente vira e mexe aparece fazendo um comentário infeliz (como o fato do Ronaldo estar gordo) mas existem inúmeras evidências que o governo Lula agrada, sim, à grande massa brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo vemos a pesquisa publicada pela Datafolha em 30 de maio de 2006:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/datafolha2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/1600/datafolha2.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2205/26/320/datafolha2.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Afinal, quem são essas pessoas que votam no Lula?! Conforme o Datafolha, são pessoas que acreditam nos projetos e propostas na área social. Ainda conforme a pesquisa, os principais projetos mencionados são: Bolsa Família (mencionado por 14%), Bolsa Escola (10% de menções) e Fome Zero (4%), entre outros. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As menções ao desempenho na área social chegam a 35% no Nordeste (região onde a intenção de voto no petista chega a 60%) e ficam abaixo da média no Sul (18%) e no Sudeste (19%). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;11% das pessoas justificam o voto devido a política salarial, dentre os quais 4% se referem especificamente ao aumento do salário mínimo. O desempenho na criação de empregos é citado por 8% das pessoas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ora, conforme a matéria "Renda chinesa aquece a economia e ameaça contas" da Folha de São Paulo de hoje, entre 2001 e 2004:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Os 10% mais miseráveis do país viram sua renda subir 23,3%.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os 20% mais pobres, cerca de 15%. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Como se explica essa melhoria na renda dos mais probres? Claro, programas como o Bolsa-Família, o aumento do salário mínimo, os benefícios fortemente subsidiados pagos pela Previdência, a criação de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O país paga mensalmente cerca de 30 milhões de contracheques para pessoas incluídas em programas totalmente subsidiados, como o Bolsa-Família, ou fortemente subsidiados e indexados ao mínimo, como os de renda mensal vitalícia, aposentadorias rurais e os que fazem parte da Lei Orgânica da Assistência Social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom, respondemos em parte quem vota no Lula para presidente. A melhoria da distribuição de renda sem dúvida é um passo admirável, no entanto, precisamos pensar nas consequencias desse crescimento baseado em subsídios (aumento do consumo devido a melhoria de renda) em detrimento do aumento de investimentos no país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é uma questão para o próximo dia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29489058-115004455792860511?l=cafecomeconomia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/feeds/115004455792860511/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29489058&amp;postID=115004455792860511&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115004455792860511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29489058/posts/default/115004455792860511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecomeconomia.blogspot.com/2006/06/quem-vota-no-lula.html' title='Quem vota no Lula?'/><author><name>Claudia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
